Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006

XX Capítulo " Ao Ritmo Da Valsa Vienense "

Acordei no meu paraíso privado na Terra que são os doces e ternos braços da minha princesa imperial, sem a mínima noção do tempo a não ser que era dia de trabalho para nós os dois e o nosso despertador foi um CD que a minha rosa de rubis e esmeraldas tinha na sua aparelhagem de som com a mítica valsa Danúbio Azul.

O som dessa bela é mítica valsa vienense nos levou aos jardins de Schonbrün, do palácio imperial austro-húngaro nos tempos da bela e doce Sissi que nos enacminhou para um dulcíssimo e retemperador banho a dois que nos reacendeu o nosso império dos sentidos com um calor infinitamente insano e fez que saíssimos por momento da implacável regência de Cronos deixando que a doce e cálida luz do calor do sol da Afrodite nos unigisse por doces e breves momentos.

Mas o ritmo das batidas de Cronos não perdoa e a hora de irmos tomar a primeira refeição do dia e da manhã chegou sem perdoar e como haviam fatias da tarte de chocolate que tinha sido a sobremesa do jantar das mil delícias onde até as ninfas do Olimpo ficaram corados devido ao calor emanado do nosso ninho de amor.

Saímos da casa da minha doce imperatriz dos beijos de mel e nozes transportados no nosso transporte favorito que são os nossos profundos e vulcânicos beijos até a paragem do autocarro 58 que nos levaria até ao Cais do Sodré donde eu partiria para Oeiras para depois seguir para a Microsystems e a minha raínha imperial do meu coração seguiria no eléctrico até ao seu emprego na avenida D. Carlos I.

O pior da viagem é que fomos em pé durante o percurso entre o largo de Camões e o Cais do Sodré sempre me pé sem termos um único lugar sentado e essa fatigante e curta odisseia até ao Cais do Sodré, que nos fez precisar duma energia extra e esta energia extra estava a nossa espera no British Bar e no seu centenário e sempre saboroso café  sempre cheio de energia, depois de bebemos o nosso delicioso e doce café, fomos para a estação de comboios de onde eu seguiria para a Microsystems e a minha impertariz das mil doçuras seguiria no eléctrico para o seu emprego.

Não nos queriamos soltar de tão colados que estávamos com os nossos longos, profundos, escladantes e vulcânicos ósculos, mas Cronos é impredoável e a hora de partirmos para os nosso empregos ja tinha chegado, mal entrei no comboio, oiço o meu telemóvel a tocar e eram no comboio, oiço o telemóvel a tocar e eram os meus pais para se eu tinha tido problemas de maior; mas eu disse que tinha estado nas melhores mãos do universo, nas mais doces mãos do Olimpo e o comboio se pos a caminho de Oeiras e quando ia a caminho da Alcantra-Mar, a raínha-imperial liga-me a dizer que já tinha chegado ao seu emprego; e depois da doce chamada que foi tão vulcânia e solar como os nossos ósculos e com tanto calor na alma, fechei os olhos e fui sonhando com a festa das mil delícias da noite anterior e com a nossa boda cada vez mais próxima.

Enquanto sonhava, as estações de combioio se iam seguindo uma atrás das outras durante o meu sonho doce como o mel de mil abelhas do Olimpo; e no meio de tanta doçura paradisiáca nem dei pela aproximação cada vez maior da estação de Oeiras, mas a minha sorte que o comboio tinha como destino não Cascais mas sim Oeiras, porque de tão inibriado que estava e caso o comboio seguisse para Cascais tinha perdido o tino a estação de Oeiras e só parava mesmo em Cascais.

Acordei com o barulho da travagem do comboio e que me fez lembrar logo do transbordo para a Microsystems, assim que cheguei perto do transbordo estávamos quase todos presentes, digo quase todos porque o Gianni ainda não tinha saído da baixa médica e fui bombardeado por perguntas sobre o estado de saúde do Gianni porque todos sabiam e sabem da nossa longa amizade e só pude dizer que o Gianni voltaria ao serviço em breve, e depois desse bombardeamento segui para a Microsystems com calma mas ao mesmo tempo com expectativa sobre o que haveriamos de fazer porque já tínhamos despachado os Mac's e não havia muito mais para fazer além disso e temiamos se tinhamos que passar o dia inteiro sem fazer nenhum.

Mas tal expectativa foi gorada porque trabalho não nos faltava porque tinha havido um fluxo súbito de testes de programação que nos iria ocupar o dia inteiro de trabalho,  só tendo intrevalo para podemos almoçar e mesmo assim a hora de almoço tinha que ser contada ao segundo por que os prazos de entrega daqueles computadores era demasidamente apertado para podermos almoçar com calma e essa pressa a almoçar também se devia ao atraso que esse trabalho tinha devido as chatas minhocas das maçãs policromáticas.

E a minha colega Susana se passsou de vez quando viu a carga de trabalho e desabafou:

- O César se anda a meter nos copos ?

- Não sei, Susana; mas não deve estar com a caixa dos pirulitos com os parafusos todos.

- Sim, Afonso tens razão; tanto trabalho depos da carga dos mac's não se cabe na cabeça de ninguém.

- Mas talvez a culpa não seja só do César.

- Como assim ?

- Se puxares pela moleirinha vez que logo que essa empreitada foi um "presente" dos nossos colegas do turno da noite.

- Tens razão, o cansaço provocado pela empreitada das maçãs policormáticas foi tanto que me esqueci desses labregos que deveriam de ter feito pelo menos parte desses testes.

- Eles é que são quase com toda a certeza os culpados desse frete e logo mais digo-lhes duas das fortes.

O tempo foi passando e passando seguindo a lei de Cronos, implácavel, como smpre e mais depressa do que podeirmaos pensar a hora de saída tinhamos chegado, apesar do turno de serviço ter sido dos mais pesados, mas mesmo assim conseguimos guardar os minutos finais para preencher as folhas de serviço.

Após acabramos o duros dia de trabalho lieralmente nos arrastamos até ao transbordo que nos levaraia aos comboios devido ao cansanço louco que tinhamos devido ao excesso de trabalho, os mesmos comboios que nos levaria até as nossas casas para podermos dormir nem que seja por meia hora para recuperamos as forças.

Quando ainda me estava a sentar no comboio para o Cais do Sodré, recebo uma chamada da minha raínha de rosas e esmeraldas, foi uma chamada cheia de mel sem fim que dava a sensação de a ter no meu colo naquele momento, só paramos de nos amar quando cheguei ao Cais do Sodré, mas sem deixar de combinar uma muito escaldante sessão de chat depois dum rápido jantar com os meus pais; mas o conteúdo da conversa deixo nas mãos das vossa sempre fértil imaginação.

 

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Domingo, 3 de Setembro de 2006

XIX Capítulo " O Sobrinho Pródigo "

Depois de descermos à Terra com a ajuda do despertador que nas suas ondas radiofónicas passava as duas vozes mais imortais de todos os tempos Monserrat Caballé e Freddie Mercury cantando Guide Me Home ".

Acordamos enroladinhos um ao outro, mas tão tarde que quase perdíamos o tino as horas para entramos nos nossos empregos e praticamente engolimos o pequeno almoço logo depois dum duche rápido, que para nosso pesar teve que ser rápido apesar das mil delícias trocadas durante a noite e nos apetecer trocar outras mil.

Nos despedimos a pressa dos meus pais e só para ajudar ao atraso tinha acontecido um acidente mesmo na rua por vai o autocarro que nos levaria ao Cais do Sodré, nos restando apenas a alternativa do eléctrico que devido ao acidente estava superlotado , mas que remédio tínhamos que ir nele e boa parte da viagem foi feita em pé; mas no meio do azar tivemos a sorte daquele eléctrico estar cheio de alunos da Universidade Aberta e ter esvaziado assim que parou na paragem existente em frente da dita universidade, ficando os lugares sentados ocupados por nós e alguns turistas que vinham do largo de São Pedro de Alcântra.

A nossa primeira paragem assim que chegamos ao Cais do Sodré foi o sempre crónico British Bar para bebermos um revigorante café com muitos beijos vulcânicos, beijos escaldante, vulcânicos e profundos que quase faziam evaporar o café ou corar a estátua do Duque da Terceira de vergonha, mas a minha princesa imperial queria mais beijos e muito mais carinho e impulsiva como sempre disse:

- Meu amor lindo, te importas que eu te leve aos comboios ?

- Não minha princesa, eu te ia pedir o mesmo.

E de braço dado atravessamos a avenida 24 de Julho até a estação de comboios e antes de eu apanhar o comboio que me levaria a Oeiras, donde depois tomaria o transbordo para a Microsystems, demos por nós a trocar longos, escladantes, vulcânicos e profundos beijos até que o sistema sonoro da estação alertar que o comboio para Oeiras estava para partir, nos arranjamos e segui para o comboio que ia para Oeiras, mas a música que ouvi de manhã me soou a presságio que algo iria acontecer e fiquei preocupado com a minha rosa de rubis e esmeraldas e lhe disse para ela ligar-me assim que chegasse ao emprego.

Bem quando o comboio partiu ainda deu para eu acenar um rápido adeus a minha doce dona do meu coraçãoe eu ansiava pela sua chamada que acabei por receber quando o comboio passava na estação de Belém e aí sosseguei o meu coração porque a sua dona tinha chegado bem ao seu emprego.

Depois de saber que o meu amor tinha chegado bem ao seu trabalho desviei um pouco o pensamento para os nossos amigos que estavam internados e cuja recuperação estava a espantar os médicos dado estar a ser mais rápida que a média e aproveitei para ligar para as respectivas enfermarias e lhes pedir que me ligassem se houvesse alguma alteração no estado de saúde de ambos.

E acabei chegar a Oeiras onde fui dos primeiros entrar no transbordo e a minha companheira de sala temporária, Susana, se sentou no lugar normalamente ocupado pelo Gianni e me veio lembrar de novo da empreitada de Mac's que tínhamos para consertar além de termos que cuidar de alguma parte burocrática que depois seria completada pela secção de contabilidade, mas para suportar a relativamente longa viagem de autocarro entre a estação de Oeiras e a Microsystems peguei meu mp3  e tentei achar uma estação de rádio que passasse alguma música que eu gostasse mas foi trabalho em vão e acabei por me concentrar num clássico imortal que tenho gravdo no mp3 que é greatste hits I dos Queen e me encostei a cadeira e deixei-me levar pelas notas das imortais melodias dos imperadores do rock.

E quando chegamos a Microsystems foi a minha amiga Susana que me acordou do meu casulo musical que tínhamos outra viagem no meio do mar das maçãs policromáticas de silício que nem 5 % da doçura do mar verdadeiro tinham, uma amargura que nem os nossos colegas que cuidam das entradas e sáidas invejam porque em boa parte eram probelmas evitáveis se tivessem o mínimo de atenção mas era trabalho e tinha que ser feito.

Mal entramos na nossa sala nos atiramos aos Mac's como um cão de caça se atira a uma peça de caça e começos a trabalhar que nem uns mouros pelo menos até a hora do almoço e não haveria nada nem niguem que nos parasse a não ser o sinal para o almoço, e de facto o sinal da hora de almoço foi a única coisa que nos interrompeu naquela manhã cheia de trabalho.

Quando me sentei na mesa da cantina a almoçar ouvi uma musica de fundo que poderia ser um presságio sobre aquilo que poderia acontecer no resto dia que eu tinha pela frente ou uma mensagem para mim escondida nas notas da imortal despedida do imperador Mercury do mundo dos vivos "These Are The Days of Our Lives" mas a intemporal música ficou gravada nos meus ouvidos e me acompnahou durante o resto do dia de trabalho até que o meu telemóvel toca e era o Gianni a dizer que tinha hoje alta e que iria fazer o resto da recuperação ao lado da sua sempre eterna Maria e que queria que eu fosse buscar e assim que desliguei me lembrei de algo que o meu avô me disse sobre as enfermarias dos hospitais estarem pejadas de gente incompetente tirando uma ou outra honrosa excpeção, mas nem com passar dos anos a a situação melhorou.

Mas estava tão afundado nos meus pensamentos que esqueci-me do meu trabalho e da presença da amiga Susana que deu-lhe hoje para interromper os meus pensamentos e desconfiava que a chamada tinha a ver com o Gianni.

- Então como ele está ?

- Ele quem, o Gianni ?

- Sim.

- Vai completar a recuperação em casa.

- O que ele tinha eram saudades dos miminhos da Maria.

- Não, que ideia.

E retornamos ao serviço para as maçãs de sílicio multicolores, para o acabar e mal demos por isso já estávamos a fazer o relatório para facturação que iria ser feita pelo pessoal da contabilidade e mal esse serviço está concluído toca de novo o meu telemóvel  e era a minha sereia para dizer que o nosso idosos amigo de brancas cãs estava para ter alta também hoje e fiquei surpeendido com a rápida recuperação do nosso amigo Pedro depois do enorme susto que teve, mas ao mesmo tempo me encontrava numa camisa de 12 varas por que o Gianni já me tinha pedido para o ir buscar e o nosso amigo Pedro também queria o mesmo e nem sabia como haveira de fazer para poder chegar em tempo útil aos dois hospitais mais extremo a extremo da Cidade do Porto de Ulisses.

Voltei a ligar para o meu amor para saber como haveriamos de resolver a situação:

- Minha rosa de rubis e esmeraladas como tens estado.

- Bem, meu rei.

- Como vamos fazer isso de ir buscar o Gianni ao São Francisco Xavier e o Pedro a São José.

- Bem para irmos buscar o Gianni  os pais dele nos dão boleia.

- E depois .

- Depois nos dão boleia pelo menos até ao Cais do Sodré.

- Ainda bem que temos tranporte meu amor, assim já sei como fazer as coisas, mil beijos escladantes.

- Para ti também meu fofo.

Com o problema do transporte resolvido, voltei ao meu serviço na maior das calmas e Cronos foi ditando a sua lei e quando dei pela trombeta de Cronos, já o horário de serviço tinha chegado ao fim, só faltando preencher a sempre muito burocrática folha de serviços para se dizer o que se tinha feito durante o dia.

Bem pouco mais se fez do que tapar a mancada monumental da maçã policormática e tinha uma certa preocupação se o serviço seria pago, mas nesse ponto a cambada da contabilidade que se arranjasse porque já não eram contas nem do meu nem do rosário da Susana.

Marquei a hora de saída e segui para o transbordo sem saber o que poderia acontecer durante o resto do dia e como tem acontecido de tudo um pouco acabei por deixar de fazer grandes planos e passei a viver cada dia como fosse o último e pensando assim cheguei a estação de Oeiras, onde me despedi da Susana que seguia para sua casa em Cascais enquanto eu esperava por um comboio que me levasse ao Cais do Sodré.

Por estúpida coincidência chegaram ao mesmo tempo o comboio para Cascais e o comboio para o Cais do Sodré e seguimos para os nossos afazeres domésticos e eu no comboio a procura duma música que me animasse mas a única coisa que podeia animar naquele momento seria um longo e vulcânico beijo da minha rainha que estara a minha espera no Cais do Sodré.

Com tanta procurar nas ondas da rádio acabei por achar um dos originais dos imortais do rock da altura em que eles tinham arranjando um vocalista novo e me deixei embalar pela música, e embalado pela música cheguei ao Cais do Sodré onde a minha imperatirz de rubis e esmeraladas feitas com o doce sabor do chocolate branco me esperava.

Mas o desejo de nos beijarmos era maior que todas as montanhas, maior que todos os habitantes do universo e maior que fogo de todos os vulcões da Terra, e tal calor se concentrou nos nossos lábios que se fundiram num só torcando ardentes ósculos que nos fez ficar alheios do mundo a nossa volta, e uma inusitada sms dos pais do Gianni nos fez descer a terra mas cheios de desejo de muito mais calor e a sms era para nos alertar que já estavam no Terreiro do Paço que estavam a caminho do Cais do Sodré.

Demos um jeito para endreitar as nossas roupas que com a lava do vulcão do amor se desalinhou toda e esperamos por eles a porta da estação ferroviária e a espera não foi muito longa e nos pusemos a caminho do São Francisco Xavier e no caminho apanhamos a doce Maria que tinha recuperado a beleza radiosa que tinha antes do ataque cardíaco do seu eterno Gianni e assim que chegamos ao hospital do Restelo e a enfermaria onde o Gianni passou estes últimos dias, o vimos de pé a cuidar da burocracia relativa a alta e já tinha arrumado parte das suas coisas.

Assim que viu a sua doce Maria foi recebido por ela por um longo e escladante beijo cheio de muitas saudades fazendo o meu amigo deixar cair os documentos da alta e assim que desceram ao terceiro calhau a contar do Sol, a sua doce Maria o ajudou a se arranjar e a preencher a papelada.

Depois fomos ao bar beber um café em comemoração da rápida recuperação do nosso amigo mas tínhamos a cabeça no nosso amigo Pedro que tmabém estava ansioso para seguir para casa para os braços da sua eterna D. Claudinha, mal eu sabia que essa derradeira visita hospitalar ao nosso amigo trazia uma supresa estranha para todos nós e e que iria mudar a vida do nosso amigo Pedro duma forma extrema, como do dia para a noite.

E essa mudança radical iria surpreender muita gente e surpreendeu em especial por se sabe quem foi o responsável por essa mudança radical que poderia alterar o rumo da vida de toda a família do nosso idoso amigo.

Fomos recebidos na enfermaria onde está o nosso amigo internado pela sua sobrinha mais velha, Elizabeth e um dos seus filhos gémeos, João Paulo e ambos disseram que o nosso amigo tinha algo para dizer a todos os membros da sua família e a nós como os melhores amigos que ele teve na sua vida, e é uma decisão que ele tomou durante o internamento.

