Quarta-feira, 27 de Abril de 2005

VI Capítulo " O Dia Seguinte "

Passamos a noite juntinhos na casa dos avós da minha doce noiva Catarina, mais precisamente no quarto de hóspedes, por que o amor entre nós foi crescendo, foi crescendo até que acabamos passando a noite um com outro, uma noite do mais doce amor mas com as devidas precauções.

 A nossa sorte era que a Segunda-Feira seguinte era feriado, mais precisamente 25 de Abril e foi a noite de 25 de Abril mais feliz e mais bela das nossas vidas onde nos entregamos uma ao outro onde nos descobrimos em amor na festa dos sentidos e acordamos bem abraçados uma ao outro.

 Bem eu acordei primeiro e depois acordei a minha princesa com um doce e delicado beijo nos seus suaves lábios, depois desci a cozinha e preparei um pequeno-almoço para nós os dois recuperamos forças da nossa primeira noite de amor, depois fomos tomar um retemperante banho a dois mas o desejo que houve entre nós se reacendeu no banho onde trocamos doçuras ainda mais escaldantes do aquelas que trocamos durante a noite e nos estivemos amando até as 16:00 quando almoçamos.

 - Ai, meu bombom cada vez te amo mais.

 - Minha jóia tu és mais preciosa do que todas as jóias que eu te possa dar.

 - Afonso cada vez me dizes coisas mais bonitas.

 - Tu és uma rosa doce e preciosa como todos os diamantes dos mundo.

 - Afonso, cada vez me deixas mais apaixonada por ti.

 - Te amo muito minha fofinha, linda e doce.

 - Te amo muito meu fofinho lindo e doce.

 E continuamos a trocar doçuras até que fomos interropidos pela avó da minha preciosa noiva, D. Elizabeth duma forma delicada:

- Meus pombinhos querem jantar aqui em casa ou vão jantar fora ?

 - Cara sra. agradecemos o convite mas amanhã temos que trabalhar e ainda tenho que levar a sua doce neta a casa. Comemos alguma coisa pelo caminho mas lhe agradeço a mesma o convite para jantar.

 E nos pusemos a caminho para a estação de comboios perto da casa dos avós da minha princesa que fica em Vila Franca de Xira e nos agarramos aos beijos enquanto o comboio para Lisboa não chegava. Entretanto o dito comboio chegou o fomos trocando doçuras dulcíssimas até chegarmos a estação de Entrecampos aí saimos os dois e fomos até ao McDonald's da Avenida da República onde jantamos antes de eu levar a minha doce noiva até a a sua casa e a levei e a deixei a sua porta e nos despedimos com um longo e doce beijo nos nossos lábios.

 Mais tarde fui ao multibanco que fica por baixo da casa dela e levantei 20 euros para ir de táxi até casa porque estava muito cansado da viagem mas ao mesmo tempo estava nas nuvens por que ia casar com a mulher da minha vida.

publicado por tron às 15:57

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Segunda-feira, 25 de Abril de 2005

V Capítulo " O Grande Dia "

Eu ao mesmo tempo que estava surpreso estava feliz com o pedido da minha amada Catarina e a minha amada poderia estar certa que o iria aceitar e quando ia a caminho da paragem do autocarro onde eu apanho o autocarro que me leva todos os dias ate estação de comboios onde depois apanho o comboio até a fábrica de material informático onde trabalho a três anos e ja usufuria de contrato efectivo de trabalho na Microsytems a quase um ano e no dito caminho até a paragem existem duas joalherias e não pude deixar de admirar as montras e procurar uma aliança de compremetida cuja beleza e delicadeza se compare a minha doce Catarina.

Mas cada vez que pensava nisso pensava no sofrimento que o meu amigo Pedro passou com a cobarde da Isabel e eu estava com vontade de o convidar a ele e a esposa para o nosso churrrasco por que me lembro das palavras da minha sábia mãe que me disse para o ajudar e o ajudarei.

