Quinta-feira, 18 de Maio de 2006

XVIII Capítulo " Os Pequenos Génios "

Acordei após o dia de doidos que tinha sido aquela tarde de final de primavera com dois objectivos em mente: em primeiro lugar por o trabalho em dia; e em segundo lugar visitar os meus amigos que estavam internados.

Mal tomei o pequeno-almoço, me despedi dos meus pais e segui para a paragem do autocarro mas dessa vez resolvi levar o meu mp3 para me fazer companhia; que tinha como sempre, o rádio sintonizado no rádio clube português.

 E nas notícias de trânsito, ouvi que numa das ruas por onde o autocarro que tomo habitualmente para ir para a estação do Cais do Sodré estava fechada exactamente devido a um dos autocarros se ter avariado devido a um choque em cadeia e a meia-alternitiva existente em termos de autocarros  valia a pena pensar nela devido a um engarrafamento monumental no Monsanto.

Me pus a pensar para que lado havia de me virar e vejo um muito estranhamente vazio eléctrico 25 que parecia chamar por mim e que no percurso entre as Amoreiras e o Cais do Sodré não parou em nenhuma paragem, estava sentindo a falta de duas coisas que para mim eram tão importantes como beber água ou respirar: um doce beijo da minha rainha e uma bica do british bar: para receber a primeira coisa importante da minha vida ainda faltavam longas horas porque só viria o meu amor quando fossemos visitar tanto o Gianni como o Pedro e para receber a segunda era só sair na paragem antes da estação do Cais do Sodré; mas a saudade do meu amor aumentou muito quando entrei no centenário café da Rua do Arsenal e depois além da saudade do meu amor vinha também a saudade dos meus amigos enfermos.

Assim que bebi o café segui para os comboio como uma sensação estranha, com a sensação de quando chegasse ao transbordo para a Microsystems, um de nós não estaria lá e um lugar ao meu lado estaria vazio, bem que estado das coisas é temporário mas fica sempre a melancolia.

Durante a viagem até Oeiras o meu telemóvel toca e era a minha rainha e trocamos doçuras ao telemóvel, a fria e triste viagem ganhou a doçura do mel e a voz da minha preciosa deusa imperial quase me fazia perder a estação de Oeiras e por consequência o transbordo.

Mas a melancolia percorria todos os funcionários da Microsystems e nem com a minha chegada o ambiente melhorou; todos nós combinamos fazer uma visita assim que sairmos do serviço mas o César queria falar como todos em relação ao Gianni.

Assim que todos chegamos a Microsystems, o César deu uma palestra ao turno inteiro e  recomendou que me vez de ir o turno inteiro duma vez, irmos alternadamente visitar o Gianni e a Susana iria fazer o serviço do Gianni enquanto ele estivesse de baixa e todo o turno esteve de acordo.

E o dia foi correndo normalmente com trabalho aos montes e nem sei por que carga de água, apareceu vindo do nada algo semelhante a uma inundação de I-Mac's e  Mac's Portáteis avariados que nos fez deixar para trás a montagem assim como os outros serviços; mas como não gosto de deixar serviço adiado liguei para a Apple para saber o que se passava com aquele lote de computadores e após 3 horas pendurado no telefone me disseram para a Microsystems consertar os Apple's que tem em mãos e não aceitar mais nenhum porque aquele vai sofrer uma recolha imediata após a nossa reclamação.

Assim que eu disse da recolha a Susana, ela chamou o César para sabermos qual o nosso papel nessa brincadeira, e ele voltou a ligar para os senhores da maçã policromática para virem buscar o lixo deles, mas uma segunda chamada da maçã e aí disseram para nós participamos na recolha que eles cobririam todos os custos.

Depois de se resolver o problema com maçã de silício, a minha cabeça desceu a Terra e depois dessa resolução mais ou menos estranha, comecei a caçada dos defeitos das maçãs coloridas e quando fazia essa caçada, o meu telemóvel toca e era a minha rainha a perguntar a que horas íamos visitar o nosso idosos amigo ao hospital e lhe disse para esperar por mim na estação de comboios do Cais do Sodré, o tempo foi passando e voando como uma gaivota do Tejo e a hora do almoço chegou e no bar e sentia um ambiente pesado, como fosse de luto por todos os cantos porque faltava um de nós; todos perguntavam pelo Gianni mas só sabia aquilo que soube no dia em que ele entrou no hospital mas todos nós estávamos ansiosos por mais notícias do nosso amigo e colega.