Nem eu e muito menos a minha imperatriz calculávamos o que o nosso amigo de brancas cãs nos queria dizer assim de tão importante que fez-nos juntar a nós e a sua família. Pedro nos chamou para junto da sua cama e respirou fundo e disse algo que só encontramos paralelo na Bíblia:

- Minha querida família e amigos eu no tempo em que estive internado pensei em muita coisa que fiz na minha vida em especial na juventude e aproveitando a vossa presença aqui para vos dizer uma coisa .

- Que coisa nos quer dizer ? Perguntou a sua irmã Helena.

- Bem, em parte tem a ver contigo ?

- Como assim ?

- Tem a ver com o teu filho mais novo e resolvi a perdoar tudo que ele me fez.

Nem eu ou a minha rainha entendemos o que o nosso amigo resolveu fazer, mesmo depois do que ele provocou ainda da a outra a face àquele animal, das duas uma: o nosso amigo Pedro foi muito parvo ou muito corajoso para dar essa resposta surpreendente ao seu sobrinho renegado. E não contente voltou a carga:

- Quero que ele seja aceite por todos nós, independentemente de que nos fez no passado.

- Mas Pedro o que lhe fez está nos limites do imperdoável, disse a minha princesa doce; mas Pedro respondeu logo de seguida:

- Para vocês pode estra mas tive pessoas que fizeram coisas muito piores e depois eu me deixie levar por simples fotos de alguém morto e enterrado na minha vida, ambos erramos e só tínhamos que pedir perdão um ao outro. 

Com essas palavras o nosso amigo nos deixou surpreendidos e indecisos se haveriamos de convidar o sobrinho pródigo para a nossa boda ou não e começamos a olhar um para outro até o nosso idoso amigo dar a resposta certa:

- Se vocês se lembrarem dos vossos tempos de catequese, devem-se lembrar da parábola do filho pródigo que é perdoado pelo pai ?

- Sim nos lembramos , e depois ?

- Com o meu sobrinho temos que fazer o mesmo.

- Mesmo depois daquilo que ele lhe fez ?

- Sim mesmo apesar de tudo.

Eu e o meu amor ficamos de boca aberta com a atitude do nosso idosos amigo que era lgo que com toda a certeza nunca haveriamos de fazer com alguém como o sobrinho pródigo; dado as atitudes que seu sobrinho pródigo teve foram imperodoáveis e foram tomadas com quem lhe pagou os estudos que tem o que ainda torna mais imperdoável tais atitudes.

Nós tínhamos tido um dia mais que fatigante que deixou quase fora de combate e essa atitude inusitada do nosso amigo precisava da opinião de alguem mais expreintes como os nossos pais porque essa atitude estranha do nosso amigo de brancas cãs , não se entende.

O que não se pode negar e é um um facto provado é que estamos a assistir a repeitição da parábola do filho pródigo que eu e a minha princesa aprendemos na catequese, mas tal atitude jamais teriamos tomado com mesmo sangue frio que o nosso amigo teve.

Acabei por levar a minha impertatriz a sua casa me despedindo dela com um vulcânico e longo beijo, mas apesar da nossa fadiga e acabei por entrar na sua casa da minha imperatriz e bebemos um revigorante chocolate quente seguido pelo jantar, ambos feitos pela minha rainha, mas a noite não tinha ainda acabado para nós.

E acabamos a noite no quarto das mil delícias da minha rainha, mil delícias que só nos dois saberiamos quais eram e que nos iriam fazer chegar ao nirvana dos mil sentidos fundidos num só e mísitico sentido que nos fez subir para além da sétima esfera celeste, para muito mais alto que o sétimo céu.

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Quinta-feira, 18 de Maio de 2006

XVIII Capítulo " Os Pequenos Génios "

Acordei após o dia de doidos que tinha sido aquela tarde de final de primavera com dois objectivos em mente: em primeiro lugar por o trabalho em dia; e em segundo lugar visitar os meus amigos que estavam internados.

Mal tomei o pequeno-almoço, me despedi dos meus pais e segui para a paragem do autocarro mas dessa vez resolvi levar o meu mp3 para me fazer companhia; que tinha como sempre, o rádio sintonizado no rádio clube português.

 E nas notícias de trânsito, ouvi que numa das ruas por onde o autocarro que tomo habitualmente para ir para a estação do Cais do Sodré estava fechada exactamente devido a um dos autocarros se ter avariado devido a um choque em cadeia e a meia-alternitiva existente em termos de autocarros  valia a pena pensar nela devido a um engarrafamento monumental no Monsanto.

Me pus a pensar para que lado havia de me virar e vejo um muito estranhamente vazio eléctrico 25 que parecia chamar por mim e que no percurso entre as Amoreiras e o Cais do Sodré não parou em nenhuma paragem, estava sentindo a falta de duas coisas que para mim eram tão importantes como beber água ou respirar: um doce beijo da minha rainha e uma bica do british bar: para receber a primeira coisa importante da minha vida ainda faltavam longas horas porque só viria o meu amor quando fossemos visitar tanto o Gianni como o Pedro e para receber a segunda era só sair na paragem antes da estação do Cais do Sodré; mas a saudade do meu amor aumentou muito quando entrei no centenário café da Rua do Arsenal e depois além da saudade do meu amor vinha também a saudade dos meus amigos enfermos.

Assim que bebi o café segui para os comboio como uma sensação estranha, com a sensação de quando chegasse ao transbordo para a Microsystems, um de nós não estaria lá e um lugar ao meu lado estaria vazio, bem que estado das coisas é temporário mas fica sempre a melancolia.

Durante a viagem até Oeiras o meu telemóvel toca e era a minha rainha e trocamos doçuras ao telemóvel, a fria e triste viagem ganhou a doçura do mel e a voz da minha preciosa deusa imperial quase me fazia perder a estação de Oeiras e por consequência o transbordo.

Mas a melancolia percorria todos os funcionários da Microsystems e nem com a minha chegada o ambiente melhorou; todos nós combinamos fazer uma visita assim que sairmos do serviço mas o César queria falar como todos em relação ao Gianni.

Assim que todos chegamos a Microsystems, o César deu uma palestra ao turno inteiro e  recomendou que me vez de ir o turno inteiro duma vez, irmos alternadamente visitar o Gianni e a Susana iria fazer o serviço do Gianni enquanto ele estivesse de baixa e todo o turno esteve de acordo.

E o dia foi correndo normalmente com trabalho aos montes e nem sei por que carga de água, apareceu vindo do nada algo semelhante a uma inundação de I-Mac's e  Mac's Portáteis avariados que nos fez deixar para trás a montagem assim como os outros serviços; mas como não gosto de deixar serviço adiado liguei para a Apple para saber o que se passava com aquele lote de computadores e após 3 horas pendurado no telefone me disseram para a Microsystems consertar os Apple's que tem em mãos e não aceitar mais nenhum porque aquele vai sofrer uma recolha imediata após a nossa reclamação.

Assim que eu disse da recolha a Susana, ela chamou o César para sabermos qual o nosso papel nessa brincadeira, e ele voltou a ligar para os senhores da maçã policromática para virem buscar o lixo deles, mas uma segunda chamada da maçã e aí disseram para nós participamos na recolha que eles cobririam todos os custos.

Depois de se resolver o problema com maçã de silício, a minha cabeça desceu a Terra e depois dessa resolução mais ou menos estranha, comecei a caçada dos defeitos das maçãs coloridas e quando fazia essa caçada, o meu telemóvel toca e era a minha rainha a perguntar a que horas íamos visitar o nosso idosos amigo ao hospital e lhe disse para esperar por mim na estação de comboios do Cais do Sodré, o tempo foi passando e voando como uma gaivota do Tejo e a hora do almoço chegou e no bar e sentia um ambiente pesado, como fosse de luto por todos os cantos porque faltava um de nós; todos perguntavam pelo Gianni mas só sabia aquilo que soube no dia em que ele entrou no hospital mas todos nós estávamos ansiosos por mais notícias do nosso amigo e colega.

O César se veio sentar na minha mesa e me disse que seria melhor eu e a Susana irmos visitar o Gianni em nome da firma em vez duma visita em massa por que além de ser fatigante para o próprio Gianni muitos não se podem deslocar ao hospital ao o Gianni está internado.

Tal pedido me deixava num possível dilema por que caso a minha princesa imperial me visse com a Susana poderia sentir ciúmes mas quando pensava numa forma de não magoar a dona do meu coração, entra na nossa sala um funcionário do call-center de seu nome Jorge que perguntou se podia vir no mesmo comboio que nós por que queria tratar da renovação do bilhete de identidade na loja do cidadão dos Restauradores, em Lisboa; eu e a Susana não nos importamos e evitava qualquer possível crise de ciúmes da minha rainha ou outro possível problema que houvesse.

O tempo foi correndo e disse ao meu amor que já ia caminho e disse que vinha com uma colega de serviço que também ia visitar o Gianni a pedido do meu chefe, a rainha imperial doce como o mel de mil abelhas me disse também que os pais do Gianni nos davam boleia até ao hospital assim que eu e a Susana chegássemos ao Cais do Sodré.

Mas a saudade apertava tanto, mas tanto como um corpete ou um colete-de-forças e assim que vi a minha rosa chocolate, a abracei e a beijei como não houvesse amanhã; mas depressa fomos interrompidos pela Susana que nos chamou a atenção que o carro dos pais do Gianni vinha próximo, entrementes o meu colega que queria renovar o Bilhete de Identidade já tinha seguido para os Restauradores.

Chegamos a enfermaria onde o Gianni estava internado e estava bem acompanhado pela sua amada napolitana; o Gianni além de ter melhor cara do que no dia anterior, tinha um adesivo no peito, provavelmente resultado de algum procedimento cirúrgico e perguntamos quase em coro o que lhe tinha acontecido:

- Porra, Já tenho uma história para contar aos meus netos..

- E o penso se deve a que?. Perguntou a minha flor.

- Me fizeram uma operação qualquer acho que se chama by-pass.

- E já estas todo teso com a tua Maria ao teu lado.

- Quero estar no teu casamento e sair do hospital o mais depressa possível, aqui se come pior que no bar  da Microsystems.

- Precisas é duma boa lasanha feita pela tua Maria.

- Bem preciso da lasanha dela e em especial dos miminhos que ela só da mim.

- Desses miminhos dou ao meu Afonso e sei que a falta que fazem. Disse a  minha deusa imperial.

- E quanto tens ordem de soltura ?

- Dentro duma semana já estou fora do hospital .

- Tem calma, não te esforces daqui a pouco te ligo como está o Pedro que também foi parar ao hospital a graças a um sobriho renegado.

- Só descanso quando sair daqui.

- Mas ainda faltam alguns dias.

- Vou contar cada minuto e me acalma esse coitado do Pedro.

- Assim farei meu amigo.

Depois de eu e a minha rainha doce como o mel visitamos o Gianni, entrou a susana com uma mochila cheia de postais a desejarem rápidas melhoras do pessoal da firma, ainda esperei um pouco que a Susana saisse para me depedir dela e da Maria antes de segurimos para o hospital de São José, enquanto esperavamos pelo nosso autocarro ainda chegamos a ver a Susana a apanhar o autocarro até aos combois para Algés que depois a levariam para Cascais.

Alguns minutos depois chegou o nosso autocarro, e digo bem nosso porque fomos os únicos passageiros, por muito estranho que pareça entre o hospital São Francisco Xavier e o Rossio e qual magia desceu por nós um calor qual sol de Afrodite que nos ateou um fogo vulcânico que transformava os relâmpagos fabricados por Hefestos e os raios do sol de Afrodite nas setas de Eros que quando nos tocavam se transmutavam em ardentes ósculos como o sol do meio-dia num deserto; mas era um fogo tão doce que quase nos fazia subir ao sétimo céu, doçura quente que só acha igual numa brisa de verão.

Só descemos a Terra quando o sistema de som do autocarro que avisou-nos que ja estava a chegar ao Rossio e era onde tinhamos que sair para vistar o nosso idoso amigo, o qual só precisava de mais dois dias de hospital para voltar para os braços da sua eterna e doce Claudinha.

O caminho para o hospital é curto mas é  tortuoso mas nem dava para o usar o nosso transporte favorito que são os nossos beijos vulcânicos porque os passeios são muitos estreitos mas naquele momento a nossa cabeça estava noutro lado, queriamos saber como estava o nosso idoso amigo por que a locura que ele fez na idade dele não é  brincadeira  nehuma e estávamos muito preocupados com o seu estado de saúde.

Na entrada do  serviço aonde recuperava o meu amigo não podemos deixar de reparar em duas crianças, era uma meninae um menino ue não deveriam de ter mais  de 10 anos e estavam a estudar manuais de línguas sem mestre; eles eram muito parecidos  com as sobrinhas do nosso amigo Pedro e estavam concentrados, tal e qual alunos em aulas e da forma como faziam os exercícios eram verdadeiros génios que nem fomos cpazaes de os interroper para perguntar seja o que for na sua "aula sem mestre".

Entretanto veio a sair do serviço a "artista" da familía do nosso amigo ,Catarina, com um dos seus primos que era um dos gémeos do nosso amigo de brancas cãs e pensamos que os miudos  ram filhos da Elizabeth porque tinham um interesse ávido  pelos livros e pela sabedoria.

Cumprimentamos ambos os familiares do nosso amigo e fomos para a enfermaria aonde ele estava a recuperar da sua queda espiritual, de facto o nosso idoso amigo estava como novo, só precisando de ir para casa. Estava com tão bom aspecto que nem parecia que tinha estado em risco de vida.

Perguntou logo como estávamos e nós dissemos que dissemos que estávamos bem e o nosso amigo disse-nos que a sua recuperação ia ser mais rápida do que ele esperava só precisando de mais dois ou três dias de férias forçadas.

Mas um dos defeitos-virtudes da minha amada flor perfumada do meu jardim é a sua  é a sua curiosidade e ela perguntou quem eram os dois geniozinhos que estavam na sala de espera.

- É o filho mais velho da minha sobrinha Elizabeth e a filha do meu filho que nasceu em primeiro lugar, o João Paulo.

- Os vi tão concetrados a estudar que pareciam que iam ter um exame em breve. Disse a minha doce jóia.

- Quanto se juntam todos os petizes da minha familia na minha casa fica  pior que uma biblioteca, nem posso aceder ao computador , poem encilopedias em DVD-Rom e me imprimem folhas atrás de folhas para tudo que seja trabalho.

- Pequenos génios.

- Tens razão, meu jovem amigo; sejam  meus netos, netas, sobrinhas ou sobrinhos, ja têm uma cultura geral para as suas idades e o mais velho só tem 12 anos.

- Coisa rara nos tempos que correrm.

- Meus jovens amigos, já quanto eu tinha a vossa idade a iletracia era uma praga.

Ao lado do nosso amigo de longa profílica idade estava o seu eterno amor, D. Claúdia que esteve sempre atenta a nossa conversa e disse uma frase de Lao-Tsé: - A chavena de chá nunca fica completamente cheia, se referindo a insana busca do conhecimento feita pelas crinaças da família que nem se comparam ao sobrinho pródigo que cujas ofensas provocaram a hospitalização do nosso amigo.

Mas a quarta dimensão do universo de seu nome tempo que tão bem explicada foi por Einstein tem um propriedade comum aos passáros, voa e a hora de visita chegou ao fim, nos despedimos da família do nosso amigo e quando iamos a caminho das nossas casas e mal ficamos debaixo dos raios da deusa Selene, o sol mágico de Afrodite começou a ungir-nos com seu doce calor e os seus raios se transformaram nas flechas de Eros que mudaram de forma, para forma de ósculos ardentes como a lava do Etna e profundos como os ocenaos do mundo trocados por nós duma forma insana.

Acabamos por decidir que jantar na minha casa na minha casa porque a dona doce do meu coração me disse que na sua casa iam jantar umas tias armadas em senhoras da alta sociedade com as quais ela nunca se deu bem.

Jantamos empadão de carne que dessa vez não foi feito pela minha mãe mas sim pelo meu pai, sr. David que resolveu puxar dos seus galões gastrnómicos, mas a sobremesa exigia maus delicadas e femeninas e D. Cristiana apareceu-nos com uma tarte de chocolate com maendoas fatiadas e pétalas de rosa amarela.

Eu e a minha rainha sabemos o quão quente e explosiva pode ser essa mistura para nós os dois por que já estávmos a aquecer desde que saímos do hospital aonde nosso amigo Pedro está internado devido aos profundos e vulcânicos beijos que havimos trocados mesmo a porta do hospital.

O jantar correu em ambiente de amena cavaqueira, em especial depois de sabermos que os nossos amigos estavam em rápida recuperação, bem o termo "ameno" pode-se trocar por mais ou menos ameno porque duas pernas malandrecas se acariciavam uma a outra como prevendo o resto da noite bem iluminada pela deusa Selene que se seguia aquele gostoso jantar.

Surpresas doces a minha deusa escondia na sua mala de doces tesouros e dessa vez era um leitor de mp3 além doutras preciosidades e doçuras que iamos partilhar no nosso nnho de amor e a minha rosa me perguntou:

- Meu príncipe tens algum mp3 ou algum software compatível para tal no teu pc.

- Minha princesa sim tenho, é para o meu mp3 um creative zen tera dreams.

- É o mesmo que eu tenho meu amor.

E enquanto eu ajudava a minha mãe a arrumar a loiça e a preapar o café a minha princesa começou a ripar algumas músicas para seu leitor  mp3 da minha colecção de cd's não sabendo eu quais eram as músicas e depois dela ripar as músicas bebemos o café e fomos ver um filme que estava a passar num dos canais da rede da tv-cabo o qual não tinha na minha colecção de filmes e com a minha rosa enconstada mim, estavms os dois enconstados no sofá mas nos estávamos aquecer e muito e o tempo voou qual Pégaso e chegou a hora de nos deitarmos.