Voltando ao assunto das alianças, nas ditas joalharias não achei nenhuma aliança suficientemente bonita e me enfiei no autocarro que me levaria das Amoreiras até ao Cais do Sodré onde apanharia o comboio até o meu emprego, e enquanto estava no comboio chateado por não ter encontrado uma aliança igualmente bela como a minha Catarina, a minha imperatriz me liga para me dar os bons dias e para saber se eu queria ir ao cinema no Domingo ma he respondi com toda a doçura:

 - Meu amor em vez do cinema queria antes fazer o churrasco na casa dos teus avós.

 - Amor doce, queres mesmo oficializar a nossa relação. - Sim, minha princesa e ja pensei numa lista de convidados com parente e amigos.

 - Ai, amor me deixaste feliz mesmo.

 - Como assim amor ?

 - Vai ser feito perante os nossos amigos e feito em coro e repondido em coro.

 - Amor és um eterno romântico, a ideia está perfeita.

 E continuamos a trocar doçuras bem melosas ao telemóvel aí por uma boa meia hora até que cheguei a Oeiras aonde estava o transporte ate a Microsystems e na minha cabeça se estava formando a lista de convidados para o dito churrasco e ia perguntar minha princesa se aprovaria se eu convidasse o meu amigo Pedro e respectiva esposa; bem que a minha princesa iria aprovar porque além de Pedro so tinha mais dois amigos da faculdade e dois do serviço.

 E durante a semana entre idas ao cinema e trocas de doçuaras achei numa joalharia da baixa a aliança que tnato eu procurava e pedi ao funcionário da Santo Elói que me fizesse um embrulho bem bem bonito, embora 25 % das minhas economias se tenham evaporado era um gasto de dinheiro muito bem mercecido por que era para a minha imperatriz. E o grande dia chegou e como eu espera a minha doce Catraina aprovou a minha lista de convidados e eu a dadela não sabendo nem ela nem ninguem a surpresa que é a aliança de compremetida escolhida a dedo para ela e que lhe so seria dada no fim da festa.

 Entretanto tinha chegado o meu amigo Pedro e a sua esposa que trouxe para a minha deusa um ramo de flores e para mim um pack de cd's dos Queen e o churrasco foi continuando até ao grande final quando ao son de "Unchained Melody" cantada pelos Righteous Brothers digo assim :

 - Catarina Amarildo, minha rosa doce e preciosa é de tua livre vontade te tornares minha esposa na saúde e na doença, na riqueza e na miséria, na alegria e na tristeza de hoje e para todo o sempre.

 E em coro a minha doce Catarina diz assim:

 - Afonso Silvério, meu doce e eterno bombom é de tua livre vontade seres o meu eterno esposo na saúde e na doença, na riqueza e na miséria, na alegria e na tristeza de hoje para todo o sempre.

 E nós olhando nos nossos olhos azeviche brilhando feito diamantes prceiosos dissemos em uníssono:

 - Sim.

 E selamos o nosso comprimisso com um doce e longo beijo enquanto isso eu metia a mão no bolso e de la tirava um delicado embrulho, delicado como os lábios da minha doce noiva Catarina e lhe dava para suas doces mãos e ela desembrulhou e viu uma pequena caixa que tinha uma aliança preciosa como o nosso amor que era encimada com dois brilhantes talhados em forma de coração entralçados. E a minha noiva com olhos lacrimejantes aceita da minha mão o anel que ofcializa o nosso comprimisso ao mesmo tempo que os convidados do churrasco aplaudiam ruidosamente mas nós os dois não podemos deixar de reparar no nossos amigo Pedro que se juntou ao aplauso mas tinha os seus olhos castanhos lacrimejantes que até os meus pais repararam e tentamos logo o animar mas Pedro disse logo que se lembrou de duas pessoas e depois acontecimentos que foram ao mesmo tempos doces e amargos para si: de quando pediu a mão em casamento da sua doce Claúdia e do seu primeiro amor a agrilhoada Isabel.

 - Meus amigos estou bem de sáude, só que tenho este defeito de ser um terrível romântico. 

