Sábado, 28 de Maio de 2005

IX Capítulo" A Verdadeira Despedida de Isabel "

Convenci a minha imperatriz a trocar a sua folga semanal com a sua colega sub-gerente de maneira que coincidisse com a minha e dessa vez não estava muito virado a ir para Fnac mas sim a Cyberia, a dita ciberdiscoteca aberta 24 horas que a Beatriz Maria, filha do meu amigo Pedro é sócia, e nós entramos na Cyberia de mão dada trocando beijos dulcíssimos: como música de fundo estava passando um clássico da música tecno "One More Time" dos Daft Punk (grupo que o meu avô ja me tinha falado como um dos melhores do género) e pedimos duas coca-colas de cereja para nós os dois e numa mesa estava surpreendentemente sozinha a esposa do meu idoso amigo Pedro, nossa também amiga D. Cláudia que parecia estar a nossa espera para nos dizer algo ou então para falar a sua filha Beatriz Maria.
 Mas algo a minha doce Catarina sentiu e por sua iniciativa se foi sentar na mesma mesa de D. Claúdia e eu fui atrás; depois de nos cumprimentarmos ela me perguntou como eu conheci o meu idoso amigo e eu descrevi o nosso encontro no café da Fnac, mas D. Claúdia nos disse que o nosso amigo Pedro quis dar uma visão romântica dum momento doloroso da sua juventude. A minha doce e mui amada Cathy ficamos a olhar um para outro surpreendidos pela revelação de D. Claúdia e a minha doce imperatriz perguntou:
- Como assim uma visão romântica ?
 - Vocês ficaram a saber da atitude dos pais dela e da ida para o norte, correcto ?
 - Sim ficamos.
 - E, como ele, meu eternamente amado Pedro vos disse como eles acabaram ?
 E aí respondi eu.
 - Me disse que foi depois dela ter voltado do norte dado poder ficar mais em Portugal e muito menos ele poder ir para Angola e lhe deu como prenda um cd dos Queen.
 - Meus amigos primeiro vos vou pedir que em nome da nossa amizade que essa conversa fique em segredo dado ser um assunto doloroso para o meu amdo Pedro porque vos vou contar o verdadeiro fim do namoro entre o meu amado marido e a cabra da Isabel.
 - Descanse D. Cláudia que guardaremos segredo de tudo que nos contar.
 - Foi assim meus amigos: como vocês devem saber eles só se viram duas vezes ao vivo e ela era sempre desviada para suspostos jantares e comprimissos, depois da ida para o norte ela voltou para Lisboa e disse que tinha supostas prendas que lhe deu e além disso estava sempre nos ditos comprimissos, entrementes ela saiu do hotel dando a desculpa que precisavam do quarto da família dela por causa dum jogo grande de futebol mas nem para um café aqui na Casa Macário ela o convidou e isso aconteceu na semana em que o Sporting jogou com CSKA de Moscovo na Final da Taça UEFA em Alvalade. E todos dormiam no mesmo quarto segundo deu ela a entender ao meu Pedro.
 - O jogo da grande infâmia como chama o pai da minha mãe (disse a minha Cathy).
 - Mas nessa semana, jogos grandes que até decidiam o campeão desse ano eram todos na cidade do Porto e jogo grande no fim-de-semana foi um Benfica-Oliveirense em hóquei em patins que eu ver ao pavilhão da Luz e no domingo ela saiu do hotel sem se despedir do pobre Pedro para a casa dum suposto irmão na Amadora.
 - Mas D. Claúdia a zona do estádio da Luz não tinha hoteis próximos na altura ?
- Tinham, ficavam no outro extremo da segunda circular, mas equipas de hoquei estagivam e estagiam sempre fora do barulho da cidade em especial na segunda fase do campeonato como era aquele jogo que contava para a segunda fase.
 - Então essa história do jogo era mentira.
 - Sim meus amigos era.
 - Mas mesmo assim morando na Amadora ela poderia ver o nosso amigo Pedro.
 - Pois podia tem comboio e na altura o metro ja tinha chegado a periferia da Amadora, mas mesmo assim nunca o viu e além disso na para primeira estada no norte que era para durar 9 dias durou um mês e começou no fim-de-semana em que ele fazia anos. Ela ate lhe contou uma história que ia pedir ao irmão para ficar em Lisboa nesse mesmo fim-de-semana e que além da avó era a única família que tinha em Portugal.
 - E a história era verdadeira ?
 - Falsa, porque nesse mesmo mês enquanto ela estava no norte o meu amado Pedro, ainda era um jovem teve que ir com a minha também amada sogra a EPAL e lá por acaso descobriu uma prima dela que morava em Lisboa.
 - Coitado do Pedro.
 - E não foi tudo, subitamente quando ela estava na casa do irmão por suposta ordem do pai voltaram para a casa da avó em Vila do Conde e partiram do Sá- Carneiro para Angola para sempre. E quem lhe deu o cd dos Queen nessa altura foi a minha doce sogra, o album Innuendo o qual ele ainda ouve.
 - Mas porque ele deu esse ar romântico da forma como as coisas acabram entre eles.
 - Por que ele tem o defeito de gostar em demasia das pessoas que muitas não merecem além de ser um romântico incurável , e depois acabaram duma forma fria e distante numa sessão de chat.
 - Que triste história D. Cláudia, pobre Pedro sofrer por quem não merece.
 - Vos contei isso porque esse peso já me atromentava a algum tempo e a ver um casal tão belo e perfeito como vocês ainda mais me obrigou a contar isso.
 - Mas descanse minha amiga que esse triste acontecimento que nos contou ainda nos deu mais força para continuar juntos, o que a Isabel fez ao seu amado Pedro e nosso amigo é algo de hediondo e se sabia à partida que a possibilidade de eles ficarem juntos era nula ou quase nula mais valia ficarem amigos e e penso que ela só queria o nosso amigo e no seu caso esposo Pedro para sexo e não como um esposo.
 - Acho que tens razão, Afonso porque ele estava mutio magoado e pior passei eu para abrir o coração do meu Pedro ao amor que lhe tinha para dar para toda a eternidade mas consegui.
 Bebemos mais um par de colas de cereja fomos até ao sítio do costume após trocar dois dedos de conversa com a filha do nosso amigo Pedro, Beatriz Maria (que acabou por nos ofrecer as colas), porque o nosso idoso amigo estava a nossa espera no café da Fnac poruqe nos queria lembrar das virtudes do matrimónio, mas eu e a minha imperial Catarina mas pensando naquilo que que a pérfida Isabel fez ao nosso amigo Pedro que afinal não era assim tão agrilhoada como Pedro pensava.
publicado por tron às 14:11