Então nessa mágica hora, os desfilar de surpresas começou com umas velas com aromas de fruta e com essa doçura a espalhar-se pelo ar se começou a sentir as doces músicas a sairem das colunas de som do meu pc que estavam ligadas ao mp3 da minha princesa imperial sentimos o renascer do sol de Afrodite no nosso ninho de amor que nos começou a banhaer com todo o seu fulgor e os seus raios que se transformavam nas setas de Eros, eternamente certeiras, fundriam os nossos corpo num fernesim de delícias em que os nossos sentidos se fundiram num único sentido primordial e uma força mística movida pelo doce e quente sol de Afrodite elevou os nossos corpos e as nossas almas para mais além da sétima esfera celeste, para muito mais alto que o sétimo céu.

 

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2006

XVII Capítulo " Os Amigos São Para Todas As Ocasiões"

Eu e a minha imperatriz acordamos bem agrradinhos um ao outro com a música "Still Loving You" dos Scorpions que estava a ser debitada pela ferquência do Rádio Clube Português que estava no despertador, tão bem que nos sentiamos estar um junto ao outro que nem nos apetecia trabalhar mas a voz de D. Cristiana nos lembrava que era dia de trabalho mas a minha rainha imperial tinha dentro da sua mala uma surpresa para nós os dois: um gel que tem óleos de frutos, doces e quentes como os os beijos e as carícias que trocamos no nosso leito de amor.

 O primeiro de nós a sair do nosso ninho de amor foi a minha doce rosa e seu corpo desnudado com os seus longos nergos cabelos era como ela fosse uma verdadeira Venus de Boticcelli acabada de nascer da sua concha com os seus voluptuosos seios, quais enormes gotas de volúpia, vida, amor e paixão, propriedade dum corpo que tinha tinha fundido com o meu numa noite louca de mil delícias numa verdadeira festa de fusão de sentidos num único sentido primordial.

 Tal visão da minha doce noiva me acendeu um desejo louco voltamos a ser um só unico ser mítico de amor e de desejo mas os poderes telpáticos da minha raínha funcionaram porque ela depois de pegar na sua roupa e de vestir uns calções e uma sweater da minha colecção de sweaters atirou para mim o frasco do tal gel de banho mágico para cima de mim e disse: - Meu lobinho preciso de alguem que me lave as costas no duche.

- Eu te lavarei as costas e todo o teu corpo com todo o amor do mundo.

Após temos trocado um beijo vulcânico ateado pelo sol de Afrodite fomos com pezinhos de lã até a casa de banho onte as tubagens com um calor alísio contrastava com com calor vulcânico dos nossos beijos quando nos encaminhavmos para a casa de banho. E mal sentimos setimos o frio do gel a escorregar pelos nossos corpos com a nudez priomordial, o gel se tornou escaldante e o calor alísio da água se transformou num furacão escladante e em vez de de retemperar as nossas forças o duche nos fez fundir na êxtase dos sentidos ungidos com toda força pelo sol de Afrodite.

O calor que saia do sol que formavamos com os nossos corpos unidos num só cuja energia vinha da fusão dos nossos sentidos, nos fez elevar de novo para além da pelntitude das setes esferas cósmicas, para muito além do sétimo céu duma forma que nos fez esquecer tudo a volta até o pequeno almoço especial preparado pela minha mãe. Mal descemos a Terra nos lembramos da primeira refeição do dia que era tarte de maçã com morangos e chantily a cobrir, comemos essa doçura com a mesma energia que nos amamos mas sem olhar para o relógio que ja dizia que que estavamos atrasados para apanhar os transportes para os nossos empregos , mas afinal do que conta o tempo para quem ama. Mal dei uma olhadela ao relógio do gravador de DVD/VHS e confrmei o atraso, pegamos nos nossos telemóveis e saímos numa insana correria para apanhar um taxi, dei 20 euros a minha princesa do reino dos morangos cheios de amor fetios de rubi por que o trabalho dela fica bem mais longe da minha casa do queos combiois do Cais de Sodré, mal cheguei ao Cais de Sodré dei um longo beijo a minha rosa de rubis e esmeraldas e lhe pedi assim que ela chegasse caso pudesse me ligasse a dizer que tinha chegado bem ao seu emprego.

 Assim que que me aproximei das bilhetieras do Cais do Sodré liguei para o Gianni para ver se ainda ia a tempo de apanhar o transbordo para a Microsystems e no meio de muitos beijos da sua linda napolitana Maria que o tinha levado ao transbordo me disse que eu só tinha que apanhar o primiero comboio que partisse após desligar o telemóvel mesmo que fosse aquele que para em todas as estações. Mas eu já desde de miudo que odeiei para e arranca de transportes públicos e ao observar os os quadros das partidas reparei num comboio que partiria em cinco minutos para Oeiras e que só parava em Alcantra, Algés e Oeiras e antes de entrar ainda tive tempo de passar por uma máquina de bebeidas quentes e tirar um café com chocolate e leite que muito pomposamente era chamado capuccino (e eu pensei por lá passaste). Mal me sentei no comboio comecei a beber o café e esses café seria o começo dum dia inusitamente estranho e cheio de emoções fortes.

 Passado menos de 30 minutos chego a Oeiras e no local de partida e chegada dos autocarro de transbordo que nos leva da estação de Oeiras até a Microsystems parecia que esperava por mim mas a minha colega Susana me contou outra história: a causa da paragem demorada do autocarro era outra, era que tudo que era homem estava a ver as muito femeninas curvas da esposa do Gianni que de acentuadas que são que juntamente aos acentuados seios lembram a qualquer fã insano da formula 1 o circuito do Mónaco.

 Depois de cumprimentar a Susana que tinha vindo de Cascais cumprimentei a Maria com toda a educação e sentei no meu lugar de sempre dei uma olhadela no relógio e farto de tanto de esperar disse em plenos pulmões:

 - Os vosso carros de Fórmula 1 nunca se qualificarão para aquele tipo de pista . Há pessoas que querem trabalhar e se querem ver pistas daquelas ha muitos sites na internet.

 O pessoal do sexo femenino aplaudiu de pé a minha atitude e nesses espaço de tempo o Gianni ja se tinha sentado ao meu lado como sempre mas no fundo do autocarro havia um passageiro novo e havia um rumor novo desde a semana anterior que o nosso chefe teria arranjado, nem sabiamos se por transferênecia doutra secção ou ser por contrato, uma nova secretátria com fama de ser uma cobra venenosa e linguaruda para os chefes, o que precisava o meu chefe, o imperial César Júlio.

 O seu nome e até o seu aspecto físico era segredo dos deuses e dos poucos previligiados que sabiam era eu, o Gianni e a Susana, e até a Susana mesmo ajudou a antiga secretária a se mudar para a sala do chefe da secção de software. Mal o meu amigo italo-português se sentou o autocarro seguiu caminho bem ligeiro porque tempo é dinheiro e muito tempo ja se tinha perdido e a nossa amiga Susana que estava atrás de nós fez os favor meio sádico meio em jeito de alerta com alguma ironia desportiva no meio:

- Vocês gostam de Wrestling ?

 - Sim, gostamos, por que perguntas ? Tens algum dvd dos campeoníssimos Cena ou Mysterio para nos vender ?

 - Isso é que era doce para vocês ?

 - Ali está ao fundo está a possível re-encarnação dos chefes da WWE do Vince McMahon ou da cobra da filha Stephanie McMahon.

 - Te refreres a Corina Ana ?

 - Ela está ali ao fundo a espiar tudo dali do fundo.

 - Bolas, disse o Gianni.

 - Tem calma , os amigos se ajudam uns aos outros.

- Como assim ?

 - Tem calma que logo verás.

 - Mas como soubestes o nome dela ? perguntou a Susana.

 - Primeiro os rumores no bar e segundo quando fui fazer os registos dos trabalhos concluidos entrei por engando no registo de pessoal e ela la estava a ficha dela porque algum animal da antiga secção dela, softwear turno da noite, andou a brincar com pc dos registos e colocou la uma ligação ao ficheiro do pessoal. a qual apaguei; ela era secretária do chefe de turno e tem fama de chiba.

 O tempo e os kilómetros foram passando e o autocarro foi chegando a Microsystems e me agarrei que nem cão a um osso ao trabalho pedente do dia anteiror incluindo alguns monocórdicos testes de programação em boa parte em computadores que tinham acabado de serem consertados, mas a música de fundo me sugeria algum presságio eram de novo os Queen e a imortal voz de Freddie Mercury primeiro com Friends Will be Friends" depois com "Save Me" e me lembro o que aconteceu quando ouvi essa música no Cyberia. Assim que assentei tudo na folha de registos que esta sala de trabalho que partilho com Gianni a cerca de 3 anos me vinha sempre a cabeça a noite de sonho que tinha tido com a minha rosa de rubis e esmeraldas com sador a gelado de menta quando os nosso sentidos unidos nos levaram  como um único ser mítico para além da sétima esfera solar.

Mas assim que vim da folha de registos vi que o Gianni estava mais pálido que a nese da estância de ski onde passou a lua de mel com a sua Maria lá para as bandas da Suiça ou do Liechenstein. A palidez do Gianni me preocupou de imediato e ele não conseguia falar só babuliciava e quando conseguir entender alguma coisa ele disse:

- Tenho receio do César.

 - O que sentes ao certo além do receio em relação ao César ?

 - Uma dor muito forte no peito .

 - Que se lixe o César, primeiro está a tua saúde como a sáude de qualquer um de nós e ainda te quero vivo por muitos e bons anos , vais para o hospital e e depois te levo lá a Maria.

Chamei o 112 e veio uma ambulância dos voluntârios de Oeiras que fazem o serviço de urgência na área da Mircrosystems e os bombeiros me disseram que ele seguiria para o hospital São Francisco Xavier, e antes de ligar para a Maria ou mesmo de falar com o nosso chefe o temido e imperial César Júlio, segui para a secção de softwear aonde estava a antiga secretária do César e até foi ajudada na mudança pela nossa colega Susana e era de seu de seu nome Lucrécia Antonieta. Conhecida por muitas alcunhas dentro da Microsystems as mais originais eram: "Bórgia Ruiva" ou "Antonieta que Fugiu da Guilhotina", alcunhas ganhas graças ao seu mau feitio, nome e aspecto físicio, bem como aos rumores pelos quais ela pagava injustamente de ser os ouvidos de César.

 - Lucrécia preciso que me faças um favor.

 - Diz o que precisas Afonso.

- O Gianni se sentiu mal devido àquela cena à hora da partida do transbordo.

- Que cena ?

 - A Maria, a mulher dele, o veio trazer ao transbordo e lhe deu uma despedida em cheio e tudo que era homem menos eu e ele prórprio no autocarro salivava com o corpo da Maria e ele tem medo medo de perder o emprego.

 - Bem se conheço o meu roman.., perdão o César sei como o convencer, e presumo que queres que eu te faça a ligação a dizer que vais ao hospital ver com ele está, certo ?

 - Sim claro e sei como sabes como o conhecees bem e sem parecer muito descarado te deixo um conselho : deixa de esconder o teu namoro com o César.

- Mas como soubeste ?

 - Eu e o Gianni vos vimos no mesmo recanto à saída do bar onde o Gianni se encontrava com a Maria quando ela o vinha visitar aqui a firma.

 - Bolas, vocês são piores que o James Bond, tens a tua ligação disponível falo eu ou falas tu ?

- Falas tu, depois trato eu do resto em termos de faltas.

 - Combinado mas afinal o que se passou com o Gianni ?

 - Ficou muito pálido com dores no peito e já vai caminho do hospital com sintomas de ataque cardiáco ou semelhante e queria autorização do chefe para sair agora para ir ter com ele ao hospital e para saber se ele já recuperou.

- É melhor eu ligar para o telemóvel do meu César.

 E assim foi, a "namorada clandestina" do meu chefe lhe ligou para o telemóvel e me o passou donde saia a sua voz com ar de repreensão:

- Já soube da brincandeira no ponto de partida do transbordo , mas não foi por nehuma queixa, foi no bar dado que esse assunto se falava mais do que a vitória do piloto português da McLaren, Rolando Silvério, no Grande Prémio de Portugal.

 - Foi o Gianni, chefe .

 - O que se passa com ele ?

 - Ficou com receio de ser despedido e acho que teve um ataque cardiáco.

- Não vos despedirei, após o rumor no bar aí me pos em campo e andei a falar com pessoa do sexo femenino que assitiu a cena que depressa vos ilibou e nem vou despedir ninguem, simplesmente repreender e se queres ir ter com ele, vai, agradecia era que me trouxesses uma justificação do hospital como acompanhante.

- Assim farei chefe.

Mal acabei a chamda saí disparado até a minha secção e vi que só tinha um PC e um Mac por regsitar na folha mas cujo trabalho ja estava acabado, após os respectivos registos arrumei a minha pasta a qual ja tinha remendado as marcas da refrega das sobrinhas do meu idoso amigo Pedro com a imagem dos herois da final de Berlim 2006 dum lado e doutro lado a imagem duma penta-tag de wrestling chamada Dream de la Raza: que no fundo tem a imagem dum lutador tem a imagem dum lutador que lutou na juventude de Pedro e em primeiro plano os lutadores da dita tag: Jack Cena, Rey Mysterio III, John Benoit, Chris Batista, Antonio Guerrero. Disse a Susana o que se passava e ela me deu algum dinheiro para o taxi, lhe agradeci e segui para o hospital mas enquanto procurava na lista de contactos uma forma de contactar a Maria mas ninguem antendia, nem o telefone fixo nem o telemóvel e me lembrei que ela talvez tivesse a trabalhar e ao procurar nos contactos do meu enfermo amigo achei a morada do supermercado e pedi ao taxista que antes de ir para o hospital que passasse pelo supermercado onde a Maria trabalha.

 Entrei no supermercado e lhe chamei a atenção com delicadeza e disse-lhe com com delicadeza tudo o que se passou com rei do seu coração. A pobre Maria quase desmaiava nos meus braços, pediu a chefe para sair mais cedo, tirou a farda e seguimos para o hospital, a voluptuosa italiana que tinha encantado o meu efermo amigo que dos seus lindos olhos azeviche não derramava a sua carecteristica alegria, mas sim uma terrível tristeza, e eu sabendo da amizade existente entre ela e a minha princesa lhe liguei para ela seguir para o hospital. A minha rainha disse que ia de boleia no carro da chefe da noite que tinha ido ao restaurante tratar duns papeis e que depois a deixava no hospital e caso não encontrasse lá que ligava para mim, depois liguei para os os pais e só disse a eles para eles seguirem para o hospital sem lhes dar muitos detalhes só teno dito que os filhos deles teve uma indisposição. Mas D. Agripina e Sr. Adriano, os pais do Gianni teimavam a querer saber mais e eu disse que só dava detalhes assim que chegasse ao hospital com a Maria, chegamos ao hospital por volta da hora do almoço e ainda tinha chegado mas mais alguns segundos depois todos foram chegando se abraçando com lágrimas nos olhos.

 Entrementes a minha doce e sensível Cathy me chamou a parte e disse:

 - Continuas a ser sempre o mesmo "super-homem".

- Por que dizes isso meu amor lindo ?

 - Por aquilo que fizeste pelo Gianni merecias mais do que uma medalha, mas afinal o que ele teve ?

 - Acho que foi um ataque cardiáco devido ao receio de ser despedido.

 E aí contei a toda a cena ao meu amor lindo e doce e ela não entendeu o comportamento dos meus coelgas excepto o Gianni e que agora ele está a pagar injustamente com a vida a esfumar uma brincandeira de mau gosto. No espaço de tempo quando eu e a minha doce princesa falávamos e e apoiávamos a tristíssima Maria os pais do meu amigo foram saber notícias dele, e boas notícias vieram do inteiror do hospital.

Segundo os médicos que salvaram a vida do meu amigo Gianni e que disseram aos pais dele a mesma coisa, o Gianni teve um pequeno enfarte, mas a minha rápida intrevenção ao chamar os bombeiros assim como a rapidez dos mesmos ao trazer para o hospital salvaram a vida do Gianni. A Maria e os pais do Gianni me vieram agradecer o que eu fiz e a única coisa que o Gianni precisava agora era uma semana de hospital e muito repouso para voltar ao que era. Mas esse dia estava destiando a ser o dia dos salvamentos dos meus amigos tornando realidade o ditado "Os amigos servem para as ocasiões" e dessa vez o salvamento envolvia o meu amigo Pedro duma forma trágica quase triada duma tragédia de Sófocles.

 Após ter visitado o meu amigo Gianni e lhe ter desjado rápidas melhoras, recebo uma chamada da Microsystems, e era a Susana a perguntar em nome da firma como o Gianni estava e acabei por fazer um "relatório médico" do estado Gianni e recebi o recado que o César me tinha dado o dia todo. Depois de deixar o Gianni com os pais e a Maria fui para a paragem de autocarro perto juntamente com o meu amor para procurar um autocarro que ficasse próximo das nossas casas, mas os pais do Gianni em sinal de agradecimento nos quiseram dar boleia para casa mas sentimos algo e pedimos para nos deixar no Cais do Sodré. Parecia sinal divino nos termos pedido aos muito simpaticos pais do meu enfermo amigo para nos deixar no Cais de Sodré, esse mesmo sinal nos fez ir até amurada do rio Tejo onde costumam estarem os pescadores amadores e la encontrei o meu amigo Pedro sentado num banco de jardim com olhar meio vidrado, fomos a correr até ele e na mala onde ele traz o seu laptop, tinha algumas carteiras de comprimidos vazias e vi uma garrafa de fanta uva e outra de red bull, chamamos logo uma ambulância para o levar o hospital e pouco tempo depois seguimos também nós para hospital para ver ser era preciso alguma coisa.