E o meu pai, sr. David respondeu ao amigo Pedro nascendo aí uma amizade entre os dois:

 - Caro amigo não fique assim, você é dos poucos sortudos que ainda é casado com a mesma mulher que sempre amou.

 - Sim sr. David , já estou casado com a minha Claudinha a 42 anos.

 - Prazer D. Claúdia.

 - Prazer Sr. David é que o meu gatinho tem esse " defeito " que é gostar das pessoas e sempre se lembra daquela cobra que o fez sofrer quando ele tinha a idade do seu filho.

 - Mas a Sra. não sente ciúmes ou não tem problemas devido a ele se relembrar dela de vez enquando ?

 - Não, porque também me fizeram sofrer e nos ajudamos um ao outro e quem nos fez sofrer para nós foi o nosso primeiro amor e o primeiro amor ninguem esquece. Mas quem nos fez sofrer não passa de recordação.

 - É preciso terem muita força de vontade para pensarem assim amigos.

 - Temos muita força de vontade e o nosso eterno amor.

 E os pais da minha doce noiva Catarina, D.Fernanda e Sr. Gabriel também repararam no meu amigo Pedro e na sua esposa D. Cláudia e se puseram em amena cavaqueria se tornando logo amigos e os pais da minha noiva ficaram admirados com a historia de vida de Pedro o convidando a ele e a esposa para almoçarem em breve. Só sei que um churrasco que tinha começado as 15:00 ja se tinha prolongado até as 22:00 e os convidados com filhos pequenos ja se tinham despedido de nós sendo os útlimos a sair os nossos pais e Pedro e sua esposa ficando nós na casa dos avós da minha doce noiva Catarina nos amando com toda doçura do mundo até o sol raiar.

publicado por tron às 15:41

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Sábado, 23 de Abril de 2005

IV Capítulo "A Doçura do Amor "

- Mas amor me tens a mim e o que aconteceu ao teu amigo foi azar.

 - Minha fofinha doce, eu sei mas me tocou bem fundo no coração a forma como ele ficou, por minha vontade lhe convidava para almoçar no domingo mas temos o nosso cinema.

 -Meu bombom pelo que contaste o Pedro é um bom amigo daqueles que só se acham um em cada mil, mas que não gosta de falar nessas coisas.

 - Pois não, minha coelhinha mas ele quis partilhar essas mágoas comigo, acho que ele vê em mim a sua imagem de quando era jovem, a minha sorte é que tu és muito mais corajosa que a tal Isabel.

 - Nisso podes estar certo, amor, ou já te esqueces daquilo que o meu cunhado fez e se for preciso faço o mesmo; custe o que custar.

 - Quando dizes essas coisas meu amor me deixas ainda mais doido de paixão por ti.

 - Afonso ja chega de falarmos do teu amigo e temos que falar a sério de nós.

 - Como assim minha doçura doce

 - Afonso ja nos amamos a um ano e daqui a pouco já é tempo de oficializar a nossa relação.

 - Como assim ofcializar, meu amor.

 - Se já temos ambos empregos estáveis, vidas, alinhadas, ja podemos ser mais que simples namorados meu amor lindo.

 - Minha deusa te referes a casamento ?

 - Sim, meu ursinho de peluche e eu ate ja tive uma ideia como oficializar o pedido e respectiva resposta quer seria um churrasco com nossos amigos especiais e a nossa família.

 Eu estava surpreso com a atitude da minnha doce Cathy, não era que fosse nada de inesperado, mas foi pela forma e pela altura escolhida para se fazer o pedido e eu respondi assim:

 - Minha fofinha se eu te dissesse que eu queria pensar por que me apanhaste de surpresa te magoaria ?

 - Não, meu amor eu é que talvez me precipitei-me.

 - Fofinha descansa que a resposta é aquela que tu esperas mas me deixa pensar numa forma doce de responder primerio para depois marcarmos o churrasco.

 - Ai meu fofo que peso que me tiraste do peito, até pensei que ias dar outra resposta.

 - Não meu amor, te amo demais para ficar longe de ti.