O César se veio sentar na minha mesa e me disse que seria melhor eu e a Susana irmos visitar o Gianni em nome da firma em vez duma visita em massa por que além de ser fatigante para o próprio Gianni muitos não se podem deslocar ao hospital ao o Gianni está internado.

Tal pedido me deixava num possível dilema por que caso a minha princesa imperial me visse com a Susana poderia sentir ciúmes mas quando pensava numa forma de não magoar a dona do meu coração, entra na nossa sala um funcionário do call-center de seu nome Jorge que perguntou se podia vir no mesmo comboio que nós por que queria tratar da renovação do bilhete de identidade na loja do cidadão dos Restauradores, em Lisboa; eu e a Susana não nos importamos e evitava qualquer possível crise de ciúmes da minha rainha ou outro possível problema que houvesse.

O tempo foi correndo e disse ao meu amor que já ia caminho e disse que vinha com uma colega de serviço que também ia visitar o Gianni a pedido do meu chefe, a rainha imperial doce como o mel de mil abelhas me disse também que os pais do Gianni nos davam boleia até ao hospital assim que eu e a Susana chegássemos ao Cais do Sodré.

Mas a saudade apertava tanto, mas tanto como um corpete ou um colete-de-forças e assim que vi a minha rosa chocolate, a abracei e a beijei como não houvesse amanhã; mas depressa fomos interrompidos pela Susana que nos chamou a atenção que o carro dos pais do Gianni vinha próximo, entrementes o meu colega que queria renovar o Bilhete de Identidade já tinha seguido para os Restauradores.

Chegamos a enfermaria onde o Gianni estava internado e estava bem acompanhado pela sua amada napolitana; o Gianni além de ter melhor cara do que no dia anterior, tinha um adesivo no peito, provavelmente resultado de algum procedimento cirúrgico e perguntamos quase em coro o que lhe tinha acontecido:

- Porra, Já tenho uma história para contar aos meus netos..

- E o penso se deve a que?. Perguntou a minha flor.

- Me fizeram uma operação qualquer acho que se chama by-pass.

- E já estas todo teso com a tua Maria ao teu lado.

- Quero estar no teu casamento e sair do hospital o mais depressa possível, aqui se come pior que no bar  da Microsystems.

- Precisas é duma boa lasanha feita pela tua Maria.

- Bem preciso da lasanha dela e em especial dos miminhos que ela só da mim.

- Desses miminhos dou ao meu Afonso e sei que a falta que fazem. Disse a  minha deusa imperial.

- E quanto tens ordem de soltura ?

- Dentro duma semana já estou fora do hospital .

- Tem calma, não te esforces daqui a pouco te ligo como está o Pedro que também foi parar ao hospital a graças a um sobriho renegado.

- Só descanso quando sair daqui.

- Mas ainda faltam alguns dias.

- Vou contar cada minuto e me acalma esse coitado do Pedro.

- Assim farei meu amigo.

Depois de eu e a minha rainha doce como o mel visitamos o Gianni, entrou a susana com uma mochila cheia de postais a desejarem rápidas melhoras do pessoal da firma, ainda esperei um pouco que a Susana saisse para me depedir dela e da Maria antes de segurimos para o hospital de São José, enquanto esperavamos pelo nosso autocarro ainda chegamos a ver a Susana a apanhar o autocarro até aos combois para Algés que depois a levariam para Cascais.

Alguns minutos depois chegou o nosso autocarro, e digo bem nosso porque fomos os únicos passageiros, por muito estranho que pareça entre o hospital São Francisco Xavier e o Rossio e qual magia desceu por nós um calor qual sol de Afrodite que nos ateou um fogo vulcânico que transformava os relâmpagos fabricados por Hefestos e os raios do sol de Afrodite nas setas de Eros que quando nos tocavam se transmutavam em ardentes ósculos como o sol do meio-dia num deserto; mas era um fogo tão doce que quase nos fazia subir ao sétimo céu, doçura quente que só acha igual numa brisa de verão.