Do hospital ligamos para toda a família do meu idoso amigo e em pouco tempo todos se puseram no hospital e o médico me disse aquilo que eu temia uma tentativa de suicídio por por overdose de calmantes e analgésicos que foram tomados com as bebidas que achamos junto com a mala do laptop. Apesar da limpeza ao estómago o caso estava mal parado porque ele tinha entrado em coma ligeiro. Passaram alguns tempo sairam os exames neurológicos não revelaram lesões sendo o com provocado pela mistrura medicamentosa e das bebeidas em especial com o red bull deixando os médicos num impasse, mas D. Claúdia me chamou atenção para um e-mail e uma carta encontrada na pasta e no laptop que poderiam ter sido a causa da tentativa de suicídio.

 - Valente besta nem se compara com as irmãs

. - De quem fala ? Perguntou a minha doce Catarina.

 - Do sobrinho pródigo dele, de seu nome Duarte, está em Inglaterra e boa parte dos estudos dele foram pagos pelo desgraçado do tio.

 - Ele nunca nos falou nele.

 - É normal, ao contrário da Catarina e em especial da Elizabeth que sempre foram muito ligadas a ele, o Duarte que nunca teve problemas paternidade foi o menino querido da minha cunhada e nasceu dois anos depois da Catarina e herdou o mau feitio e a ingratidão da mãe.

- Mas afinal o que ele disse ? Perguntou a minha amada Catarina.

- O chamou de incapaz e que passava bem sem o dinheiro dele e que conseguiria arranjar o dinheiro que queria nem que fosse como gigolo.

 - Mas o Pedro não cuidou dos sobrinhos como se tratassem de filhos ?

 - Sim, tratou, mas essas besta até foi mau para os próprios pais e para as irmãs e o único capaz de o aturar foi o meu amado marido.

 - Mas agora o seu marido está a la dentro a sofrer.

- Sim, o animal do Duarte o ofendeu feio, a mim como ao resto da família. - Mas o Pedro não lhe ensinou a ser leal e respeitador ?

 - O meu amado marido ensinou isso tudo apesar dos pais relativamente negligentes e do pai desleal que ele teve, o Duarte foi sempre um interesseiro.

 - E o desgosto provocado pelas ofensas feitas pelo animal que ela andou a sustentar provocou essa triste situação.

 - Só quero o meu querido Pedro direito e se aquele animal me aprece a frente o desfaço. - D. Claúdia tenha calma, o animal em causa não merece que suje as suas nobres mãos.

Entretanto chegam as notícias chegam do interior do banco de urgência: Pedro tinha acordado e queira ver a sua Claudinha e segundo o médico um tal de Dr. Kulkov (me parecia descedente de russos), o meu amigo queria dizer algo a todo nós. Pedro que além de me agradecer disse que o seu sobrinho Duarte lhe disse e me mostrou fotos em que eles estava no meio de várias garrafas de bebeidas alcoolicas e com várias mulheres incluindo uma muito parecida com tal Isabel que tinha sido a sua primeira desilusão amorosa na sua juventude.

 - Esse animal do meu sobrinho ultrapssou todos os limites e ainda por cima me da desgostos, se meteu com alguem da família daquela cobra.

- O que ele lhe disse ?

- Depois de descarregar como muito bem quis ele disse assim: era assim como eu cuidaria da Isabel e é como anda a gastar a maioria das libras que me mandas velho otário.

 - Isso manda qualquer uma abaixo. Mas descansa que recupero a tempo da tua boda, mas bem a tempo só preciso é de ter calma.

 - Terá a sua calma meu bom amigo via ver que é tudo um pesadelo.

Deixei Pedro a recurperar a das suas maselas que eram mais da alma do que do corpo e a minha doce e amada Cathy repete tudo o que Pedro me disse e nos decidimos que esse animal do Duarte não colocará os pés na nossa boda, nesses mesmo segundos os meus pais me ligam a saberem como eu estava e em verdadeira esterofonia os pais da minha doce Cathy fazem o mesmo e ambos dissemos aos nossos pais o que aconteceu. A minha rainha já dava os primeiros sinais de cansaço de tantas voltas por hospitais e contra hospitais e de termos ajudado a salvar duas vidas e estávamos ambos bem estafados e ja se estava a por bem tarde pois já se vai a deusa Selene nos céus.

Apanhamos um táxi e fiz questão de levar minha doce princesa a casa, assim que táxi chegou a porta dela nos despedimos com um longo e profundo beijo e segui caminho para o meu recanto a beira-Amoreiras plantado. No caminho para casa liguei para os meus pais e contei tudo que me chamaram de "anjo salvador" e que eu precisava era dum banho, janta e cama, mal cheguei a casa tomei o tão desejado banho e jantei uma lasanha e só bebei água mas durante o jantar o meu telemóvel parecia um call center só com os agrdecimentos tanto da parte da família do Gianni como da parte da família do meu amigo Pedro, de todos o que surpreendeu mais foi o da irmã-rebelde de Pedro e agora viuva, Helena. Confesso que gostei de ouvir tantos agradecimentos, me sentia bem comigo mesmo, mas não podia deixar jamais a dona do meu coração sem atenção e mal acabei de jantar fui ter um sessão chat com muito amor e paixão pelo meio após a qual me fui deitar. Me deitei coma sensação de missão cumprida porque ajudei os meus melhores amigos. Melhor salvei a vida aos meus melhores amigos. E como se costuma dizer " Os amigos são para as ocasiões" ou melhor falando "Os Amigos São Para Todas As Ocasiões" fecehi os olhos com pensamento na minha princesa de morangos mas com sorriso nos lábios porque slavei duas vidas salvei duas vezes o mundo E como sabiamente se diz no Talamude "Quando se Salva uma Vida se está a Salvar o Mundo"

publicado por tron às 21:56

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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

XVI Capítulo " Grandes Definições, Reflexões de Catarina "

Durante um monótono e chato teste de prorgamação, cuja monocordia era neutralizada pelo ritmo da musica de fundo que era a ópera Carmen de Bizet, oiço o meu telemóvel a tocar e quando o atendo doutro lado responde a a rainha do meu coração a me lembrar que tinhamos a primeira de três reuniões de preparação da nossa mágica e doce boda.
Nesse dia me embrenhei tanto no trabalho que tinha perdido o tino as horas incluindo o intrevalo de almoço de tal forma que o meu amigo Gianni teve que me trazer um batido e uma sandes da cantina para eu almoçar e após a doce chamada coloquei um lembrete no PC de serviço para não me esquecer que tinha que sair na estação de comboios de Belém onde a a minha Rainha de Rubis me esperava para nos encontramos com o Paróco dos Jerónimos para primieria reunião de preparação da nossa boda. E mal sai do transbordo que me levou da Microsystems até a estação de Oeiras fui a correr até a bilheteira da dita estação só para saber quando vinha o próximo comboio que parasse na estação de Belém .
E tive a sorte de apanhar um muito simpático funcionário que além de me ofrecer um horario dos comboios me informou que so tinha que esperar cinco minutos pelo próximo comboio com setnitdo Cais de Sodré que parasse em Belém; e após tão aurífera informação não resiti a tentação e tirei na máquina automatica um sucedâneo de capuccino que e fui esperar o comboio com copo duma mão e pasta noutra com resquícios da refrega das sobrinhas do nosso amigo (meu e da minha mui amada Cathy) com os seus supostos amigos.
E nos longos 5 minutos em que o comboio demorava a chegar fui saboreando o café como fosse um ardente e doce ósculo da minha imperatriz ao mesmo tempo imaginava a receber a minha preciosa jóia trazida de braço dado pelo seu pai, sr Gabriel e me entregar a sua mão em casamento da mais doce esmemeralda do universo no altar da igreja dos Jerónimos, tanta doçura de pensamentos era intensificada pela doçura do café que invadia a minha língua, mas essa doçura foi interrompida pela voz metálica que saía do megafone que anuciava o comobio que vinha de Cascais para o Cais de Sodré e que parava em todas as estações, mal entrei no comboio liguei para o meu amor só pra lhe dizer que já tinha apanhado o comboio para Belém, e durante a viagem ia pensando na mágica data e no que lutei para chegar até ela, e tal foi a profundidade dos pensamentos que quase perdia a estação de Belém, mal me encontrei com a minha raínha na estação de comboios fui recebido com escaldante, vulcânico e doce beijo.
- Meu doce imperador como vais ? Te sentes nervoso ?
- Um pouco minha doce imperatriz.
- Pelo seimples facto dessa reunião ser uma reunião de preparação de casamento mas, não dum casamento qualquer mas sim da nossa doce boda.
- E estou mais nervoso de quando conheci os teus pais pela primeira vez.
- Amor está tão nervoso quanto eu e assim me pões mais nervosa e nem damos a atenção devida ao sr padre João Paulo.
- Tens razão minha orquídea, temos que ir com calma mas com muita calma.
E antes de entramos na igreja onde o sacristão nos esperava, nos bejamos ardentesmnte com um amor mais doce que o mel e mais ardente que o sol do deserto que nos deixou mais calmos e fomos de encontro ao sacirstão, sr. Mateus.
- Boa noite, sr Mateus. Dissemos em uníssono
- Boas noites meus amigos, o sr padre já esta a vossa espera.
Pedi desculpa por um possível atraso por causa dos transportes mas o sacristão disse que não fazia mal porque compreedndia a distânica do nossos empregos aos Jerónimos. E na sacristia estava um padre que parecia um santo ou mesmo um anjo na terra e que tinha umas leves parecenças com um papa muito bondoso e carismático que o meu avó ja me tinha falado e após os cumprimentos começou efectivamente a reunião com as perguntas da praxe.
- Meus filhos, sabem que o casamento é uma responsabilidade muito grande, não é uma sacramento como os outros e é a benção do vosso amor perante Deus e para tal acontecer, vocês têm que estar conscientes da responsabilidade, preparados para assumi-la e se a vão assumir de livre vontade.
E num coro mais afinado do que o coro de Westminster respondemos que sim.
- Vocês meus filhos têm os sacramentos todos até a primeira comunhão ?
E contiuamos a a confirmar tudo com toda a solenidade que a reunião em causa o exige e entregamos a papelada da ordem e o sr. padre João Paulo perguntaou qual a data que tinhamos escolhido para a nossa boda e respondemos de novo em únissono que seria o dia do Santo Casamenteiro e após consulta a sua agenda o sr. padre João Paulo disse que não havia problema só faltando saber quem seriam os padrinhos.
Do meu lado havia madirnha certa que seria a minha mãe agora no que concerna ao padrinho eu estava dividido entre duas pessoas bastante importante para mim nesse doce idílio o nosso amigo Pedro e o meu colega Gianni: o meu amigo Gianni acompanhou esse idílio desde da sua "nascença" mas foi o nosso amigo Pedro que nos deu impulso a casar e a marcar uma data bonita como o 13 de Junho.
Pedimos licença ao padre e saimos da reunião por breves instantes e expôs o meu dilema a minha amada Cathy, e prepiscaz como smpre disse assim: O Gianni te levava para os "copos" e para as festas dele mas foste padrinho dele e pelo que contaste ele te apoiou sempre no nosso namoro, mas o nosso amigo Pedro nos deu a ideia de nos casarmos e de escolher esse belo dia para os casamentos que é o dia de Santo António e como não tenho padrinho fazemos assim : o Gianni fica teu padrinho e o Pedro meu.
Depois do dilema dos padrinhos estar resolvido retomamos a reunião e dissemos ao padre quem seriam os padrinhos da minha parte: o meu amigo Gianni e a minha mãe e da minha rainha o meu amigo Pedro e a minha futura cunhada Penélope, após as escolhas o padre João Paulo pediu os contactos dos nossos padrinhos para ser marcada a reunião com nossos futuros padrinhos de casamento e reunião foi dada como finda, nos despedimos com deferência do padre João Paulo e do sacristão Sr. Mateus .
Mas mesmo após tal reunião, o meu amor me queria dizer algo mais naquele dia de divina importânica para o nosso futuro e nem sabiamos para onde ir e mais uma vez o meu amor imperial me ajudou na escolha.
- Amor doce, tanto o Mc Donald's como os Pasteis de Belém estão cheios e confusos e para fintar a confusão fazemos assim, primeiro vamos ao Mc Donald's e depois aos Pasteis de Belém. E há algo que quero falar contigo.
- Sobre o que amor ?
- Depois no elétrico falamos, primeiro compramos o lanche para não damos trabalho a tua mãe a fazer o jantar para mim.
- Amor, era só mais um prato e ela gosta sempre de te receber lá em casa.
- Bem é algo sobre o Pedro.
- Que coisa ?
- O olhar dele me deu a impressão que algo se esconde por trás daaquele olhar melancólico, mas algo a ver com a família dele.
- Pensei o mesmo que tu amor. Pensei que ele teme algum filho pródigo na família.
- Estamos em sintonia pura, meu rei.
Com a mesma candência que o elérico se movia, comiamos os nosso menus com nossos beijos quentes como o sol da primavera ou como o zéfiro do verão que estava reservado só para ungir com o seu calor suave a nossa doce e mágica boda. Assim que chegamos ao Cais do Sodré despejamos o saco do MC Donald's e fomos para paragem do 25 e quanto esperávamos pelo 25, toca o meu telemóvel e era a sempre sábia dona Cristiana a saber se eu ia jantar a casa e além da minha confirmação eu lhe disse que ia ter uma convidada mais do que especial que seria a minha doce e imeprial Catarina, e ao dizer isso um rasgo de felicidade invadiu a minha mãe e entretanto chegou o elétrico que nos levaria ao meu recanto a beira-Amoreiras plantado.
Uma viagem cheia da luz mágica do sol de Afrodite cujos raios se transformavam em flechas de Eros cujos efeitos eram ardentes ósculos, doce, dulcíssimos que nos fez voar para fora da dimensão normal dos sentidos que quase nos esqueciámos da paragem do elétrico próxima do meu recanto a beira-Amoreiras plantado.
O jantar foi rolo de carne com batatas e a sobremesa foi gelado de frutas e a minha mãe nem se importava se ficassemos de lado a lado mas o meu amor tinha algo em mente e quis ficar de frente para mim e na tv passa um concurso de perguntas e para nossa surpresa um dos concorrentes era a sobrinha-Einstein do nosso amigo Pedro, Elizabeth.
A minha deusa imperial aumentou o volume e viamos como ela extreminava pergunta atrás de pergunta mas enquanto comia o rolo de carne já de sim bem temperado já estava ter um "tempero extra" dado pelas saborosas carícias da perna da minha rainha que me aqueceu ao ponto de ignorar por completo o desempenho da nossa amiga e todo o resto e de a possuir mesmo ali em cima da mesa do jantar com toda a força da Deusa do Amor.
E o inevitável aconteceu, Elizabeth "limpou" o concurso e a minha rainha sem eu dar por isso ligou para o nosso idosos amigo para lhe dar os parabéns pela sobrinha cujos parabéns foram recebidos com todo o agrado. no dia seguinte era dia de trabalho para nós mas não queria ficar sem a minha Cathy hoje, a queria ter pela noite toda, para todas as todas as noites e dias da minha vida; e a química existente entre nós parece que fez ligação directa e como sou sempre o último a me deitar o meu amor esperou por essa hora mágica, mas antes me me disse algo que me deixou a pensar:
- Meu amor o nosso amigo teve outra mágoa quando era novo e precisa da nossa ajuda.
- E o vamos ajudar sempre que podemos desde que não intrefira com a nossa felicidade.
- E não vai meu chocolatinho.
Mal disse isso a minha rainha soube chamar a si o sol de Afrodite e mala o silêncio desceu a minha casa começamos uma frenética troca de aredentes ósculos que mais não eram que flechadas certeiras de Eros nos nossos corações.
O mesmo sol de Afrodite docemente mágico e quente que funde os nossos corpos num fernezim de sentidos, na plenitude das delícias, na festa dos sentidos, em que os 5 sentidos se tornam em um único sentido elevando as nossas almas e nossos corpos fundios numa entidade mítica de amor e prazer para além da sétima esfera celeste, para além do sétimo céu, para o nirvana das delícias
publicado por tron às 16:08

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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

XV Capítulo " Desleadades Passadas, Dores Sempres Presentes "