 E continuamos a trocar doçuras até bem perto das duas da manhã primeiro no chat depois pelo telefone e no dia seguinte fomos ambos trabalhar mas quando eu ia a caminho do meu trabalho eu pensava duma forma bem doce de lhe repsonder ao pedido de casamento mas duma forma bem doce mas sem deixar de pensar no meu amigo Pedro

publicado por tron às 20:37

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III Capítulo " A Ajuda de Mãe "

Contei a minha mãe a conversa que tive com velho e doce Pedro e a minha mãe, a sábia dona Cristiana ficou de boca aberta com a história de vida do velhote triste. E me perguntou como eu tinha conhecido. E comecei a contar minha delicada mãe como o conheci na Fnac, e na sua sábia sensibilidade a minha angelical mãe começou a falar sobre o idoso Pedro:

 - Meu filho este velhote começou a olhar para ti quando falavas com a Catarina ?

 - Sim, mãe e não pode deixar de reparar devido ao ar trsitonho que ele tinha. - Meu filho, o que este senhor te contou é uma história triste mas uma coisa é certa ele tem mais trsiteza dentro dele e tu nele despertaste confiança nele.

 - Por lhe ter lembrado a forma amorosa como ele tratava a tal Isabel ?

 - Sim, este vellho senhor é daquelas pessoas que não confia em qualquer um e para ele ele confiar a ti as mágoas dele é por que ele confia mesmo em ti. É uma pessoa fechada como era o teu pai como quando o conheci.

 - Mas não entendo porque ele confiou em mim, querida mãe.

 - Confiou por que ele talvez visse a imagem dele em ti; contaste que ele sofreu muito não só por causa da Isabel, mas também por causa da irmã.

 - Sim foi verdade, mas gostei tanto do senhor que até fiquei com pena dele e de o fazer sofrer. É que de cada vez que ele falava na dita Isabel chorava e na irmã ou nas sobrinhas soluçava.

 - Afonso, o teu amigo Pedro precisa dum amigo que lhe dê confiança e tu és esse amigo e sempre que ele marcar uma altura arranja forma de o ouvir porque o estás a ajudar.

 - Mas que tipo de ajuda , mãe ?

 - Lhe estás a tirar um peso da alma fazendo o teu amigo desabafar, mas até tenho pena dele por que foi uma pessoa que sofreu em demasia.

 E enquanto instalava o gravador de dvd/cd-rom Blue Ray, ia pensando nas palavras que a minha mãe me disse e nas palavras do idoso e dolorido Pedro e pensava como o coitado precisava dum bom amigo que o ouvisse e que eu tinha muita sorte em ter a minha Catarina .O que os pais da Isabel fizeram foi duma baixeza terrível e igualmente baixo foi a cobardia dela por que caso os sentimentos dela por Pedro fossem igualmente fortes se teria mostrado mais corajosa e se tinha imposto aos pais e jamais se teria deixado acorrentar como ela se deixou ( segundo as palavras de Pedro).

 Bem que ainda vivo ainda com os meus pais mas é por ser solteiro e não estar na disposição de estra falar com as paredes para não falar nas razões económicas. A minha irmã está bem casada e o meu cunhado e boa pessoa e nos está visitar sempre quando pode (ele e a minha irma e desconfio que vou ser tio em breve).

 Só espero que a doce Catarina não seja para mim como foi a Isabel para o meu amigo Pedro que pensava ter achado o amor da sua vida e afinal só teve sofrimento. Ele teve sorte em encontrar a delicada Claúdia; mas como se costuma dizer "não há amor como o primeiro" e daí a sua tristeza quando fala na Isabel e vou seguir o sábio conselho de dona Cristiana, minha mãe e ajudar o vellho Pedro a se sentir melhor consigo mesmo . Depois que instalei o dito gravador fui jantar mas a minha cabeça estava longe do jantar ou do jogo de futebol que passava na tv até o meu pai sr. David reparou e me perguntou se eu estava bem de saúde e eu respondi afirmativamente.