Só descemos a Terra quando o sistema de som do autocarro que avisou-nos que ja estava a chegar ao Rossio e era onde tinhamos que sair para vistar o nosso idoso amigo, o qual só precisava de mais dois dias de hospital para voltar para os braços da sua eterna e doce Claudinha.

O caminho para o hospital é curto mas é  tortuoso mas nem dava para o usar o nosso transporte favorito que são os nossos beijos vulcânicos porque os passeios são muitos estreitos mas naquele momento a nossa cabeça estava noutro lado, queriamos saber como estava o nosso idoso amigo por que a locura que ele fez na idade dele não é  brincadeira  nehuma e estávamos muito preocupados com o seu estado de saúde.

Na entrada do  serviço aonde recuperava o meu amigo não podemos deixar de reparar em duas crianças, era uma meninae um menino ue não deveriam de ter mais  de 10 anos e estavam a estudar manuais de línguas sem mestre; eles eram muito parecidos  com as sobrinhas do nosso amigo Pedro e estavam concentrados, tal e qual alunos em aulas e da forma como faziam os exercícios eram verdadeiros génios que nem fomos cpazaes de os interroper para perguntar seja o que for na sua "aula sem mestre".

Entretanto veio a sair do serviço a "artista" da familía do nosso amigo ,Catarina, com um dos seus primos que era um dos gémeos do nosso amigo de brancas cãs e pensamos que os miudos  ram filhos da Elizabeth porque tinham um interesse ávido  pelos livros e pela sabedoria.

Cumprimentamos ambos os familiares do nosso amigo e fomos para a enfermaria aonde ele estava a recuperar da sua queda espiritual, de facto o nosso idoso amigo estava como novo, só precisando de ir para casa. Estava com tão bom aspecto que nem parecia que tinha estado em risco de vida.

Perguntou logo como estávamos e nós dissemos que dissemos que estávamos bem e o nosso amigo disse-nos que a sua recuperação ia ser mais rápida do que ele esperava só precisando de mais dois ou três dias de férias forçadas.

Mas um dos defeitos-virtudes da minha amada flor perfumada do meu jardim é a sua  é a sua curiosidade e ela perguntou quem eram os dois geniozinhos que estavam na sala de espera.

- É o filho mais velho da minha sobrinha Elizabeth e a filha do meu filho que nasceu em primeiro lugar, o João Paulo.

- Os vi tão concetrados a estudar que pareciam que iam ter um exame em breve. Disse a minha doce jóia.

- Quanto se juntam todos os petizes da minha familia na minha casa fica  pior que uma biblioteca, nem posso aceder ao computador , poem encilopedias em DVD-Rom e me imprimem folhas atrás de folhas para tudo que seja trabalho.

- Pequenos génios.

- Tens razão, meu jovem amigo; sejam  meus netos, netas, sobrinhas ou sobrinhos, ja têm uma cultura geral para as suas idades e o mais velho só tem 12 anos.

- Coisa rara nos tempos que correrm.

- Meus jovens amigos, já quanto eu tinha a vossa idade a iletracia era uma praga.

Ao lado do nosso amigo de longa profílica idade estava o seu eterno amor, D. Claúdia que esteve sempre atenta a nossa conversa e disse uma frase de Lao-Tsé: - A chavena de chá nunca fica completamente cheia, se referindo a insana busca do conhecimento feita pelas crinaças da família que nem se comparam ao sobrinho pródigo que cujas ofensas provocaram a hospitalização do nosso amigo.

Mas a quarta dimensão do universo de seu nome tempo que tão bem explicada foi por Einstein tem um propriedade comum aos passáros, voa e a hora de visita chegou ao fim, nos despedimos da família do nosso amigo e quando iamos a caminho das nossas casas e mal ficamos debaixo dos raios da deusa Selene, o sol mágico de Afrodite começou a ungir-nos com seu doce calor e os seus raios se transformaram nas flechas de Eros que mudaram de forma, para forma de ósculos ardentes como a lava do Etna e profundos como os ocenaos do mundo trocados por nós duma forma insana.