Acordamos os dois bem enroscadinhos depois da nossa dulcíssima viagem no mundo dos doces sentidos, das infinitas delícias, fui eu com pezinhos de lã prepara um leve pequeno-almoço como o meu andar antes dum banho de espuma daqueles feitos por Afrodite. E fiz um muito levezinho como uma pluma já a pensar no banho vulcânico que ja ia fervilhando na minha cabeça para amaciar e cuidar a delicada pele da minha deusa imperial, escolhi uns sais de banho com aroma de frutas e uma espuma de banho cujo o aroma emparalhava com o aroma dos sais, e enquanto a água do banho ia aquecendo lentamente, muito lentamente nas tubagens acordava a minha deusa com um doce e delicado beijo nos seus lábios de mel feitos e dividimos o nosso doce manjar que era um doce sumo de morango e umas tostas mistas no nosso ninho de Afrodite. Depois desse manjar que apesar de parco foi doce como os nossos quentes e ardentes ósculos fomos para o nosso banho que foi inundado pela luz do sol mágico de Afrodite e tão ardentes os nossos ósculos foram que a água e a espuma do banho formava ardentes tsunamis que evaporavam qual fornalha de Hefestos inundando o meu cantinho a beira-Amoreiras plantado e com a força das águas nos começamos a fundir num corpo só só fundido com a energia magicamente eterna do sol de Afrodite e como esse magico calor que entrava em nós e nos ungia com uma energia que nos fez voar para além do sétimo céu, para além da sétima esfera celeste. Após descermos a terra e termos transformado a casa de banho no rio Amazonas de água e espuma graças a nossa festa dos sentidos e só reparamos em tal rio depois de tomamos um lauto e retemperador pequeno almoço e dum grito de D. Cristiana que nos fez corar de vergonha mas não quis deixar os restos da nossa festa para minha mãe limpar. Após a limpeza e pequeno almoço levei a minha rainha imperial doce com sabor a morangos a passear pelas Amoreiras usando o nosso transporte favorito, os nossos ardentes e infintos ósculos e durante a troca de de doçuras ardentes a minha impertriz do meu coração teve a romântica ideia de darmos na recém-reconstruida carreira 25 de elétricos. E foi recntemente reconstruida porque segundos relatos do meu avô Ronaldo o 25 ja passou aqui na sua infânica sendo susbtituido por um autocarro e o elétrico movido para a zona da Lapa e do Conde Barão e no lugar do percurso da Lapa meteram uma nova carreira, a carreira 26; e como foi no caminho até ao restaurante japonês transformamos o antiquíssimo 25 no elétrico do amor como os nossos escaldantes e vulcânicos ósculos por Afrodite ateados no long percurso entre Prazeres e Cais de Sodré com passagem pela Gomes Freire, embora não entendesse o objectivo de tão longo passeio estava a ser doce demais por que eu a minha imperatriz fizemos o eletrico arder com fogo sem fim mas um fogo doce que ardia sem se ver, um fogo mais doce que o mel das abelhas da serra da Estrela. Quando chegamos ao Cais do Sodré a minha princesa me levou a uma das minhas perdições que é passar no centenário British Bar para beber um café todas as manhãs e um salgado quando volto da Microsystems e depois de beber um café no centenário café e aí a minha imperatriz me disse que queria ir a Cyberia confirmar presença do meu Pedro e da sua família na nossa mágica boda aonde estava apenas o já nosso idoso amigo que parecia ja advinhar a nossa chegada e acabamos por sentar na mesa no nosso amigo de brancas cãs e enquanto bebeiamos um sumo de morango com cenoura nos mostrou no seu computador portátil fotos das suas sobrinhas quando eram bebés. E a minha imperatirz do meu coração sempre prepiscaz e doce Catarina perguntou por que o nosso idoso amigo mostrava de novo as fotos das sobrinhas e ele relembrou o assunto do nosso segundo encontro.
- Meus amigos lhes mostrei as fotos porque me lembrei que está fazendo anos do regresso definitivo da minha irmã e das minhas sobrinhas .
- Como assim ? Perguntou a minha rainha.
- Minha cara amiga já contei ao teu rei como ela voltou mas foi o regresso definitivo porque ela saiu três vezes. E quando ganhei o prémio foi na terceira saida.
- Mas que terceira saida foi essa ?
- Aconteceu quando ela trabalhava no aeroporto conheceu um tipo meio miope e com carro mais paritdo que um concorrente do Paris-Lisboa-Dakar.
- E ele era jeitoso ? Voltou a perguntar o meu amor.
- Lindo como a estação do Largo do Rato e era um namoro de para e arranca e durante esse namoro ela foi assaltada duma forma que só os tipos do C.S.I. explicariam e e a pala disso ela foi para a casa do namorado que morava na zona de Loures.
- Mas um roubo não é caso para sair de casa .
- Para ela foi, no iníco era a falta dum cartão de acesso, depois era a recusa da chefe dela a dar chave do emprego e depois levou as miudas da nossa casa para um suposto fim de semana e la ficou até eu ganhar o prémio .
- E a sua mãe, como reagiu ?
- Coitada da dona Maria entou numa depressão que quase me contagiava.
- E passado algum tempo veio o dito prémio, não foi assim Pedro ? Perguntou a minha rainha.
- Sim e veio na altura perfeita porque estava precisando de dinheiro para resolver uns problemas relativamente graves e tudo resolveu como em fracções de segundo.
- E aí a sua irmã voltou ?
- Acertaste Afonso, Estava eu resolvendo os ditos problemas económicos, melhor falando acabando de os resolver quando recebo uma sms da minha irmã a dizer que ia mesmo voltar e soube do prémio pela minha mãe . E o meu amor doce mandou uma alfenitada mesmo digna dela:
- Desculpe que lhe diga amigo Pedro a sua irmã foi uma cobra interesseira.
- Sim Cathy foi e na altura estava desempregado e por uma centelha de sorte consegui o meu emprego que mantive até ao fim da minha laboral, recomecei os meus estudos e conheci a mulher da minha vida - a minha eterna Claudinha.
- Mas essa terceira saida tem haver com a saida com o animal que a sua sobrinha mandou para o inferno ?
- Em parte tem, porque ele foi o responsável pela segunda saida e a picava durante o tempo que ela estava la em casa e se chegou a suspeitar dele como autor do assalto mas também da como da família desse namorado.
- E desde dessa altura a minha vida se endereitou mas sempre fiquei magoado com a minha irmã. Com tanta deslealdade passada debitada qual os golos da final ganha pelo glorioso ganha ao Inter de Milão na época do ajuste de contas durante a juventude do meu avô e segundo ele me contou foi ano do inusitado mundial da Alemanha em 2006 em que Portugal foi campeão do mundo e os Estados Unidos ficaram nas semi-finais e no quarto lugar, tendo sido a vitima de Portugal o temido Brasil e no terceiro lugar ficou Angola, entretanto levei mais sumos para a nossa mesa e recomeçamos a conversa.
- Mas meu amigo ela só vivia para o vil metal ? Desabafou logo a minha linda rosa.
- A minha irmã era das pessoas mais desleais que vocês possam pensar, o grande sonho dela em jovem era ser mãe a todo custo e usar o multibanco como se usa agora um leitor de mp3, e não contente exibi-lo uma vez chegaram a clonar o cartão.
- E ela deu por isso ? Perguntamos em coro.
- Só deu por isso quando foi tarde demais E o meu amor sempre curiosa perguntou a causa dessa desleadade e o porque dela .
- No iniício da amizade entre eu e o teu amantíssimo noivo ela começou a portar-se assim logo na primária porque para ela era fixe ser assim e depois ser pelo puro prazer que ela sentia em fazer sofrer a mãe.
- Belo frasco de cianeto que lhe saiu na rifa.
- É a vida leladade nem sempre existe e a deslealdade presnte ou passada dentro da família só causa duas coisas : ódio ou mágoa.
Entretanto a família de Pedro foi chegando aos poucos e os primeiros a chegar foram os sues filhos com respectiva familia e lhe perguntei quem "curou o virús" da desleadade e o meu amigo foi simples e directo: foram as miudas. Mal os filhos de Pedro chegaram só faltava a irmã de Pedro e as suas belas filhas. E enquanto esperava reflectia como as pessoas mudam e como podem ser desleais ao ponto de causar dores extremas que durem décadas, eu compreendo a situação do meu amigo Pedro mas por outro lado acho exagerado que mantenha essa mágoa durante tanto tempo, mas ao mesmo tempo dou graças aos Céus que que não tenha na minha família esses probelmas e quando entrava a irmã de Pedro com as suas filhas Elizabeth e Catarina no olhar da minha Cathy li que aquela mágoa sempre presente causada por uma desleadade passada escondia algo mais.
publicado por tron às 21:30

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Terça-feira, 18 de Outubro de 2005

XIV Capítulo " A Aceitação da Felicidade "

Depois duma fatigante segunda-feira de trabalho cheia de testes de programação em computadores novos e com o pensamento no doce domingo dedicado a Afrodite e com a cabeça no dia do Santo Casamenteiro para data da minha boda com a minha preciosa princesa quando recebo não uma chamda mas uma sms do meu idoso amigo que sentia necessidade de se encontrar comigo na Fnac.
Me pus a pensar o que o meu amigo Pedro queria dizer de tão importante naquela fastidiosa segunda-feira cheia de trabalho e eu so queria era uma massagem da minha rainha de tesouros escondidos no roupeiro que são óleos com aromas doces como morango ou chocolate
Mas apesar da fadiga do dia de trabalho, mal cheguei a estação de comboios do Cais de Sodré segui para a Fnac e ele lá estava, no local do nosso primeiro encontro e eu quase advinhava que eram mais mágoas do seu passado ou das suas sobrinhas. E praticamente acertei quando vi a cara do meu amigo com uma cara tristonha e muito pensativo como quem pensa em algo ou alguem muito distante, confesso que receei pela saúde do meu amigo mas quando cheguei ao pé do meu amigo perguntei-lhe logo como ele estava e o meu amigo me respondeu assim:
- Bem, mas triste com coisas do passado.
- Que cois meu amigo, aquilo das suas sobrinhas ?
- Sim
- Mas esteja descansado que nada acontecerá de mal as suas sobrinhas, por isso se escusa de preocupar.
- Não é por esse motivo que estou assim mas pensava que esses assunto estava esquecido.
- Pedro a minha sábia mãe me ensinou que o caminho para felicidade é doloroso e quando temos a felicidade só a temos que a aceitar.
- E a tua mãe tem razão mas pensava que esse maldito assunto era assunto esquecido até aquelas duas aves raras as chatearem.
- E a minha pasta que o digo; pobre pasta que foi parar a cabeça dum dos cromos.
- Mas eles já não oferecem perigo, a mocada com a mala os fez esquecer.
- De certeza amigo Pedro ?
- Sim, de certeza. Perguntei aos dois cromos e a um amigo meu que é polícia no comando distrital e tem acesso as queixas.
- Mas já lhe disse que nada de mal vai acontecer as suas sobrinhas e o que era o quelaquer pessoa fazia no lugar delas e elas são benvindas no mágico casamento entre eu e a minha imperatriz dos rios de mel e leite de Afrodite assim como a sua família. è que depois de vos conhecer ganharam lugar no nosso coração como amigos leais.
- Obrigado pelo convite e pelo elogio, fico bastante sensabilizado, e para quando queres marcar o teu dia mágico ?
- Para o dia de Santo de António para seremos abençoado pelo padroeiro dos casamentos.
- Eterno romântico que tu és, e quando vais dizer a tua rainha a tua ideia sobre a data do princípio do nirvana do aceitar da vossa felicidade.
- Na próxima folga semanal mas num momento especial.
- Sim esses momentos são mágicos.
E uma luz mágica possuiu o meu amigo Pedro que ficou como uma outra pessoa com um sorriso brilhante e luminoso como eu fosse ele quando o meu idoso amigo conhecesse a sua amada Claúdia e logo a seguir Pedro me pediu para eu marcar o dia mais mágico da minha vida e da da vida da minha doce Catrina e lhe contasse a ideia da marcação da data do dia da magia suprema num sitio romântico.
Me despedi dum muito mais contente Pedro do quando encontrei e fui a passo de corrida até a rosa do meu coração a convidar para um jantar especial para macar o dia em nos tornariamos uma unisa e só pessoa abençoados pelo Santo Casamenteiro.
Toquei a campaínha da porta da minha amda e ela me recebeu com um beijo ardente como o sol do meio-dia num verão dum deserto que fez logo voar para outras sensações como tivesse passado por um portal interdimensional e após tão dose e calorosa recepção, a minha dulcíssima impertriz dos rios de leite e mel do nosso amor me perguntou qual o motivo da visita surpresa e eu lhe disse que queria marcar um jantar especial a dois, à luz de velas. E entre beijos mais quentes que as chamas de do reino de Hefestos a minha doce rainha perguntou:
- Meu doce Afonso qual o motivo do jantar a dois.
- É uma surpresa para ti amor e caso te contasse deixava de ser surpresa, so te te posso dizer que poderá ter centelhas de magia.
- Hum meu imperador me estás deixar expectante e aonde vai ser esse jantar magicamente romântico, em algumas das nossas casas ?
- Minha princesa a ocasião merece algo diferente. Podiamos ir aquele restaurante japonês que fica junto ao Campo das Cebolas, e como conheço o gerente ele me arranja um recanto sossegado no restaurante dele, aceitas minha deusa ?
- Aceito sim e pode ser na véspera da minha folga semanal ?
- Advinhaste os meus pensamentos minha rosa, eu alterei a data da minha folga semanal de forma a coincidir com a tua folga semanal assim temos a noite por nossa conta.
E os dias foram passando, passando até a mágica quarta feira dos inicios do mês das Flores e de Maria em que ia fazer a mais mágica surpresa da vida da minha amada Cathy e marquei o nosso encontro para as 19:30 e a essa hora passei a porta da casa da minha rainha e resolvemos tomar o nosso transporte favorito e nos transportamos nos ardentes ósculos de Afrodite até ao elevador da Bica donde depois apanhariamos o elétrico até ao restaurante, mas quase o elevador pegava fogo tal era o calor dos nossos beijos e nos ardentes beijos fomos transportados até paragem do elétrico e esperamos aos doces e ardentes beijos esperamos pelo elétrico e só fomos interrompidos pela campaínha do elétrico que queria afastar um carro que estava em cima da linha.
Apanhamos o elétrico e admiravamos as luzes da noite e apanhammos com a luz de Afrodite em cheio e os beijos ardentes nos voltaram a invadir com um fogo como invade feno, escaldante como o calor do sol do meio dia dum deserto que incenera a areia desse mesmo deserto e o calor e o amor dos beijos era tão forte que por um cintilar duma estrela não perdiamos a paragem próxima do restaurante.
Saimos e tinhamos a nossa espera no restaurante uma mesa para dois com velas e como começo de refeição tivemos um ritual de chá muito requintado e igualmente romântico; o jantar foi o tradicional sushi e bebemos um sumo de kumquat e antes de passamos a sobremesa a minha doce Cathy perguntou:
- Afonsinho, meu docinho aonde está a tua surpresa porque este jantar está a ser um sonho .
- Bem minha flor de morango com chocolate a surpresa é que queria marcar a data do nosso casamento para dia 13 de Junho.
E a resposta foi um vulcânico beijo como as lavas do Etna e a minha doce e mui amada Cathy depois de de quase me tirar o fôlego disse:
- Meu doce dulcíssimo vamos já amanhã tratar da marcação da data mais mágica das nossas vidas. E aonde queres que anossa magia seja abençoada?
- Na igreja dos Jérónimos, gostas da ideia meu amor ?
- Nem esperava dessa tua surpresa meu amor, meu docinho e sim gosto da ideia.
Entretanto veio a nossa sobremesa que era souflé de chá verde com chocolate branco que foi comido no meio de beijos solares mais quntes que as lavas dos vulcões de toda a Terra.
Depois que saimos do nosso jantar do sol nascente queriamos dar um final mais luminoso que todas as estrelas do firmamento mas quando vimos hora já não havia elétricos e a mágica Afrordite nos iluminou com mais luz do que no quadro que simboliza o seu nascimento pintado pelo génio italiano Boticcelli e começamos uma insana troca de ósculos ardentes como o sol do meio-dia tropical e a minha dos rios de mel e de leite do amor sem fim entre nós resolveu selar a noite de magia feita com uma festa a dois na minha casa. Durante a viagem de táxi fomos ungidos alguns raios da sempre mágica luz de Afrodite e uma forte flechada de Eros porque mal entramos no táxi e dissemos o destino começamos a nos beijamos insanamente como não houvesse amanhã.
Assim que chegamos ao meu cantinho a beira-Amoreiras plantado o taxista interrompeu a sessão de insana troca de ardentes ósculos só para dizer que ja tinhamos chegado ao nosso destino, o nosso ninho de amor que tinha o nosso sol privativo por Afrodite feito pronto a nos antigir com a sua luz sagrada e quente e no ninho do amor entramos e a quente luz do Sol sagrado de Afordite nos ungia com calor doce como o mel dos rios de mel e leite da Terra Prometida e quente como o sol do meio-dia dum verão sem fim dos trópicos de Carnaguejo e Capricórnio fundidos num só, e esse calor doce quente uniu-nos num único ser numa festa dedicada a Afrodite onde o seu fiel servo Eros nos flechou infinitas vezes e onde os nossos sentidos se uniram em infinitas delícias ungidos pelo sol do meio-dia eterno feito por Afrodite para nos aquecer e nos fazer amar com toda a plenitude e com as infinitas flechas de Eros e com a energia do sol de Afrodite subimos bem além da sétima esfera solar, para além do sétimo céu.
Foi a aceitação da felicidade.
publicado por tron às 22:53

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Domingo, 2 de Outubro de 2005

XIII Capítulo " Doce Domingo "