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Domingo, 8 de Maio de 2005

VIII Capítulo " A Festa de Aniversário "

Eu e a minha imperatriz nos encontramos a porta dela no largo do Camões e nos saudamos com um longo e delicioso beijo de amor eram umas 10:30.
 - Bom dia meu príncipe.
 - Bom dia minha princesa.
 - Dormiste bem meu doce bombom ?
 - Sim minha doçura doce embora me tenha sentido sozinho porque não te tinha ao meu lado minha rainha.
 - Ai meu amor também me senti assim.
 Enquanto suspirávamos de mãos dadas desciámos de mãos dadas a Rua Garrett até a Fnac para comprar uma prenda os filhos do meu amigo Pedro e depois seguimos para sua casa que fica no bairro da Encarnação entre o Parque das Nações e o Aeroporto. As prendas que escolhemos foram compilações de cd's de rock clássico mais precisamente dos Queen e Pink Floyd e apanhamos o metro na estação Baixa-Chiado até ao estação do Aeroporto e fomos o caminho todo até a Alameda (porque temos que temos que mudar de linha na Alameda para irmos para o Aeroporto) aos beijos e da Alameda aos beijos até ao Aeroporto mas beijos mais escaldantes ainda que quase perdiamos o tino a estação de metro e ainda fomos a pé cerca de 1500 metros até a casa do meu amigo Pedro e da sua esposa D. Cláudia, toquei a capainha e nos recebeu a D. Cláudia.
 - Bom dia meus amigos como vão ?
 - Bem obrigado D. Cláudia (respondemos em coro).
 - Já ca estamos todos so falta vir a minha sobrinha mais nova chegar com os filhos e o marido mas podem entrar por que falta pouco para eles chegarem.
 E D. Claúdia tinha razão a sua sobrinha que tinha o doce nome do meu amor chegou com seus petizes e respectivo esposo e de facto as sobrinhas amigo Pedro duas mulheres bem belas e a irmã dele apesar de idosa ainda era bonita; ainda bem que a minha doce Catarina nao me lia os meus pensamentos talvez pecaminosos ou admiratvos porque só via mulher bonita e a minha Catraina é um pouco ciumenta e as aniversariantes são igualmente bonitas estando eu um "Hércules no Reino das Amazonas".
 Mas me controlei não so para manter a compusttura mas sobretudo para evitar uma possível crise de ciumes da minha doce Catraina e a festa começou sendo a D.J. a "crânea" da família a sobrinha mais velha do meu amigo Pedro, a Elizabeth.
 - Grande família tem o teu amigo Pedro, meu amor lindo.
 - Minha fofa Catraina, a nossa família vai ser assim tão grande como do meu amigo Pedro. Basta nós podermos e queremos.
 - Mas amor nós queremos tanto formar uma família grande como nos queremos casar , meu bombom.
 - Meu docinho de morango que frase tão doce que me disseste, cada vez te amo mais.
 - E eu a ti meu doce Afonso.
 Entretanto o almoço da festa foi servido: a entrada foi um gostoso creme de legumes seguido duma subastancial carne de porco à alentejana que desempenhava o papel de parto principal e a sobremesa poderia ser crepe suzette, cassasta ou frutas e o Grande Finale era o bolo de aniversário regado a champgne doce e vinho do Porto. A música era doce como o ambiente e nós estavamos a ficar contagiados pela doçura do ambiente e da música mas as crianças gostavam de nós e nos vinham puxar para as suas brincandeiras, talvez seja um presságio que o nosso sonho se tornará realidade de termos uma família grande.
 - As crianças são um amor. meu amor lindo.
 - Pois são minha fofa.
 - Quem sabe se havemos de ter as nossas crianças e se vão ser assim tantas.
