Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006

XX Capítulo " Ao Ritmo Da Valsa Vienense "

Acordei no meu paraíso privado na Terra que são os doces e ternos braços da minha princesa imperial, sem a mínima noção do tempo a não ser que era dia de trabalho para nós os dois e o nosso despertador foi um CD que a minha rosa de rubis e esmeraldas tinha na sua aparelhagem de som com a mítica valsa Danúbio Azul.

O som dessa bela é mítica valsa vienense nos levou aos jardins de Schonbrün, do palácio imperial austro-húngaro nos tempos da bela e doce Sissi que nos enacminhou para um dulcíssimo e retemperador banho a dois que nos reacendeu o nosso império dos sentidos com um calor infinitamente insano e fez que saíssimos por momento da implacável regência de Cronos deixando que a doce e cálida luz do calor do sol da Afrodite nos unigisse por doces e breves momentos.

Mas o ritmo das batidas de Cronos não perdoa e a hora de irmos tomar a primeira refeição do dia e da manhã chegou sem perdoar e como haviam fatias da tarte de chocolate que tinha sido a sobremesa do jantar das mil delícias onde até as ninfas do Olimpo ficaram corados devido ao calor emanado do nosso ninho de amor.

Saímos da casa da minha doce imperatriz dos beijos de mel e nozes transportados no nosso transporte favorito que são os nossos profundos e vulcânicos beijos até a paragem do autocarro 58 que nos levaria até ao Cais do Sodré donde eu partiria para Oeiras para depois seguir para a Microsystems e a minha raínha imperial do meu coração seguiria no eléctrico até ao seu emprego na avenida D. Carlos I.

O pior da viagem é que fomos em pé durante o percurso entre o largo de Camões e o Cais do Sodré sempre me pé sem termos um único lugar sentado e essa fatigante e curta odisseia até ao Cais do Sodré, que nos fez precisar duma energia extra e esta energia extra estava a nossa espera no British Bar e no seu centenário e sempre saboroso café  sempre cheio de energia, depois de bebemos o nosso delicioso e doce café, fomos para a estação de comboios de onde eu seguiria para a Microsystems e a minha impertariz das mil doçuras seguiria no eléctrico para o seu emprego.

Não nos queriamos soltar de tão colados que estávamos com os nossos longos, profundos, escladantes e vulcânicos ósculos, mas Cronos é impredoável e a hora de partirmos para os nosso empregos ja tinha chegado, mal entrei no comboio, oiço o meu telemóvel a tocar e eram no comboio, oiço o telemóvel a tocar e eram os meus pais para se eu tinha tido problemas de maior; mas eu disse que tinha estado nas melhores mãos do universo, nas mais doces mãos do Olimpo e o comboio se pos a caminho de Oeiras e quando ia a caminho da Alcantra-Mar, a raínha-imperial liga-me a dizer que já tinha chegado ao seu emprego; e depois da doce chamada que foi tão vulcânia e solar como os nossos ósculos e com tanto calor na alma, fechei os olhos e fui sonhando com a festa das mil delícias da noite anterior e com a nossa boda cada vez mais próxima.

Enquanto sonhava, as estações de combioio se iam seguindo uma atrás das outras durante o meu sonho doce como o mel de mil abelhas do Olimpo; e no meio de tanta doçura paradisiáca nem dei pela aproximação cada vez maior da estação de Oeiras, mas a minha sorte que o comboio tinha como destino não Cascais mas sim Oeiras, porque de tão inibriado que estava e caso o comboio seguisse para Cascais tinha perdido o tino a estação de Oeiras e só parava mesmo em Cascais.

Acordei com o barulho da travagem do comboio e que me fez lembrar logo do transbordo para a Microsystems, assim que cheguei perto do transbordo estávamos quase todos presentes, digo quase todos porque o Gianni ainda não tinha saído da baixa médica e fui bombardeado por perguntas sobre o estado de saúde do Gianni porque todos sabiam e sabem da nossa longa amizade e só pude dizer que o Gianni voltaria ao serviço em breve, e depois desse bombardeamento segui para a Microsystems com calma mas ao mesmo tempo com expectativa sobre o que haveriamos de fazer porque já tínhamos despachado os Mac's e não havia muito mais para fazer além disso e temiamos se tinhamos que passar o dia inteiro sem fazer nenhum.

Mas tal expectativa foi gorada porque trabalho não nos faltava porque tinha havido um fluxo súbito de testes de programação que nos iria ocupar o dia inteiro de trabalho,  só tendo intrevalo para podemos almoçar e mesmo assim a hora de almoço tinha que ser contada ao segundo por que os prazos de entrega daqueles computadores era demasidamente apertado para podermos almoçar com calma e essa pressa a almoçar também se devia ao atraso que esse trabalho tinha devido as chatas minhocas das maçãs policromáticas.

E a minha colega Susana se passsou de vez quando viu a carga de trabalho e desabafou:

- O César se anda a meter nos copos ?

- Não sei, Susana; mas não deve estar com a caixa dos pirulitos com os parafusos todos.

- Sim, Afonso tens razão; tanto trabalho depos da carga dos mac's não se cabe na cabeça de ninguém.

- Mas talvez a culpa não seja só do César.

- Como assim ?

- Se puxares pela moleirinha vez que logo que essa empreitada foi um "presente" dos nossos colegas do turno da noite.

- Tens razão, o cansaço provocado pela empreitada das maçãs policormáticas foi tanto que me esqueci desses labregos que deveriam de ter feito pelo menos parte desses testes.

- Eles é que são quase com toda a certeza os culpados desse frete e logo mais digo-lhes duas das fortes.

O tempo foi passando e passando seguindo a lei de Cronos, implácavel, como smpre e mais depressa do que podeirmaos pensar a hora de saída tinhamos chegado, apesar do turno de serviço ter sido dos mais pesados, mas mesmo assim conseguimos guardar os minutos finais para preencher as folhas de serviço.

Após acabramos o duros dia de trabalho lieralmente nos arrastamos até ao transbordo que nos levaraia aos comboios devido ao cansanço louco que tinhamos devido ao excesso de trabalho, os mesmos comboios que nos levaria até as nossas casas para podermos dormir nem que seja por meia hora para recuperamos as forças.

Quando ainda me estava a sentar no comboio para o Cais do Sodré, recebo uma chamada da minha raínha de rosas e esmeraldas, foi uma chamada cheia de mel sem fim que dava a sensação de a ter no meu colo naquele momento, só paramos de nos amar quando cheguei ao Cais do Sodré, mas sem deixar de combinar uma muito escaldante sessão de chat depois dum rápido jantar com os meus pais; mas o conteúdo da conversa deixo nas mãos das vossa sempre fértil imaginação.

 

publicado por tron às 12:11

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5 comentários:
De gaivota da ria a 23 de Dezembro de 2006 às 00:05
Com este frio de bater o dente ía já deitar-me mas não antes de passar por aqui e por em dia a minha leitura neste capitulo novo, já não era sem tempo, como se costuma dizer.
De anas-paixao a 11 de Março de 2007 às 14:48
ADOREI!
Parabens
De ainda sonho a 26 de Julho de 2007 às 12:08
passei por aqui numa pesquisa que fiz pela escola dos anjos, não tive tempo para ler tudo e como tal não percebi se realmente foi aluna da ESA, eu fui e no no de 1994 a 1997, se foi diga algo
De tron a 26 de Julho de 2007 às 21:39
também la andei no mesmo ano, mas esse blog é uma novela
De tron a 18 de Julho de 2009 às 18:31
fui aluno em 97 entrei no ano lectivo 96/97

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