 Depois de acabar a minha refeição por volta das 21:30 fui para o chat aonde ja estava a minha doce Catarina e começamos a trocar carinhos bem melosos e eu me comecei a sentir melhor mas ela reparou na minha preocupação com alguem e eu falei no velho Pedro, mas a minha doce Catraina disse que aquilo que aconteceu com Pedro não me haveria de acontecer por que o amor que existe entre nós é forte ao ponto de quebrar as correntes que a Isabel não quis ou não pode quebrar.

 Fiquei aliviado com as palavras das dona do meu coração mas ao mesmo tempo ansioso pela outra folga semanal por que quase com toda a certeza me iria encontrar com o meu amigo Pedro.

publicado por tron às 19:59

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Terça-feira, 19 de Abril de 2005

II Capítulo " A Mágoa do Olhar"

- Caro Pedro por que tinha o olhar tão tristonho quando eu estava falando com a minha doce Catarina ?

 - Meu caro e jovem Afonso a forma como trataste a tua amada me fez recordar uma pessoa que amei muito quando tinha a tua idade, e ja agora me diz (se quiseres) como conheceste a tua imperatriz ?

 - Amigo Pedro foi num chat e ficamos logo apaixonados, foi uma faísca pura.

 - Ai, Afonso que tão igual ao que aconteceu, não aguento, vou contar o que me acontear o que me aconteceu quando tinha a tua idade.

 - Sr. Pedro com as sua idade os nervos podem ser perigosos tome cuidado e tenha calma em nome da nossa amizade.

 - Afonso exactamente pela nossa amizade é que tenho que te contar essas lembranças tão dolorosas para mim.

 - Então, as conte, mas com cuidado.

 E o velho e doce Pedro enquanto bebia um trago da sua vitamina, respirou bem fundo e olhou com os seus olhos cor de chocolate de leite nos meus olhos negros e começou a deitar para fora do seu velho coração de 70 anos, mágoas antigas caso a minha Catarina ouvisse se ponha logo a chorar.

 - Caro Afonso no ano em que completei um quarto de século de vida conheci uma moça também através dos chats e o nome dela era Isabel e era de Angola e tal como tu foi uma faísca, amor a primeira vista e foi algo de doce e doloroso.

 - Como assim Amigo Pedro ?

 - Estivemos namorando eletronicamente durante dez logos e doces meses e quando nos conhecemos no mundo real a doçura aumentou mas na memsa proporção que aumentou estoirou.

 E cada vez entendia menos me parecia que o velho Pedro estava falando russo mas continuei e preguntei ao meu idoso amigo o sentido das palavras dele. Ele ficou choroso mesmo tempo que voltava beber outro trago da vitamnina, e re-iniciamos a nossa conversa. - A Isabel era feita de procelana mas no primeiro dia quando nos conhecmos ao vivo ela nos quis apresentar a mãe dela e aí nesse momentoa doçura se perdeu porque a mãe a agrilhoava e que a dita senhora que nunca soube o nome "me cortava as fatias" com o olhar. - Ai, Pedro isso é mais arrepiante do que o filme do Final Fantasy.

 - Não, Afonso, não é filme é realidade. Enquanto a minha querida mãe de seu nome Maria desabafava as mágoas que a minha irmã lhe causava na altura (a sorte e que as minhas sobrinhas me pode orgulhar) com a dita senhora que nunca soube o nome ela me media e fazia diversas chamadas de telemóvel tapando a boca em vez de sair da mesa. Enquanto isso acontecia a doce e agrilhoada Isabel foi ao seu quarto de hotel buscar uma coisa para mim, mais precisamente duas camisolas. Depois de mil beijos trocarmos nos despedimos, e a minha mãe começou a desconfiar de algo, aliás eu próprio já eu sentia quando discuti com a minha mãe na véspera e não queria ir no encontro.

 - Mas Pedro, se a amava como eu amo a Cathy por que teve essa reação na vésepra ?

 - Afonso senti que o pior estava para vir e veio no segundo dia e foi quando conhecemos o pai dela.

 - Porquê meu amigo ?