 - Ai Afonso achas que poderiamos ter e criar crianças doces e fofas como estas, meu amor lindo ?
 - Acho que sim, minha doce Catarina, basta nos queremos e podermos.
 - E queres já começar a marcar a visita da cegonha aqui ?
 - Como assim amor lindo ?
 - Trocarmos as mesmas doçuras que trocarmos no churrasco no churrasco do dia 24 de Abril.
 - Amor lindo, aqui na casa do meu amigo tem tanta criança que até pode parecer mal e depois daqui iriamos para uma das nossas casas, eu ligava a aprelhagem , punha um cd de música romântica do século passado... O que achas minha imperatriz ?
 - Hum tão meu imperador que ideia tão doce e esses slows postos pela sobrinha do Pedro são tão bonitos.
 - São mesmo, meu amor ela tem bom gosto e havemos um dia de ir a Cyberia.
 - Cyberia, o que é Cyberia meu amor ?
 - É uma ciberdiscoteca abaerta 24 horas por dia em uma das filhas do Pedro é sócia e a Elizabeth faz lá umas horas como D.J.
 - E tem jeito para a arte de D.J., meu amor ela está a deixar os casais em ambiente bem adocicado até nos estamos a ficar.
 E nos começamos a beijar bem longamente enquanto os miudos jogavam consola na sala e os adultos dançavam bem enconstadinhos ao ritmo de "Love me Tender" do rei Elvis e a festa se foi alongando até que ja passava das 21:30 e tal como no churrasco doce onde me tornei noivo da minha doce Catarina quem tinha crianças mais pequenas foram os primeiros a sair e o aniversário dos gémeos Ferreira foi mais divertido do que esperávamos, mas algo em mim já me deixava expectante: quando eu e a minha imperatriz marcariamos a grande data, mas lá fomos para a casa dela no Camões; entretanto eu já tinha avisado a minha mãe, D. Cristiana a dizer que não dormir a casa e que não preocupasse por que eu iria ficar em boas mãos e seguimos caminho para o Camões e mal.
 Saímos do táxi nos beijamos profundamente a porta dela como toda a paixão e com todo o calor que até ela deixou cair o porta-chaves enm conseguiu abrir a entrada do prédio onde ela mora com os pais que fica na esquina com a calçada do Combro com Largo do Camões; depois apanhei a chave ao meu amor e lhe abri a porta ao mesmo tempo que nos beijávamos ainda mais profundamente dando so uma ideia do que seria aquela noite para nós e para nossa surpresa o elevador estava a nossa espera e subimos até ao 3º andar sempre nos beijando cada vez mais profundamente, a doce Catarina me abriu a porta de casa, entramos e eu fechei-a e nos beijando fomos directos até ao ninho do amor onde a minha impertatriz já tinha posto o êxito dos Procol Harum "White Shade of a Pale" e mal a música começou nos deixamos levar nas ondas da música e nos entregamos em amor do mais profundo e doce que chegamos a plenitude da festa dos sentidos mais doces que duas pessoas que se amam podem sentir.
 O pior foi o dia seguinte o arranjar roupa para levar para o trabalho, mas acabei por levar a mesma porque a minha princesa tem secador de roupa e enquanto tomávamos um doce pequeno almoço a dois depois dum duche mais quente que água que nos lavou ela tinha posto a minha roupa lavar na máquina e depois no secador mas no programa mais delicado de secagem.
 Depois apanhamos o 100 até ao Cais de Sodré, eu segui até a Microsystems e ela seguiu para o fast food que ela geria mas com duas certezas que na próxima folga semanal ou Domingo marcávamos o grande dia e que foi 1º de Maio mais doce das nossas vidas.
publicado por tron às 14:07