Eu e a imperial rainha do meu coração dormimos agarradinhos um ao outro até a hora do do sol alto após nos termos entregue um ao outro na festa de Afrodite na pelnitude dos mais doces sentidos.
Mas parecia que o fogo do amor não se tinha extinguido na escaldante noite de amor porque quando fomos tomar um retemprador, o nosso calor quse evaporava a água do chuveiro e então resolvemos mudar para um banho de espuma e a Deusa do Amor encarnou em nós de tal forma que nss primeira refeição desse doce domingo foi o almoço, uma deliciosa picanha com molho de natas e batatas fritas e para beber uma vitamina para sobremesa, muitos beijos e gelado de chocolate com nozes. A doçura infinita daquele domingo continuou porque depois fomos dar um passeio transportado nos nossos beijos que so foi interropido por uma chamda de D. Cristiana, minha mãe.
- Meu filho ontem passaste a noite fora e deixaste a mim e ao teu pai preocupados.
- Mil desculpas por não avisar mas estou bem e estive entregue em boas mãos, em mãos mãos dulcíssimas.
- Nas mãos da Catarina, não ?
- Sim.
- Então estiveste bem entregue, muito bem entregue.
- Estive pois.
Para adoçar mais esse domingo já de si doce a minha princesa preciosa se lembrou de irmos jantar a minha casa e lógico que aceitei mas como ainda era cedo para o jantar retomamos o passeio transpotados nos nossos beijos para dar um ar mais romantico resolvemoos dar dar um passeio de elétrico pela Lisboa antiga e apanhamos o 28 no Largo do Camões.
E pela longa viagem que fazia recordar a infância da minha rainha fomos trocando beijos e carícias que quase nem dávamos pelo terminal dos eléctricos no Martim Moniz donde depois seguiriamos para minha casa.
A minha rainha deu a ideia que o jantar fosse peixe devido ao nosso almoço ter sido um lauto prato de carne e não lhe apetecia comer carne de novo e pensando nisso liguei para dona Cristiana.
- Sim meu filho ?
- Mãe poderias fazer peixe para o jantar e faz a contar com a Catarina por favor.
- Por acaso o jantar hoje que vou fazer é peixe, pescada grelhada com molho grego, e tens uma visita surpresa para ti.
- Quem é mãe ?
- A pessoa em causa me pediu para não te dizer .
- Está bem mãe não insisto mais sobre a visita surpresa.
Embora eu desconfiasse logo do meu amigo Pedro mas quis manter a surpresa e a minha suspeita se confirmou; a visita surpresa era o meu idoso amigo que veio com a sua esposa jantar connosco e depois dos cumprimentos da praxe Pedro só disse obrigado. entendei o sentido daquele agradecimento e o jantar decorreu na maior das calmas apesar do jogo de futebol entre Benfica e Braga que corria na televisão havia sempre uma mãozinha malandreca entre eu e a dona do meu coração.
Quando o jantar acabou Pedro e a sua eterna esposa D. Claúdia seguiram para casa e eu fui levar a minha deusa a sua casa e quando chegamos a porta do meu amor começamos logo aos beijos tão escaldantes e violentos que tocamos a campainha com as nossas cabeças e quem abriu a porta foi D. Fernanda, mãe da minha rainha e minha futura sogra que nos apanhou aos beijos e levemente descompostos. Nos composemos dei as boas noites aos pais do meu amor me ofreceram um café e antes de ir para casa dei um beijo bem escaldante ao meu amor, a imperatriz do meu coração e segui para casa quando repetiramos outro domingo cheio de amor e se dia 13 de Junho não seria o dia ideal para nos casarmos.
publicado por tron às 19:05

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Quarta-feira, 28 de Setembro de 2005

XII Capítulo " Dolorosas Revelações "

Depois da sorte em termos de jogo ter sido quase madrasta (so me saiu 12º prémio no euromilhões) e de ter tido uma sessão de chat com a minha doce Cathy mais do que escaldante, quase nem dormi só de pensar nas revelações dolorosas feitas pelas sobrinhas do meu amigo Pedro. Senti vontade de ligar ao meu amor mas olhei para o relógio e ja passava das três e meia da manhã e no sábado seguinte ambos trabalhávamos, foi então que me lembrei de "assaltar" o armário de chás da minha mãe e fazer um chá que me ajudasse a ter uma noite um pouco mais tranquila e assim fiz.
Já o sol tinha despontado quando estava na Microsystems a trabalhar mas com a cabeça na lua nem ligando as pessoas volta ou ao meu trabalho que um dos meus poucos amigos no trabalho e que foi primeiro a casar na firma e todos nós na firma em vez de chamar pelo nome dele, João Carlos, chamamos ele de Giancarlo ou Gianni porque se casou como uma italiana e tem dupla nacionalidade porque se casou com a sua amada em Nápoles e foi primeiro a chamar-me a atenção.
- Afonso, o que se passa contigo, estas bem amigo ?
- Hã? Sim, Gianni, estou. Só que estou com cabeça noutro sítio.
- Já sei, estás a pensar nas noites escladantes de Afonso e Catarina .
- Antes fosse isso, mas te posso responder com outra pergunta; porque em cerca de 70 % das ocasiões que a tua Maria te liga corres para o wc e não fui só eu que reparei.
- Bem como meu amigo que és so te digo que é mesmo que fazes no chat com a tua doce Catarina .
- Hum estou a ver e o que me perturba foi algo que soube ontem quando ia caminho de casa, ontem.
- Posso saber o que é ?
- Um segredo meio doloroso do meu amigo Pedro que me deixou pensativo e que me não sinto a vontade para contar.
- Mas que deixar isso na estação, quando entras no transbordo, so tens a Microsystems na cabeça.
- Parecias agora o chefe, o César, a discursar quando ambos começamos aqui, lembraste.
- Sim me lembro, mas o César tem razão e apesar de nós os dois o termos convencido a dar contrato efectivo antes do tempo, se montares mal esse PC ou se cometeres algum erro de programação, ouves feio e o facto de teres contrato efectivo não livras de ouvires feio e não por pensares nos problemas dos amigos ou da família que eles o resolvam e além disso nos não pagamos pelos erros deles. Ou já te esqueceste do caso da Susana que teve que pagar um monitor dum portátil por que uma amiga tinha um problema qualquer ela so tinha esse problema na cabeça, cometeu um erro qualquer de montagem do dito monitor e quando foi o teste de programação monitor estoirou e o erro foi dela tendo ela que pagar o dito monitor do bolso dela e até nós a ajudamos lembras-te.
- Sim, me lembro todo o serviço deu uma parte, mas o César pensa que somos feitos de gelo ou de silício e se tivermos problemas com família ?
- Agora me apanhaste, aí talvez ele entenda. Mas o que tão perturbador contaram as sobrinhas do teu amigo Pedro ?
- Perfiro nem falar Gianni e perfiro estar concentraddo no trabalho.
- Afonso, ficaste branco prece que viste o Jason do "Sexta-Feira 13".
- Gianni me deixa acabar de montar esse PC que ja era para ser despachado ontem e esses serviços do pós-venda são priotários.
- Eu sei e acabo nesse o teste de progrmação.
Enquanto engonhava um pouco na montagem do computador ia pensando se me abria ou não com o meu amigo Gianni, mas ele para mim era como um irmão, já o conhecia antes de eu ir para Microsystems e entramos ao mesmo tempo na firma e não resisti e a hora do almoço desabafei tudo. No início ele ficou incrédulo mas ele disse se acontecesse o mesmo a uma irmã ou uma filha dele ele fazia o mesmo. e o dia de trabalho foi continuando normalmente.
Como era Sábado me lembrei de convidar a minha preciosa noiva para irmos ao cinema mas quando ainda estava trabalhar a minha princesa de diamantes e rubis feita me disse que um primo que andava a vender produtos de emagrecimento a vistava e ela dava tudo para se livrar dele mas me recomendou para eu não ir buscar a casa senão eu era mais uma vítima dele.
Disse logo para ela ir ter ao Cyberia por que de certeza evitava o primo chato e comia alguma coisa antes de ir para cinema antes, mas a minha ida ao Cyberia também tinha outro sentido era ver se as sobrinhas do meu idoso amigo estavam lá a desanoviar a cabeça após as trágicas revelações que fizeram, mas não as vi. Entretanto chegou a doce dona do meu coração e me perguntou logo se eu queria comer alguma coisa eu respondi logo afirmativamente e o nosso lanche foi duas pizzas triclore com fanta ananás com beijos de amor como sobremesa.
Na música de fundo senti um certo tom de messagem porque quando nos sentamos o D.J. de serviço colocou um velhissimo clássico dos Queen chamdo "Save me" e ao mesmo tempo que lanchava com minha dulcíssima rainha reflecti se lhe contava ou não as dolorosas revelações das sobrinhas de Pedro embora eu saiba que contei ao meu amor muitos segredos meus e sei que ela guarda segredos porque se uma pessoa lhe pedir não contes isso a ninguem ela não conta; sela esses segredos como os selasse num sacrófago egípcio e pensando no facto de ja estarmos noivos e como quem ama não esconde segredos um do outro e contei logo todo e a minha imperatriz ficou pálida feita a neve do inverno nos alpes depois reagiu.
- Meu amor como foi possível isso ?
- O que meu amor ?
- Esse animal querer fazer o que quiz fazer e depois essa história ter esse desfecho dá que pensar quão baixo podem descer as pessoas e no próprio final trágico da história. Ambos os actos são condenáveis mas temos que dar a ressalva que as duas irmãs não tinham paz.
- Essa nova lei que aprovaram a uns anos da dispensa do nome do pai caso a mãe queira foi uma dádiva dos deuses para muitas mulheres, não achas minha princesa sabor de alperce?
Sim meu chocolatinho é a verdadeira emacipação da mulher dado que a mulher não fica a por nome a filho que teve de alguem que não queira e estar sujeita aos demsmandos duma possível besta como foi caso da irmã do teu amigo.
E tive a sensação de estar num especial dos imortais ingleses quando no ar passava uma das musicas do album solo do seu vocalista e das mais belas vozes de sempre Freddie Mercury "I Was to Born to Love You".
E disse ao ouvido do meu doce amor: Essa é dedicada a ti minha princesa preciosa como o ouro.
E a minha rainha me segredou : Essa música é o simbolo do nosso eterno amor.
Depois acabarmos o nosso lanche paguei a conta e olhei para cabine do D.J. e não estava nenhum membro da familia de Pedro e quando ia sair estavam as duas sobrinhas a espera dos filhos que estavam a estudar num colégio da zona do marquês e perguntei como se setiam e disseram que estavam bem melhor e Elizabeth me surpeendeu com uma frase enigmática.
- Gostaram das minhas surpresas ?
- Quais Elizabeth ?
- As duas músicas dos Queen foram dedicadas a vocês.
- Porquê Elizabeth ? perguntou o meu doce amor.
- A primeira música foi lhes dedicada devido ao salvamento das nossas almas feito pelo seu noivo minha cara amiga Catarina quando desabafmaos com ele e a segunda é a música ideal para vocês porque vocês nasceram um para o outro.
- Obrigado amiga; agradecemos en únissono e depois de nos depedirmos seguimos para o cinema do Colombo aonde iamos ver o último filme do 007, mas a viagem toda de metro foi feita aos beijos de tal forma que ouvimos um casal que aprentava ter a idade das sobrinhas de Pedro (40/50 anos) a dizer que tinhamos tranformado aquele metro no comboio do amor porque no nosso entuasiamo na troca de ósculos ardentes já tinahmos contagiado pelo menos mais 6 casais que tocados pelas flechas de Eros iluminados na luz de Afrodite estavam trocando igualmente ardentes ósculos.
Entretanto chegamos a estação Colégio Militar-Luz (a que serve o Colombo) e fomos aos beijos até a bilheteira do cinema e a minha pipoquinha saltitante teve a doce ideia de comprar uma balde de pipocas para nós os dois e fomos vendo a película do agente de Sua Majestade ao mesmo tempo que comiamos pipocas aos beijos escaldantes.
Depois de sairmos do cinema fomos muito devagar até ao metro e voltarmos a converter o metro no comboio do amor e levei a minha princesa a casa, quando chegamos e para nosso espanto vimos que os pais dela tinham ido passar o fim-de-semana a casa do tio dela (pai do tal primo chato) e estavamos por nossa conta e por nossa conta ficamos, nos entregando um ao outro na plentiude da luz de Afordite em infinitos ósculos ardentes como o sol do meio-dia dos trópicos na mais bela e longa festa dos sentidos explosiva e bela como os fogos de fim-de-ano, mas com sensação de dever cumprido por termos ajudado a nossa maneira as sobrinhas do nosso amigo Pedro a viverem com algo de doloroso mas passado, uma dolorosa recordação que se tornou uma dolorosa revelação.
publicado por tron às 18:26

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Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

XI Capítulo " Correntes Quebradas "

Vinha eu com os meus pensamentos na minha doce Catrarina e na chave do euromilhões que tinha registado no dia anterior e a doçura tradicional do fim da Primavera e início de Verão se sentia com mais vigor e me alertava para tratar da minha boda quando reparo em duas figuras minhas conhecidas: as sobrinhas do meu amigo Pedro bem alvoraçdas num dos bancos de espera da plataforma da estação ferroviaria do Cais do Sodré.
Me aproximo sem elas darem por isso e ouvindo a conversa das mulheres com dois homens pouco mais novos que elas (pelo menos o aparentavam) a conversa estava azeda vindo a tona recordações de maus tratos sofridos por Catarina e por Elizabeth.
Só para prevenir possíveis actos de violência aos níveis da luta livre americana quase me preparei para chamar o 112 mas ao mesmo tempo que procurava ajuda policial um sentimento contraditório crescia dentro de mim e ponha a pasta metálica a jeito que uso no meu emprego a jeito para dar nos dois miliantes caso fosse preciso, ou seja, se eles tocasse nas raparigas e continuei a ouvir a conversa e a "artista da da Família de Pedro" dizia assim:
- Meu grande urso já te disse infinitas vezes que vou ao trabalho da minha prima quantas vezes eu quiser e os meus filhos (que sabes muito bem muito bem que não são teus mas sim do desgraçado do Zé Pedro que teve aquele estúpido acidente de trabalho e os miudos têm o nome dele) e nem me os tiras por que ambos são maiores de idade e ainda levas no focinho se não atinas comigo.
- Quem leva no focinho és tu minha grande vaca.
- Meu menino fala bem em primeiro lugar e se tens problemas de fertilidade te vai tratar e depois fala em filhos.
Entrementes Elizabeth tinha uma discução igulamente azeda com aquilo que suponha um namorado ou um marido e o dito homem a ameaçou que lhe batia e ai eu me levantei e a mão do dito senhor roçou o braço da "Einstein de saias" da família do meu amigo e aí ela faz uma revelação mais explosiva que as bombas nucleares desplotadas no pais do Sol Nascente na segunda guerra mundial e que me deixou mais branco que o leite que bebo ao lanche e palidez conatgiou o dito homem.
-Seu filho da mãe, o animal que me tratava assim a minha mãe e a mim está debixo do rio que vês daqui,; vê não queres ir fazer compnhia aquela besta.
E não contente Elizabeth pegou na minha pasta metálica e bateu com ela na cabeça do dito homem que deveira de ser o namorado de Catarina lhe abrindo na testa um lenho e voltou a carga:
-A frase de ir parar ao rio também se aplica a ti e fica de aviso meninos Roberto e Nelson, com nós as duas violência não pega, se paga caro. Quem nos mal tratou acabou os seus dias como alimento para as taínhas e corvinas do Tejo vejam se vocês não se querem transformar em ração . E Nelsinho vai a fazer queixa a polícia ou queres que eu diga que escondes cd's de sites asiaticos de pornografia na mala que foram proibidos ou fazes de correio de droga.
Os dois homens fugiram a toda velocidade apnhando um táxi seguindo pela Rua do Arsenal , entretanto elas colocaram a minha pasta no lugar onde ela estava pedindo desculpa sem me reconehcerem depois me virei para elas e Catarina quase desmaiava consegui as acalmar e me ofreci para testemunhar a favor delas caso fosse preciso e para as levar a casa.
Elas agradeceram-me e acabamos por ir até ao Cyberia de metro e elas me contaram algo de assutador .
- Sr. Afonso...
- Não me tratem por Sr. e depois sou mais novo que vocês as duas e somos amigos como sou amigo do vosso tio.
Começou Elizabeth a me contar algo saído do Pesadelo em Elm Street ou algo assim:
- Assim seja, Afonso. Estavmos nas alturas na semana académica de Lisboa em que ambas acabamos os nossos cursos (a minha irmã tinha acabado uma formatura em artes)
- Mas vocês têm 4 anos de diferença .
- Sim é verdade mas eu tinha feito uma pos- graduação em infromática sobre a a banda hiperlarga e adptação em máquinas antigas e nesse mesmo o nosso tio nos tinha convidado para uma festa de antigos alunos da nossa universidade.
- Aonde vocês estudaram ?
- No IST eu e a minha irmã na Escola Superor de Belas-Artes e ambas estudamos linguas nos vários instituos de linguas existentes em Lisboa com ajuda no nosso tio.
- E quando saimos da festa dos antigos alunos do IST depois de estarmos com antigos alunos a trocar expriências e impressões nos aprece um homem extremamente bébado...
Interrompe Catarina: - o monstro que queriam que fosse meu pai.
- Esta besta partiu a cabeça ao meu tio provocando o seu desmaio tentou violar a minha irmã e só não fez por que alguns dos antigos colegas do meu tio nos socorreram mas não lhe perdoei, lhe fiz uma armadilha. Me "ofereci" a ele depois ele se transformou com par de golpes de espadas de katai e alguns sacos com pedras em ração de taínhas.
- E a polícia
- Só acharam a carteira vazia e pensaram que foi briga de bébados ou ajuste de contas de chulos que houve na zona.
- E sentiu algum peso na consciência ?
- Nunca na vida , o que fiz foi baseado na raiva até o festejei com o meu tio que o odiava mas nunca o voltarei a repetir nem repetirei.
- Foi quase uma legítma defesa.
- Sim
- E mais alguem dos presentes sabe do sucedido ?
- Só o nosso tio .
- E os dois patos que sairam a voar da estção dos comboios ?
- Foram dois cromos que conhecemos no Cyberia, embora não pareça somos viuvas e estavamos solitárias melhor falando voltamos apesar de termos os nossos filhos não temos uma compnhia para o fim do nossos dias.
- Mas voltando a vaca fria me custa acreditar que....
- Sim ele ficou trnasformado em ração dos peixes do Tejo e como disse antes só encontraram a carteira dele.
- Teve o fim que mereceu. Mas vejam la se não querem compnhia para vos levar a casa .
- Sim, Afonso é melhor, como viu, não foi o prémio que saiu ao meu tio que nos salvou e quebrou as nossas grilhetas que o nos prendia aquele monstro; só foi uma tábua. O que quebrou as grilhetas foi o crime da minha irmã..
- Não pensem como crime mas como libertação.
E continuei e tomei a libertação de as tratar por meninas:
- Meninas vamos apanhar um táxi e vamos por uma pedra bem pesada sobre o assunto; falem doutras coisas como a colecção de canetas do vosso tio que por acaso tenho uma igual ou algo assim.
Elas anuiram que sim e as levei a casa delas que fica na zona da Sé mesmo junto da igreja o vivem com a mãe delas e com filhos de das duas desde que enviuvaram e segui caminho no mesmo táxi a beira-Amoreiras plantado sem deixar de pensar nas aarguras da família do meu amigo Pedro.
Mas depois de tantas coisas amargas para tão parcas horas, o meu doce amor me fez uma surpresa e quis jantar comigo e com os meu pais. Depois passaria a noite comigo no mais doce amor na festa dos sentidos mas os detalhes da noite deixo a vontade da vossa imaginação advinhar...
publicado por tron às 18:52