 - Na altura morava num bairro infestado de droga e os pais dela so falavam nisso e atendiam chamadas de telemóvel em segredo.

 - Que falta de educação você e a sua mãe se sentiram mal a valer com a atitude desse dois incalssivicáveis.

 - Podes crer, e ele estava a pedir uma explosão séria mas a doce Isabel leu a minha mente e fomos para um recanto do hotel aonde estavam hospedados em Lisboa e aí senti a doçura do primeiro beijo de amor. Mas não pude de deixar de ouvir os pais dela a repreender e depois chegou a hora de nós nos separamos devido a um suposto jantar, ela disse que ia fazer os possiveis para passar o fim-de-semana comigo mas o meu coração me disse o contrário.

 - E, Pedro o seu coração estava certo ?

 - Sim, estava, por que no dia seguinte ela partiria para o norte e no meu coração a partida era eterna

. - E a sua mãe ?

 - Afonso, a minha mãe nesse maldito dia me disse assim: Pedro queres ir para casa ? e lhe respondi que não peferia ir Fnac para ver se alguem me poderia ajudar num problema que eu tinha no computador na altura. Mas a minha minha voltou a carga: Pedro esses "comprimissos"  são para vos afastar. Eu sei que são mãe e vou esticar a corda até não dar mais, mas o entusiasmo que eu sentia se esfumou. Isso deve ser por estares desempregado e seremos tesos e eu dei razão a minha mãe. E no seguinte foi a dita viagem para o norte e tive um susto de saúde.

 - Que susto meu idoso amigo ?

 - Um problema de coração devido aos nervos mas passou no dia seguinte fui ao neurologista que seguia e so me gozou naquele dia.

 - Só azares meu amigo.

 - E só estás a saber o princípio, e que entrentanto quando ainda namoravamos online lhe mandei um mail a dizer que não nadava em dinheiro, a dizer todas as minhas mágoas e ela pensou que era um fim e lhe disse que não e baseado ela quis acabar com tudo.

 - Estava agrilhoada pelos pais amigo Pedro ?

 - Nunca o saberei, amigo Afonso mas sempre notei que ela estava agrilhoada pela forma que ela falava comigo era sempre a fugir como estivesse numa cadeia.

 - Mas como suportou isso amigo Pedro ?

 - Nem eu jovem Afonso, a mesma coragem com que efrentei as doenças que tenho tido ou amor enorme que tinha por ela é que me ajudou a suportar.

 - Mas voltou a encontrar meu caro Pedro ?

 - Sim, Afonso no dia da nosso despedida definitva, ela me deu um cd dos Queen, que quase deitei fora devido a raiva que senti, mas guardei como recordação do primeiro grande amor da minha vida.

 - Mas Pedro por que ela não enconstou os pais, o cunhado da Cathy fez isso por que não queria que ele se casasse com irmã da minha doce Catarina.

 - Afonso o teu cunhado se desacorrentou dos pais e se impós e nunca hei de saber porquê a Isabel nunca quis cortar as correntes.

 - Nunca se casou Pedro ?

 - Casei-me sim Afonso, amo e sou fiel a minha doce e delicada Cláudia como amei a Isabel mas nunca esqueço as pessoas que amo, do casamento resultaram dois meninos e duas meninas dos quais me posso orgulhar.

 - Ja entendi, caso passasse pelo mesmo sempre ficava mal assim como o Pedro.

 - Mas Afonso ja me chega de tanta mágoa antiga que está doendo muito.

 - Queres mudar de assunto ?

 - Sim é melhor, me diz uma coisa Afonso vens comprar algum hardware ?

 - Sim, venho tinteiros e um gravdor de dvd/cd-rom Blue Ray

 - Hum, te vou dar umas dicas é que comprei todos os extras do meu computador e estou por dentro das novidades.

 - De acordo Pedro troca de ideias sobre o material ?

 - Sim Afonso, aproveito e compro uns dvd's virgens.