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2005

VII " Reencontro de Amigos "

E a semana de trabalho foi passando, passando até que chegou a folga semanal e enquanto a minha doce noiva estava trabalhando fui dar uma das minhas caminhadas por Lisboa. E fui parar ao meu sítio do costume, a Fnac, e o meu amigo Pedro estava no café da Fnac e algo me intrigava nele.

 É que das duas vezes o vi na Fnac ele vai sozinho sem a simpática e delicada D. Cláudia o achei estranho especialmente depois de a conhecer no doce churrasco onde me tornei noivo da minha doce imperatriz Catarina e lhe iria perguntar o motivo de ele estar sem a sua Cláudia mas lhe o iria perguntar discretamente.

 - Boa tarde amigo Pedro como vai ?

 - Vou bem e precisava de te ver jovem Afonso.

 - Não me tenho sentido muito bem devido aquilo que te contei e tenho mais mágoas para te contar.

 - Mas amigo Pedro também queria saber uma coisa sobre si.

 - Que coisa jovem Afonso.

 - Por que ainda não o vi com a sua Claudinha nos nossos encontros aqui na Fnac ?

 - Ela vem comigo, só que não gosta de estar aqui por causa do cheiro a tabaco e do ruído e aliás ela so gosta de vir par aqui para o café quando ha lançamentos de livros ou cd's porque de resto ela prefere ver se saiu algum dvd novo.

 - Nisso lhe dou razão, as vezes aqui o cheiro a tabaco é tão insuportável que nem entro.

 - Eu para evitar reacção alérgica, chupo um ou mesmo dois fisherman's friend mas mesmo assim acabo por fazer companhia a minha doce Claudinha.

 - Mas amigo Pedro voltando a vaca fria me diga com calma o que me queria dizer ?

 - Afonso é quando comecei a contar-te as mágoas causadas pelo meu relacionamento com a Isabel e fiquei com de me abrir mais contigo mas não te quis estragar a tua festa de noivado com as minhas mágoas.

 - E quer desabafar comigo, Pedro ?

 - Sim, Afonso quero pela nossa amizade que quero que seja o mais longa possível.