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Sábado, 9 de Julho de 2005

X Capítulo " As Virtudes do Casamento "

Nós os três (D. Claúdia, a minha imperial Catarina e eu) fomos até ao sítio do costume ter com o nosso idoso amigo e esposo (no caso de D. Claúdia) porque ele nos queria explicar as doces virtudes do matirmónio e chegamos ao mítico 4º andar dos armazens do chiado e nas televisões de plasma que estão sempre expostas na entrada estavam os dois dvd dos dois Live Aid e noutras duas que estão na secção de audio/tv dvd's uma edição especial em dvd dos Queen e de Freddie Mercury a solo e na tv aonde passava o dvd de Freddie Mercury passava algo de soberbo que os meus avós adoravam e os meus pais (que apesar de já terem nascido após a morte de Freddie Mercury) aprenderem a gostar e até eu apesar de ter nascido na geração do novo hip-hop nunca pode deixar de admirar essas duas vozes admiráveis e imortais que sempre serão para mim as melhores de sempre, Freddie e Monserrat Caballé.
E chegamos ao café da Fnac e o nosso amigo de brancos cabelos após trocar doces beijos com a sua doce e eterna Claúdia nos cumprimentou efusivamente.
Não pude deixar reparar que o meu amigo Pedro tinha consigo vários Livros e dvd's e dois dos pares de dvd's e livros me chamaram especialmente a atenção Reiki e outro sobre cobras venenosas e achei inusitada a mistura de assuntos como achei inusitado achar a D. Claúdia sozinha na Cyberia e senti algo no ar que não era so para nos incentivar a casar ou para marcar uma data bonita para a nossa boda mas que o nosso casal de idosos amigos nos queria dizer algo, em especial o nosso amigo Pedro. E acbaei por advinhar.
- Meu jovem amigo Afonso estás com cara de surpreendido, porquê ?
- Devido as suas escolhas de leitura, meu amigo Pedro, cobras venenosas não ligam muito com Reiki.
E a minha doce e imperial Catarina disse:
- Pedro esse livro tem cobras mesmo arrepiantes.
- Meus amigos ao ver a exibição a exibição dos Live Aid me fez recordar algo que me tinha esquecido talvez ao tratamento que fiz na Califórnia e as voltas que a minha vida deu acabei por esquecer até hoje.
-Mas qual a ligação entre Reiki e cobras venenosas, meu amigo Pedro perguntou a minha dulcissima Cathy
E o meu amigo Pedro respondeu logo a seguir:
- Por alturas da orgranização do Live Aid II que teve como nome oficial Live 8 e que pouco tempo tempo depois aconteceu o Massacre de Londres ou 7/7, conheci pelo sapo messenger muito antes de conhecer a minha eterna doce jóia Claudinha, uma amiga que era aluna de Reiki e que apoiou bastante na forma como lidar com a minha irmã (o que me fez ganhar interesse pelo Reiki) quando ela conheceu uma cobra bem traiçoeira e ainda mais venenosa que a minha irmã . O meu cunhado mais recente.
- Por que o considerou assim ? Voltou a perguntar a minha doce Catarina.
- Ele no início aparentava ser bom amigo mas se foi revelando como era na realidade mas nas mais pequnas coisas.
- Tais como ?
- A minha mãe lhe pedia para ele não contar certas coisas a minha irma mas ela acabava sempre por saber e ele povocava sempre a mim ou a minha mae e uma vez tirou crédidto a minha mae e outra mexeu indevidamente na conta bancária da minha irma.
- De facto ele era uma cobra.
Entretanto D. Claúdia nos interrompeu e perguntou se queriamos alguma coisa para comer e beber e só pedi um folhado de carne e uma vitamina o que acabou por ser o pedido de todos nós e ajudei D. Claúdia a trazer as coisas para a mesa que nos soube bem como o mel e retomamos a conversa.
- Mas como a sua irmã conheceu esse "frasco de veneno" pior que ela.
- Foi no emprego que ela tinha altura que a minha sobrinha mais nova tinha quase um ano. E mal eu sabia que o gajo metia dorga e para completar o ramo a minha irma se enamorou dum chefe e um ex namorado dela que morava no bairro da Boavista que ganhou a alcunha do boi da Boavista se começou em armar em galo.
- Se armou em galo ? Perguntou a minha preciosa imperatriz.
Fazia chantagem com a minha irmã que no caso de ela não lhe mostrar a filha mais nova dela, ou seja, a minha sobrinha mais nova lhe poria um processo em tribunal para lhe tirar as miudas.
- Mas as miudas não eram filhas dele, pois não ?
- Não, mas a mais nova na condição de ele só dar o nome por que o legítimo progenitor da mais nova queria separar as irmãs e a mais velha não tem nome de painem nuca se importou com o facto.
- Mas porque a sua irmã não fez o mesmo com a segunda filha, Pedro ?
- Na altura era obrigatório ter o nome de pai, não bastando a palvara da mãe se queria ou não que a criança tivesse nome de pai ou qual o homem que era o pai da criança como agora se faz que caso a mãe queira a criança pode ser registada sem nome de pai.
- Mas o dito processo como e quando começou ?
- Começou algum tempo depois do massacre de Londres, o 7/7, e ele vinha ja acontar com uma vitória fácial até ao teste de ADN que deu negativo, ou seja, a paternidade dele era falsa e o gajo sumiu após pagar uma multa que lhe serviu de lição além das custas judiciais.
- Então...
- Sim as duas foram dadas como filhas de pai incónito, o que para para algumas feministas do pós-25 de Abril possa ser anti-ético as vezes é o melhor porque há homens que em vez de serem pais são animais assassinos e violadores.
Entretanto D. Claúdia cortou o ambiente tenbrsos da conversa e temendo pela sáude do seu precioso Pedro, interrompeu a chuva de mágoas perguntando:
- Meus jovens amigos já têm alguma ideia para a data do vosso casamento? É que vocês merecem serem felizes juntos e não vão ter o azar ou má cabeça que a minha cunhada teve.
A minha imperial e doce Catarina sempre vivaça e prespicaz respondeu:
- Estamos a pensar no verão porque ha mais sol as fotos ficam mais bonitas e a pessoas têm mais energia positiva, além de virem sempre crinças oq que dá sempre a qualquer boda.
- Tem alguma data a suegrir ?
- Nos santos populares ou nas alturas de Agosto por que é quando há mais sol.
- Obrigado pela sugestão D. Cláudia a vou dar aos meus pais dado que eles estarem habituados a organizar fesstas e churrascos.
- E os meus pais a vão aprovar com distinção além de adorar, disse a minha imperial Catarina.
- Porque os meus pais forma noivos de Santo António.
- Acabei por dar uma ideia romântica a uma par de pombinhos ainda mais românticos que nós, disse D. Claúdia para o seu amado Pedro o qual repsondeu afirmativamente.
Depois de nos despedirmos dos nossos idosos amigos, fui levar a minha imperatriz a sua casa e demorou mais tempo que o habitual por que cada passo que davamos nos ponhamos aos beijos doces e profundos qté que chegamos a porta de sua casa e me despedi dela com beijo igual como lhe dei na nossa primeira noite de amor quando comemeramos o nosso noivado e quase ela me convidou para subir.
Mas naquele dia não dava porque ambos iamos ter no dia seguinte nos nossos empregos um dia chato a valer e os pais dela estavam em casa e poderiam levar a mal que nos fizessemos uma noite igual a da "nossa festa privada de noivado" onde deixamos a casa em estado de guerra devido a "força" do nosso amor em especial a sala a cozinha e quarto da minha imperial Cathy e acabei por seguir para casa sonhando acordado com o meu casamento com a minha imperial e sempre doce Catarina.
publicado por tron às 15:13

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Sábado, 28 de Maio de 2005

IX Capítulo" A Verdadeira Despedida de Isabel "

Convenci a minha imperatriz a trocar a sua folga semanal com a sua colega sub-gerente de maneira que coincidisse com a minha e dessa vez não estava muito virado a ir para Fnac mas sim a Cyberia, a dita ciberdiscoteca aberta 24 horas que a Beatriz Maria, filha do meu amigo Pedro é sócia, e nós entramos na Cyberia de mão dada trocando beijos dulcíssimos: como música de fundo estava passando um clássico da música tecno "One More Time" dos Daft Punk (grupo que o meu avô ja me tinha falado como um dos melhores do género) e pedimos duas coca-colas de cereja para nós os dois e numa mesa estava surpreendentemente sozinha a esposa do meu idoso amigo Pedro, nossa também amiga D. Cláudia que parecia estar a nossa espera para nos dizer algo ou então para falar a sua filha Beatriz Maria.
 Mas algo a minha doce Catarina sentiu e por sua iniciativa se foi sentar na mesma mesa de D. Claúdia e eu fui atrás; depois de nos cumprimentarmos ela me perguntou como eu conheci o meu idoso amigo e eu descrevi o nosso encontro no café da Fnac, mas D. Claúdia nos disse que o nosso amigo Pedro quis dar uma visão romântica dum momento doloroso da sua juventude. A minha doce e mui amada Cathy ficamos a olhar um para outro surpreendidos pela revelação de D. Claúdia e a minha doce imperatriz perguntou:
- Como assim uma visão romântica ?
 - Vocês ficaram a saber da atitude dos pais dela e da ida para o norte, correcto ?
 - Sim ficamos.
 - E, como ele, meu eternamente amado Pedro vos disse como eles acabaram ?
 E aí respondi eu.
 - Me disse que foi depois dela ter voltado do norte dado poder ficar mais em Portugal e muito menos ele poder ir para Angola e lhe deu como prenda um cd dos Queen.
 - Meus amigos primeiro vos vou pedir que em nome da nossa amizade que essa conversa fique em segredo dado ser um assunto doloroso para o meu amdo Pedro porque vos vou contar o verdadeiro fim do namoro entre o meu amado marido e a cabra da Isabel.
 - Descanse D. Cláudia que guardaremos segredo de tudo que nos contar.
 - Foi assim meus amigos: como vocês devem saber eles só se viram duas vezes ao vivo e ela era sempre desviada para suspostos jantares e comprimissos, depois da ida para o norte ela voltou para Lisboa e disse que tinha supostas prendas que lhe deu e além disso estava sempre nos ditos comprimissos, entrementes ela saiu do hotel dando a desculpa que precisavam do quarto da família dela por causa dum jogo grande de futebol mas nem para um café aqui na Casa Macário ela o convidou e isso aconteceu na semana em que o Sporting jogou com CSKA de Moscovo na Final da Taça UEFA em Alvalade. E todos dormiam no mesmo quarto segundo deu ela a entender ao meu Pedro.
 - O jogo da grande infâmia como chama o pai da minha mãe (disse a minha Cathy).
 - Mas nessa semana, jogos grandes que até decidiam o campeão desse ano eram todos na cidade do Porto e jogo grande no fim-de-semana foi um Benfica-Oliveirense em hóquei em patins que eu ver ao pavilhão da Luz e no domingo ela saiu do hotel sem se despedir do pobre Pedro para a casa dum suposto irmão na Amadora.
 - Mas D. Claúdia a zona do estádio da Luz não tinha hoteis próximos na altura ?
- Tinham, ficavam no outro extremo da segunda circular, mas equipas de hoquei estagivam e estagiam sempre fora do barulho da cidade em especial na segunda fase do campeonato como era aquele jogo que contava para a segunda fase.
 - Então essa história do jogo era mentira.
 - Sim meus amigos era.
 - Mas mesmo assim morando na Amadora ela poderia ver o nosso amigo Pedro.
 - Pois podia tem comboio e na altura o metro ja tinha chegado a periferia da Amadora, mas mesmo assim nunca o viu e além disso na para primeira estada no norte que era para durar 9 dias durou um mês e começou no fim-de-semana em que ele fazia anos. Ela ate lhe contou uma história que ia pedir ao irmão para ficar em Lisboa nesse mesmo fim-de-semana e que além da avó era a única família que tinha em Portugal.
 - E a história era verdadeira ?
 - Falsa, porque nesse mesmo mês enquanto ela estava no norte o meu amado Pedro, ainda era um jovem teve que ir com a minha também amada sogra a EPAL e lá por acaso descobriu uma prima dela que morava em Lisboa.
 - Coitado do Pedro.
 - E não foi tudo, subitamente quando ela estava na casa do irmão por suposta ordem do pai voltaram para a casa da avó em Vila do Conde e partiram do Sá- Carneiro para Angola para sempre. E quem lhe deu o cd dos Queen nessa altura foi a minha doce sogra, o album Innuendo o qual ele ainda ouve.
 - Mas porque ele deu esse ar romântico da forma como as coisas acabram entre eles.
 - Por que ele tem o defeito de gostar em demasia das pessoas que muitas não merecem além de ser um romântico incurável , e depois acabaram duma forma fria e distante numa sessão de chat.
 - Que triste história D. Cláudia, pobre Pedro sofrer por quem não merece.
 - Vos contei isso porque esse peso já me atromentava a algum tempo e a ver um casal tão belo e perfeito como vocês ainda mais me obrigou a contar isso.
 - Mas descanse minha amiga que esse triste acontecimento que nos contou ainda nos deu mais força para continuar juntos, o que a Isabel fez ao seu amado Pedro e nosso amigo é algo de hediondo e se sabia à partida que a possibilidade de eles ficarem juntos era nula ou quase nula mais valia ficarem amigos e e penso que ela só queria o nosso amigo e no seu caso esposo Pedro para sexo e não como um esposo.
 - Acho que tens razão, Afonso porque ele estava mutio magoado e pior passei eu para abrir o coração do meu Pedro ao amor que lhe tinha para dar para toda a eternidade mas consegui.
 Bebemos mais um par de colas de cereja fomos até ao sítio do costume após trocar dois dedos de conversa com a filha do nosso amigo Pedro, Beatriz Maria (que acabou por nos ofrecer as colas), porque o nosso idoso amigo estava a nossa espera no café da Fnac poruqe nos queria lembrar das virtudes do matrimónio, mas eu e a minha imperial Catarina mas pensando naquilo que que a pérfida Isabel fez ao nosso amigo Pedro que afinal não era assim tão agrilhoada como Pedro pensava.
publicado por tron às 14:11

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Domingo, 8 de Maio de 2005

VIII Capítulo " A Festa de Aniversário "