 Depois de escolher o material que queriamos e de o pagar combinamos nos encontrar na minha folga seguinte para conversarmos melhor mas algo me dizia que ele tinha mais mágoas.

publicado por tron às 23:36

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Domingo, 17 de Abril de 2005

I Capítulo " Encontro de Amigos"

Numa tarde de Primavera tive que ir a uma loja Fnac comprar uns tinteiros para a impressora e se os gravdores de dvd/cd-romBlue-Ray tinham descido de preço e já tinha tirado os tinteiros do expositor respectivo que quando senti uma sede danada e fui ao café da loja Fnac para beber o que os brasileiros chamam vitamina e os portugueses sumo misto mas ao mesmo tempo que pedia a balconista o dito sumo estive a pensar vir as compras e só um sumo e enquanto pensava nisso algo me disse para comer alguma coisa e acabei por escolher um folhado de borrego.

Depois de pagar a conta me toca o telemóvel e era a dona do meu coração, de seu nome Catarina, já namorávamos à mais de um ano mas a falta de verba e dum trabalho fixo de nos os dois sempre nos impediu casar até agora por que eu ja tinha conseguido um emprego seguro e fixo numa firma de informática e ela era gerente num fast food tendo subido a pulso na cadeia fast food em causa.

A conheci nos chats e foi mesmo amor a primeira vista e nasceu mesmo uma faísca que ainda dura e lhe atendi o telefone:

 - Minha flor como vais

 - Vou bem meu bombom, achaste o gravador que querias e os tinteiros para impressora...

E enquanto trocávamos doçuras ao telemóvel não pode reparar que um velhote que tinha a sua frente um computador portátil duas revistas ao lado, mas o velho senhor tinha um olhar de quem se lembrava de alguem ou de alguma coisa com muita saudade. Depois de me despedir da minha amada Catarina meti conversa com velhote de olhar triste; primeiro me apresentei e ele se apresentou a mim; o nome dele era Pedro e nesse encontro começou uma amizade que ia mudar a minha vida....

publicado por tron às 19:15

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Agradecimentos prévios

Agraddeço a todos e a todas que visitarem e comentarem os capítulos desse blog-romance, a minha família toda em especial a a minha mãe, a Fnac por ter o material informático que preciso para melhorar o meu pc, a loja Ninety Nine da rua dos Fanqueiros, Continente, Papelria Fernandes e Caderno Diário por ter o material de escirta que preciso e especialmente as minhas musas inspiradoras e nunca te esquecerei mas o meu coração se tornará gelo nem se abrirá mais para o romance....
publicado por tron às 18:45

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Prefácio

Talvez passe esse blog-romance a livro e para dar esse passo deixo a consideração de cada visitante e leitor. Sei que vos pode parecer triste ou ultra-romantico ao estlio dos livros de Camilo Castelo Branco mas vos relato uma situação real e quem sabe pungente e espero conseguir passar para livro e ter uma parte do sucesso que livro do blog erotico-cómico "O meu Pipi" teve. Por isso espero que os capítulos sejam do vosso agrado embora possam por vezes ser muito tristes so espero não passarem pelo mesmo que estou passar mas sei que há mais casos iguais ao meu por que há milhares de casos pelo mundo iguais ao meu e como Eça de Queiroz tinha na personagem de "Os Maias" João da Ega o seu atler-ego , ou seja como fosse o escritor a entrar e aqui no "Rosas Agrilhoadas" também tenho o meu alter-ego sendo ele o velho Pedro de 70 anos.
publicado por tron às 18:21

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Introdução

Esse blog-romance é inspirado no conto literário "Singularidades duma Rapariga Loira" escrito por Téofilo Braga que para quem não sabe foi o primeiro presidente da república logo após a revolução de 5 de Outubro de 1910.

E se alguma vez meniconar alguma personagem do conto literário de Teófilo Braga será e mera coincidência e além disso tudo que lerem no "rosas agrilhoadas" é a mais pura verdade pois se tratarem de relatos da minha vida mas os nomes das pessoas foram alterados para manter a privacidade de cada um bem segura. como convem no mundo da blogsfera. Obrigado pela vossa atenção

publicado por tron às 17:13

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