 - E vai ser amigo Pedro basta nós quermos e nós queremos.

 - Bem vou começar a desabafar contigo meu jovem amigo. Depois da partida para o norte e ela querer acabar com tudo ainda me ligava para o telemóvel e estava distante e fria excepto num dia quando tive uma dupla crise de epilepsia, aí ela ficou preocupada. Mas dois dias depois a frieza voltando mas foi derretendo me dando uma esperança.

 - Que esperança amigo Pedro ?

 - Que voltariamos a nos alinhar e tudo foi reencaminhando até por que os pais da Isabel não lhe agrilhoavam muito e como ela estava mais solta já poderia revelar todos o meu amor que sentia por mim.

 - Mas porque ela nunca se desacorrentou.

 - Nem eu sei mas um dos piores dias da minha vida chegou que foi a despedida, e pior aconteceu, acabamos com muita mágoa mas não é a única mágoa da minha vida.

 - Calma amigo olhe a sua doença, ainda lhe acontece alguma coisa, quer uma vitamina ou um chá ?

- Já não tenho doença nenhuma fiz um tratemnto novo na Califórnia e me curei , sim amigo quero uma vitamina e me traz outra para ti que eu pago.

 Quando fui buscar as ditas vitaminas para nós os dois estava com um olho no meu amigo Pedro e tentado ao mesmo tempo a pedir a um segurança que chamasse D. Claúdia. Mas depois de ter as vitaminas me sentei e retomamos a nosso conversa.

 - Pedro, beba a sua vitamina e respire fundo, você está mais branco que o leite.

 - É que sempre que me lembro do dia em que acabamos fico assim.

 - Pedro, não é caso para tanto e você me está escondendo mais mágoas da sua juventude. - Afonso tu deves ser bruxo ou advinho, sim tenho e essa fiz a minha doce Claudinha não contar a ninguem e são as outras duas rosas agrilhoadas da minha vida.

 - As suas sobrinhas ?

 - Sim meu jovem amigo, as minhas sobrinhas.

 - Quer contar o que se passou ?

 - É melhor contar, mas se algo me acontecer está aqui meu telemóvel e carrega a fundo na tecla 2 que liga directamente para a minha Claudinha.

 - Assim farei meu amigo Pedro.

 - A mnha irmã Helena até que era uma miuda atinada mas quando chegou a puberdade começou a ficar parva.

 - Como assim ?

 - Desobidiente e saidinha, a minha mãe D. Maria, dizia faz assim e ela fazia o contrário muitas vezes por que as colegas de liceu diziam que era fixe ser desobidiente.

 - Coitada da D. Maria.

 - E o comportamento dela foi foi piorando antigindo dois picos de mau comporatemento quando foi para a secundária dos Anjos e depois de ter saido desta maldita escola.

 - Como assim meu amigo ?

 - Quando ela entrou nessa escola que por acaso foi ao mesmo tempo que eu se começou a dar com pessoal com quem não se devia dar.

 - Pessoal da droga ?

 - Algum era, mas ela nunca se meteu e o comportamento dela foi piorando porque o objectivo dela era ser a "menina popular" do liceu em vez de tirar notas.

 - Estou a ver o estilo.

- Depois amigo Afonso em 1997, fui atropelado ainda ficou pior e acabamos por largar a escola em 2000.

 - Mas o amigo Pedro voltou ao estudos pelo que vejo.

 - Sim voltei, tirei engenheria de sistemas e ainda estudei alemão e italiano e aprefeiçoei o francês e o inglês. Mas o cúmulo dos desgostos dados pela minha irmã a minha mãe veio durante este verão de 2000.

 - Que tipo de de desgosto se meteu em algum vício ?

 - Não, longe disso, mas não muito.

 - Se explique melhor meu amigo Pedro ?

 - Foi assim Afonso, ela precisou de ir ao dentista que era na praça dos Restauradores e iamos a um café que ja fechou entretanto e que ficava perto do teatro nacional D. Maria II.

 - E depois.