Eu e a minha imperatriz nos encontramos a porta dela no largo do Camões e nos saudamos com um longo e delicioso beijo de amor eram umas 10:30.
 - Bom dia meu príncipe.
 - Bom dia minha princesa.
 - Dormiste bem meu doce bombom ?
 - Sim minha doçura doce embora me tenha sentido sozinho porque não te tinha ao meu lado minha rainha.
 - Ai meu amor também me senti assim.
 Enquanto suspirávamos de mãos dadas desciámos de mãos dadas a Rua Garrett até a Fnac para comprar uma prenda os filhos do meu amigo Pedro e depois seguimos para sua casa que fica no bairro da Encarnação entre o Parque das Nações e o Aeroporto. As prendas que escolhemos foram compilações de cd's de rock clássico mais precisamente dos Queen e Pink Floyd e apanhamos o metro na estação Baixa-Chiado até ao estação do Aeroporto e fomos o caminho todo até a Alameda (porque temos que temos que mudar de linha na Alameda para irmos para o Aeroporto) aos beijos e da Alameda aos beijos até ao Aeroporto mas beijos mais escaldantes ainda que quase perdiamos o tino a estação de metro e ainda fomos a pé cerca de 1500 metros até a casa do meu amigo Pedro e da sua esposa D. Cláudia, toquei a capainha e nos recebeu a D. Cláudia.
 - Bom dia meus amigos como vão ?
 - Bem obrigado D. Cláudia (respondemos em coro).
 - Já ca estamos todos so falta vir a minha sobrinha mais nova chegar com os filhos e o marido mas podem entrar por que falta pouco para eles chegarem.
 E D. Claúdia tinha razão a sua sobrinha que tinha o doce nome do meu amor chegou com seus petizes e respectivo esposo e de facto as sobrinhas amigo Pedro duas mulheres bem belas e a irmã dele apesar de idosa ainda era bonita; ainda bem que a minha doce Catarina nao me lia os meus pensamentos talvez pecaminosos ou admiratvos porque só via mulher bonita e a minha Catraina é um pouco ciumenta e as aniversariantes são igualmente bonitas estando eu um "Hércules no Reino das Amazonas".
 Mas me controlei não so para manter a compusttura mas sobretudo para evitar uma possível crise de ciumes da minha doce Catraina e a festa começou sendo a D.J. a "crânea" da família a sobrinha mais velha do meu amigo Pedro, a Elizabeth.
 - Grande família tem o teu amigo Pedro, meu amor lindo.
 - Minha fofa Catraina, a nossa família vai ser assim tão grande como do meu amigo Pedro. Basta nós podermos e queremos.
 - Mas amor nós queremos tanto formar uma família grande como nos queremos casar , meu bombom.
 - Meu docinho de morango que frase tão doce que me disseste, cada vez te amo mais.
 - E eu a ti meu doce Afonso.
 Entretanto o almoço da festa foi servido: a entrada foi um gostoso creme de legumes seguido duma subastancial carne de porco à alentejana que desempenhava o papel de parto principal e a sobremesa poderia ser crepe suzette, cassasta ou frutas e o Grande Finale era o bolo de aniversário regado a champgne doce e vinho do Porto. A música era doce como o ambiente e nós estavamos a ficar contagiados pela doçura do ambiente e da música mas as crianças gostavam de nós e nos vinham puxar para as suas brincandeiras, talvez seja um presságio que o nosso sonho se tornará realidade de termos uma família grande.
 - As crianças são um amor. meu amor lindo.
 - Pois são minha fofa.
 - Quem sabe se havemos de ter as nossas crianças e se vão ser assim tantas.
 - Ai Afonso achas que poderiamos ter e criar crianças doces e fofas como estas, meu amor lindo ?
 - Acho que sim, minha doce Catarina, basta nos queremos e podermos.
 - E queres já começar a marcar a visita da cegonha aqui ?
 - Como assim amor lindo ?
 - Trocarmos as mesmas doçuras que trocarmos no churrasco no churrasco do dia 24 de Abril.
 - Amor lindo, aqui na casa do meu amigo tem tanta criança que até pode parecer mal e depois daqui iriamos para uma das nossas casas, eu ligava a aprelhagem , punha um cd de música romântica do século passado... O que achas minha imperatriz ?
 - Hum tão meu imperador que ideia tão doce e esses slows postos pela sobrinha do Pedro são tão bonitos.
 - São mesmo, meu amor ela tem bom gosto e havemos um dia de ir a Cyberia.
 - Cyberia, o que é Cyberia meu amor ?
 - É uma ciberdiscoteca abaerta 24 horas por dia em uma das filhas do Pedro é sócia e a Elizabeth faz lá umas horas como D.J.
 - E tem jeito para a arte de D.J., meu amor ela está a deixar os casais em ambiente bem adocicado até nos estamos a ficar.
 E nos começamos a beijar bem longamente enquanto os miudos jogavam consola na sala e os adultos dançavam bem enconstadinhos ao ritmo de "Love me Tender" do rei Elvis e a festa se foi alongando até que ja passava das 21:30 e tal como no churrasco doce onde me tornei noivo da minha doce Catarina quem tinha crianças mais pequenas foram os primeiros a sair e o aniversário dos gémeos Ferreira foi mais divertido do que esperávamos, mas algo em mim já me deixava expectante: quando eu e a minha imperatriz marcariamos a grande data, mas lá fomos para a casa dela no Camões; entretanto eu já tinha avisado a minha mãe, D. Cristiana a dizer que não dormir a casa e que não preocupasse por que eu iria ficar em boas mãos e seguimos caminho para o Camões e mal.
 Saímos do táxi nos beijamos profundamente a porta dela como toda a paixão e com todo o calor que até ela deixou cair o porta-chaves enm conseguiu abrir a entrada do prédio onde ela mora com os pais que fica na esquina com a calçada do Combro com Largo do Camões; depois apanhei a chave ao meu amor e lhe abri a porta ao mesmo tempo que nos beijávamos ainda mais profundamente dando so uma ideia do que seria aquela noite para nós e para nossa surpresa o elevador estava a nossa espera e subimos até ao 3º andar sempre nos beijando cada vez mais profundamente, a doce Catarina me abriu a porta de casa, entramos e eu fechei-a e nos beijando fomos directos até ao ninho do amor onde a minha impertatriz já tinha posto o êxito dos Procol Harum "White Shade of a Pale" e mal a música começou nos deixamos levar nas ondas da música e nos entregamos em amor do mais profundo e doce que chegamos a plenitude da festa dos sentidos mais doces que duas pessoas que se amam podem sentir.
 O pior foi o dia seguinte o arranjar roupa para levar para o trabalho, mas acabei por levar a mesma porque a minha princesa tem secador de roupa e enquanto tomávamos um doce pequeno almoço a dois depois dum duche mais quente que água que nos lavou ela tinha posto a minha roupa lavar na máquina e depois no secador mas no programa mais delicado de secagem.
 Depois apanhamos o 100 até ao Cais de Sodré, eu segui até a Microsystems e ela seguiu para o fast food que ela geria mas com duas certezas que na próxima folga semanal ou Domingo marcávamos o grande dia e que foi 1º de Maio mais doce das nossas vidas.
publicado por tron às 14:07

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2005

VII " Reencontro de Amigos "

E a semana de trabalho foi passando, passando até que chegou a folga semanal e enquanto a minha doce noiva estava trabalhando fui dar uma das minhas caminhadas por Lisboa. E fui parar ao meu sítio do costume, a Fnac, e o meu amigo Pedro estava no café da Fnac e algo me intrigava nele.

 É que das duas vezes o vi na Fnac ele vai sozinho sem a simpática e delicada D. Cláudia o achei estranho especialmente depois de a conhecer no doce churrasco onde me tornei noivo da minha doce imperatriz Catarina e lhe iria perguntar o motivo de ele estar sem a sua Cláudia mas lhe o iria perguntar discretamente.

 - Boa tarde amigo Pedro como vai ?

 - Vou bem e precisava de te ver jovem Afonso.

 - Não me tenho sentido muito bem devido aquilo que te contei e tenho mais mágoas para te contar.

 - Mas amigo Pedro também queria saber uma coisa sobre si.

 - Que coisa jovem Afonso.

 - Por que ainda não o vi com a sua Claudinha nos nossos encontros aqui na Fnac ?

 - Ela vem comigo, só que não gosta de estar aqui por causa do cheiro a tabaco e do ruído e aliás ela so gosta de vir par aqui para o café quando ha lançamentos de livros ou cd's porque de resto ela prefere ver se saiu algum dvd novo.

 - Nisso lhe dou razão, as vezes aqui o cheiro a tabaco é tão insuportável que nem entro.

 - Eu para evitar reacção alérgica, chupo um ou mesmo dois fisherman's friend mas mesmo assim acabo por fazer companhia a minha doce Claudinha.

 - Mas amigo Pedro voltando a vaca fria me diga com calma o que me queria dizer ?

 - Afonso é quando comecei a contar-te as mágoas causadas pelo meu relacionamento com a Isabel e fiquei com de me abrir mais contigo mas não te quis estragar a tua festa de noivado com as minhas mágoas.

 - E quer desabafar comigo, Pedro ?

 - Sim, Afonso quero pela nossa amizade que quero que seja o mais longa possível.

 - E vai ser amigo Pedro basta nós quermos e nós queremos.

 - Bem vou começar a desabafar contigo meu jovem amigo. Depois da partida para o norte e ela querer acabar com tudo ainda me ligava para o telemóvel e estava distante e fria excepto num dia quando tive uma dupla crise de epilepsia, aí ela ficou preocupada. Mas dois dias depois a frieza voltando mas foi derretendo me dando uma esperança.

 - Que esperança amigo Pedro ?

 - Que voltariamos a nos alinhar e tudo foi reencaminhando até por que os pais da Isabel não lhe agrilhoavam muito e como ela estava mais solta já poderia revelar todos o meu amor que sentia por mim.

 - Mas porque ela nunca se desacorrentou.

 - Nem eu sei mas um dos piores dias da minha vida chegou que foi a despedida, e pior aconteceu, acabamos com muita mágoa mas não é a única mágoa da minha vida.

 - Calma amigo olhe a sua doença, ainda lhe acontece alguma coisa, quer uma vitamina ou um chá ?

- Já não tenho doença nenhuma fiz um tratemnto novo na Califórnia e me curei , sim amigo quero uma vitamina e me traz outra para ti que eu pago.

 Quando fui buscar as ditas vitaminas para nós os dois estava com um olho no meu amigo Pedro e tentado ao mesmo tempo a pedir a um segurança que chamasse D. Claúdia. Mas depois de ter as vitaminas me sentei e retomamos a nosso conversa.

 - Pedro, beba a sua vitamina e respire fundo, você está mais branco que o leite.

 - É que sempre que me lembro do dia em que acabamos fico assim.

 - Pedro, não é caso para tanto e você me está escondendo mais mágoas da sua juventude. - Afonso tu deves ser bruxo ou advinho, sim tenho e essa fiz a minha doce Claudinha não contar a ninguem e são as outras duas rosas agrilhoadas da minha vida.

 - As suas sobrinhas ?

 - Sim meu jovem amigo, as minhas sobrinhas.

 - Quer contar o que se passou ?

 - É melhor contar, mas se algo me acontecer está aqui meu telemóvel e carrega a fundo na tecla 2 que liga directamente para a minha Claudinha.

 - Assim farei meu amigo Pedro.

 - A mnha irmã Helena até que era uma miuda atinada mas quando chegou a puberdade começou a ficar parva.

 - Como assim ?

 - Desobidiente e saidinha, a minha mãe D. Maria, dizia faz assim e ela fazia o contrário muitas vezes por que as colegas de liceu diziam que era fixe ser desobidiente.

 - Coitada da D. Maria.

 - E o comportamento dela foi foi piorando antigindo dois picos de mau comporatemento quando foi para a secundária dos Anjos e depois de ter saido desta maldita escola.

 - Como assim meu amigo ?

 - Quando ela entrou nessa escola que por acaso foi ao mesmo tempo que eu se começou a dar com pessoal com quem não se devia dar.

 - Pessoal da droga ?

 - Algum era, mas ela nunca se meteu e o comportamento dela foi piorando porque o objectivo dela era ser a "menina popular" do liceu em vez de tirar notas.

 - Estou a ver o estilo.

- Depois amigo Afonso em 1997, fui atropelado ainda ficou pior e acabamos por largar a escola em 2000.

 - Mas o amigo Pedro voltou ao estudos pelo que vejo.

 - Sim voltei, tirei engenheria de sistemas e ainda estudei alemão e italiano e aprefeiçoei o francês e o inglês. Mas o cúmulo dos desgostos dados pela minha irmã a minha mãe veio durante este verão de 2000.

 - Que tipo de de desgosto se meteu em algum vício ?

 - Não, longe disso, mas não muito.

 - Se explique melhor meu amigo Pedro ?

 - Foi assim Afonso, ela precisou de ir ao dentista que era na praça dos Restauradores e iamos a um café que ja fechou entretanto e que ficava perto do teatro nacional D. Maria II.

 - E depois.

 - É que ela se enamorou com o empregado do café ela ainda tinha 17 anos e ele 32 ou 33 anos e como não fosse suficiente no dia de anos da minha mãe que era a seguir ao dela e eles os dois disseram a minha mãe que lhe iriam comprar uma prenda e a coitada da minha mãe esperou que na altura era uma loja do Mc Donald's na Rua Augusta e agora actualmente é a Cyberia e a coitada da D. Maria esperou umas boas 4 horas.

 - E o Pedro não foi com sua mãe ?

 - Não fui porque não quiseram (a minha mãe e a minha irmã) e o casalinho foram "brincar" sem tomar as precauções devidas.

 - Bonito a sua irmã engravidou.

 - Sim e o desgraçado tinha mais duas encheu mais uma e fugiu.

 - Coitada da sua sua mãe.

 - Passados 8 meses da minha irmã engravidar a primeira vez fui operado de novo a perna para não falar que ela se meteu com um gajo da Cova da Moura que era colega dela no Mc Donald's no Rossio.

 - A sua irmã é o diabo em pessoa.

 - Agora está melhor, parece que as filhas lhe ensinaram.

 - Teve outra filha ?

 - Sim teve dum namorado que era colega de trabalho que tinha a ideia "brilhante" de querer separar as irmãs.

- Valente besta !

 - Ora nem mais, depois ela conheceu outro que tinha o Q.I. dum tijolo (bem como ela) e até assumiu a paternidade da mais pequena e a mias velha ficou sem nome de pai mas nunca se sentiu mal em relação a isso.

- Mas foi mal muito nova ?

 - Sim, aos 18 e aos 22 e depois até até saiu de casa para as casas duas vezes para as casas dos namorados e da primeira se pegou a porrada a minha mãe, em consequência da briga abortou e deu parte na polícia da minha mãe e da segunda também deu briga mas ai nesse caso tinha dedo do gajo e a minha mãe se afundou numa depressão danada. E só para ajudar mais na depressão ela esteve numa fase não mostrou as miudas durante meses.

 - E como se chamam as suas sobrinhas meu amigo Pedro ?

 - Elizabeth a mais velha com 48 anos, estudou e tirou engenheria de sistemas e física além ser óptima em línguas e Catarina com 44 que além de ser óptima em línguas cursou artes e ambas formaram as suas famílias.

- Belas miudas.

 - As vezes dizem dizem a brincar que parecem minhas filhas em especial a mais velha pelo gosto pela informática . E ainda temos uma cumplicidade desde de berço (em especial a Elizabeth) e quando elas as duas se juntam aos 4 filhos são mais 6 irmãos que 4 irmãos e 2 primas. Mas só se desagrilhoaram depois que ganhei no euromilhões, o vício da minha irmã por dinheiro a fez voltar.

 - Que triste.

 - E como se chamam os seus petizes.

 - João Paulo, 40; Beatriz Maria, 40; Andreia Sofia, 40; Guilherme Afonso, 40 e todos ja têm sua familia

- Mas você e a D. Cláudia pais de quatro gémeos ?

- Sim e na altura eu e a minha Claudinha abrimos o Telejornal e a nossa sorte é tinhamos uma casa razoável comprada com dinheiro do préme«iio. Ah e se precisares de alguma coisa coisa do Cyberia podes falar com a minha Beatriz Maria, ela é sócia do Cyberia juntamente com marido e com uma amiga dela.

 - E já é avô ?

 - Tenho quatro netinhos dois meninos e duas meninas e se quiseres passa lá por por casa (te dou a morada) no 1º de Maio porque é o aniversário dos meus filhos e costumo fazer uma pequena festa, as minhas sobrinhas também vão e as crianças também e podes levar também a tua Catarina e te calha bem por que é Domingo.

 - Agradeço o convite e o aceito pode contar comigo na festa deixe so confirmar se a minha imperatriz quer ou pode vir.

 E liguei para minha princesa imprerial e ela aceitou o pedido do meu amigo Pedro para irmos ao aniversário dos filhos dele e mal sabia que a mudança da minha vida iria continuar.

publicado por tron às 13:43

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Quarta-feira, 27 de Abril de 2005

VI Capítulo " O Dia Seguinte "

Passamos a noite juntinhos na casa dos avós da minha doce noiva Catarina, mais precisamente no quarto de hóspedes, por que o amor entre nós foi crescendo, foi crescendo até que acabamos passando a noite um com outro, uma noite do mais doce amor mas com as devidas precauções.

 A nossa sorte era que a Segunda-Feira seguinte era feriado, mais precisamente 25 de Abril e foi a noite de 25 de Abril mais feliz e mais bela das nossas vidas onde nos entregamos uma ao outro onde nos descobrimos em amor na festa dos sentidos e acordamos bem abraçados uma ao outro.

 Bem eu acordei primeiro e depois acordei a minha princesa com um doce e delicado beijo nos seus suaves lábios, depois desci a cozinha e preparei um pequeno-almoço para nós os dois recuperamos forças da nossa primeira noite de amor, depois fomos tomar um retemperante banho a dois mas o desejo que houve entre nós se reacendeu no banho onde trocamos doçuras ainda mais escaldantes do aquelas que trocamos durante a noite e nos estivemos amando até as 16:00 quando almoçamos.

 - Ai, meu bombom cada vez te amo mais.

 - Minha jóia tu és mais preciosa do que todas as jóias que eu te possa dar.

 - Afonso cada vez me dizes coisas mais bonitas.

 - Tu és uma rosa doce e preciosa como todos os diamantes dos mundo.

 - Afonso, cada vez me deixas mais apaixonada por ti.

 - Te amo muito minha fofinha, linda e doce.

 - Te amo muito meu fofinho lindo e doce.

 E continuamos a trocar doçuras até que fomos interropidos pela avó da minha preciosa noiva, D. Elizabeth duma forma delicada:

- Meus pombinhos querem jantar aqui em casa ou vão jantar fora ?

 - Cara sra. agradecemos o convite mas amanhã temos que trabalhar e ainda tenho que levar a sua doce neta a casa. Comemos alguma coisa pelo caminho mas lhe agradeço a mesma o convite para jantar.

 E nos pusemos a caminho para a estação de comboios perto da casa dos avós da minha princesa que fica em Vila Franca de Xira e nos agarramos aos beijos enquanto o comboio para Lisboa não chegava. Entretanto o dito comboio chegou o fomos trocando doçuras dulcíssimas até chegarmos a estação de Entrecampos aí saimos os dois e fomos até ao McDonald's da Avenida da República onde jantamos antes de eu levar a minha doce noiva até a a sua casa e a levei e a deixei a sua porta e nos despedimos com um longo e doce beijo nos nossos lábios.

 Mais tarde fui ao multibanco que fica por baixo da casa dela e levantei 20 euros para ir de táxi até casa porque estava muito cansado da viagem mas ao mesmo tempo estava nas nuvens por que ia casar com a mulher da minha vida.

publicado por tron às 15:57

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