Acabamos por decidir que jantar na minha casa na minha casa porque a dona doce do meu coração me disse que na sua casa iam jantar umas tias armadas em senhoras da alta sociedade com as quais ela nunca se deu bem.

Jantamos empadão de carne que dessa vez não foi feito pela minha mãe mas sim pelo meu pai, sr. David que resolveu puxar dos seus galões gastrnómicos, mas a sobremesa exigia maus delicadas e femeninas e D. Cristiana apareceu-nos com uma tarte de chocolate com maendoas fatiadas e pétalas de rosa amarela.

Eu e a minha rainha sabemos o quão quente e explosiva pode ser essa mistura para nós os dois por que já estávmos a aquecer desde que saímos do hospital aonde nosso amigo Pedro está internado devido aos profundos e vulcânicos beijos que havimos trocados mesmo a porta do hospital.

O jantar correu em ambiente de amena cavaqueira, em especial depois de sabermos que os nossos amigos estavam em rápida recuperação, bem o termo "ameno" pode-se trocar por mais ou menos ameno porque duas pernas malandrecas se acariciavam uma a outra como prevendo o resto da noite bem iluminada pela deusa Selene que se seguia aquele gostoso jantar.

Surpresas doces a minha deusa escondia na sua mala de doces tesouros e dessa vez era um leitor de mp3 além doutras preciosidades e doçuras que iamos partilhar no nosso nnho de amor e a minha rosa me perguntou:

- Meu príncipe tens algum mp3 ou algum software compatível para tal no teu pc.

- Minha princesa sim tenho, é para o meu mp3 um creative zen tera dreams.

- É o mesmo que eu tenho meu amor.

E enquanto eu ajudava a minha mãe a arrumar a loiça e a preapar o café a minha princesa começou a ripar algumas músicas para seu leitor  mp3 da minha colecção de cd's não sabendo eu quais eram as músicas e depois dela ripar as músicas bebemos o café e fomos ver um filme que estava a passar num dos canais da rede da tv-cabo o qual não tinha na minha colecção de filmes e com a minha rosa enconstada mim, estavms os dois enconstados no sofá mas nos estávamos aquecer e muito e o tempo voou qual Pégaso e chegou a hora de nos deitarmos.

Então nessa mágica hora, os desfilar de surpresas começou com umas velas com aromas de fruta e com essa doçura a espalhar-se pelo ar se começou a sentir as doces músicas a sairem das colunas de som do meu pc que estavam ligadas ao mp3 da minha princesa imperial sentimos o renascer do sol de Afrodite no nosso ninho de amor que nos começou a banhaer com todo o seu fulgor e os seus raios que se transformavam nas setas de Eros, eternamente certeiras, fundriam os nossos corpo num fernesim de delícias em que os nossos sentidos se fundiram num único sentido primordial e uma força mística movida pelo doce e quente sol de Afrodite elevou os nossos corpos e as nossas almas para mais além da sétima esfera celeste, para muito mais alto que o sétimo céu.

 

publicado por tron às 19:48

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3 comentários:
De Baltazar a 25 de Maio de 2006 às 02:49
Sinceramente as cores são horríveis . Tenho de franzir o sobrolho só para ler um pouco do que escreves. A língua portuguesa tem pontuação para se usar, serve para criar as pausas nas frases. Quase fiquei sem fôlego só por ler os dois primeiros parágrafos . Voltarei a consultar o blog quando ficar mais fácil de ler .. have fun :)
De gaivota da ria a 15 de Junho de 2006 às 00:25
Tron hoje lembrei-me de vir ler-te mas chegada aqui tive bastante dificuldade em faze-lo por causa da cor da letra, já que gostas da cor do fundo porque não experimentas usar outra cor para o texto? É que é um contraste que não funciona muito bem... Eu assim que comecei a ler pensei: Meu Deus tenho de ir buscar os oculos, a minha falta de vista acentuou-se!!! :) Td de bom Tron.
De gaivota da ria a 15 de Junho de 2006 às 00:26
Voltei! Estas a ver Tron a cor dos comentários. Até que não está mal.
Se fosse assim já seria facil ler-te. Abraço.

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