 - É que ela se enamorou com o empregado do café ela ainda tinha 17 anos e ele 32 ou 33 anos e como não fosse suficiente no dia de anos da minha mãe que era a seguir ao dela e eles os dois disseram a minha mãe que lhe iriam comprar uma prenda e a coitada da minha mãe esperou que na altura era uma loja do Mc Donald's na Rua Augusta e agora actualmente é a Cyberia e a coitada da D. Maria esperou umas boas 4 horas.

 - E o Pedro não foi com sua mãe ?

 - Não fui porque não quiseram (a minha mãe e a minha irmã) e o casalinho foram "brincar" sem tomar as precauções devidas.

 - Bonito a sua irmã engravidou.

 - Sim e o desgraçado tinha mais duas encheu mais uma e fugiu.

 - Coitada da sua sua mãe.

 - Passados 8 meses da minha irmã engravidar a primeira vez fui operado de novo a perna para não falar que ela se meteu com um gajo da Cova da Moura que era colega dela no Mc Donald's no Rossio.

 - A sua irmã é o diabo em pessoa.

 - Agora está melhor, parece que as filhas lhe ensinaram.

 - Teve outra filha ?

 - Sim teve dum namorado que era colega de trabalho que tinha a ideia "brilhante" de querer separar as irmãs.

- Valente besta !

 - Ora nem mais, depois ela conheceu outro que tinha o Q.I. dum tijolo (bem como ela) e até assumiu a paternidade da mais pequena e a mias velha ficou sem nome de pai mas nunca se sentiu mal em relação a isso.

- Mas foi mal muito nova ?

 - Sim, aos 18 e aos 22 e depois até até saiu de casa para as casas duas vezes para as casas dos namorados e da primeira se pegou a porrada a minha mãe, em consequência da briga abortou e deu parte na polícia da minha mãe e da segunda também deu briga mas ai nesse caso tinha dedo do gajo e a minha mãe se afundou numa depressão danada. E só para ajudar mais na depressão ela esteve numa fase não mostrou as miudas durante meses.

 - E como se chamam as suas sobrinhas meu amigo Pedro ?

 - Elizabeth a mais velha com 48 anos, estudou e tirou engenheria de sistemas e física além ser óptima em línguas e Catarina com 44 que além de ser óptima em línguas cursou artes e ambas formaram as suas famílias.

- Belas miudas.

 - As vezes dizem dizem a brincar que parecem minhas filhas em especial a mais velha pelo gosto pela informática . E ainda temos uma cumplicidade desde de berço (em especial a Elizabeth) e quando elas as duas se juntam aos 4 filhos são mais 6 irmãos que 4 irmãos e 2 primas. Mas só se desagrilhoaram depois que ganhei no euromilhões, o vício da minha irmã por dinheiro a fez voltar.

 - Que triste.

 - E como se chamam os seus petizes.

 - João Paulo, 40; Beatriz Maria, 40; Andreia Sofia, 40; Guilherme Afonso, 40 e todos ja têm sua familia

- Mas você e a D. Cláudia pais de quatro gémeos ?

- Sim e na altura eu e a minha Claudinha abrimos o Telejornal e a nossa sorte é tinhamos uma casa razoável comprada com dinheiro do préme«iio. Ah e se precisares de alguma coisa coisa do Cyberia podes falar com a minha Beatriz Maria, ela é sócia do Cyberia juntamente com marido e com uma amiga dela.

 - E já é avô ?

 - Tenho quatro netinhos dois meninos e duas meninas e se quiseres passa lá por por casa (te dou a morada) no 1º de Maio porque é o aniversário dos meus filhos e costumo fazer uma pequena festa, as minhas sobrinhas também vão e as crianças também e podes levar também a tua Catarina e te calha bem por que é Domingo.

 - Agradeço o convite e o aceito pode contar comigo na festa deixe so confirmar se a minha imperatriz quer ou pode vir.

 E liguei para minha princesa imprerial e ela aceitou o pedido do meu amigo Pedro para irmos ao aniversário dos filhos dele e mal sabia que a mudança da minha vida iria continuar.

publicado por tron às 13:43

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