Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

XVI Capítulo " Grandes Definições, Reflexões de Catarina "

Durante um monótono e chato teste de prorgamação, cuja monocordia era neutralizada pelo ritmo da musica de fundo que era a ópera Carmen de Bizet, oiço o meu telemóvel a tocar e quando o atendo doutro lado responde a a rainha do meu coração a me lembrar que tinhamos a primeira de três reuniões de preparação da nossa mágica e doce boda.
Nesse dia me embrenhei tanto no trabalho que tinha perdido o tino as horas incluindo o intrevalo de almoço de tal forma que o meu amigo Gianni teve que me trazer um batido e uma sandes da cantina para eu almoçar e após a doce chamada coloquei um lembrete no PC de serviço para não me esquecer que tinha que sair na estação de comboios de Belém onde a a minha Rainha de Rubis me esperava para nos encontramos com o Paróco dos Jerónimos para primieria reunião de preparação da nossa boda. E mal sai do transbordo que me levou da Microsystems até a estação de Oeiras fui a correr até a bilheteira da dita estação só para saber quando vinha o próximo comboio que parasse na estação de Belém .
E tive a sorte de apanhar um muito simpático funcionário que além de me ofrecer um horario dos comboios me informou que so tinha que esperar cinco minutos pelo próximo comboio com setnitdo Cais de Sodré que parasse em Belém; e após tão aurífera informação não resiti a tentação e tirei na máquina automatica um sucedâneo de capuccino que e fui esperar o comboio com copo duma mão e pasta noutra com resquícios da refrega das sobrinhas do nosso amigo (meu e da minha mui amada Cathy) com os seus supostos amigos.
E nos longos 5 minutos em que o comboio demorava a chegar fui saboreando o café como fosse um ardente e doce ósculo da minha imperatriz ao mesmo tempo imaginava a receber a minha preciosa jóia trazida de braço dado pelo seu pai, sr Gabriel e me entregar a sua mão em casamento da mais doce esmemeralda do universo no altar da igreja dos Jerónimos, tanta doçura de pensamentos era intensificada pela doçura do café que invadia a minha língua, mas essa doçura foi interrompida pela voz metálica que saía do megafone que anuciava o comobio que vinha de Cascais para o Cais de Sodré e que parava em todas as estações, mal entrei no comboio liguei para o meu amor só pra lhe dizer que já tinha apanhado o comboio para Belém, e durante a viagem ia pensando na mágica data e no que lutei para chegar até ela, e tal foi a profundidade dos pensamentos que quase perdia a estação de Belém, mal me encontrei com a minha raínha na estação de comboios fui recebido com escaldante, vulcânico e doce beijo.
- Meu doce imperador como vais ? Te sentes nervoso ?
- Um pouco minha doce imperatriz.
- Pelo seimples facto dessa reunião ser uma reunião de preparação de casamento mas, não dum casamento qualquer mas sim da nossa doce boda.
- E estou mais nervoso de quando conheci os teus pais pela primeira vez.
- Amor está tão nervoso quanto eu e assim me pões mais nervosa e nem damos a atenção devida ao sr padre João Paulo.
- Tens razão minha orquídea, temos que ir com calma mas com muita calma.
E antes de entramos na igreja onde o sacristão nos esperava, nos bejamos ardentesmnte com um amor mais doce que o mel e mais ardente que o sol do deserto que nos deixou mais calmos e fomos de encontro ao sacirstão, sr. Mateus.
- Boa noite, sr Mateus. Dissemos em uníssono
- Boas noites meus amigos, o sr padre já esta a vossa espera.
Pedi desculpa por um possível atraso por causa dos transportes mas o sacristão disse que não fazia mal porque compreedndia a distânica do nossos empregos aos Jerónimos. E na sacristia estava um padre que parecia um santo ou mesmo um anjo na terra e que tinha umas leves parecenças com um papa muito bondoso e carismático que o meu avó ja me tinha falado e após os cumprimentos começou efectivamente a reunião com as perguntas da praxe.
- Meus filhos, sabem que o casamento é uma responsabilidade muito grande, não é uma sacramento como os outros e é a benção do vosso amor perante Deus e para tal acontecer, vocês têm que estar conscientes da responsabilidade, preparados para assumi-la e se a vão assumir de livre vontade.
E num coro mais afinado do que o coro de Westminster respondemos que sim.
- Vocês meus filhos têm os sacramentos todos até a primeira comunhão ?
E contiuamos a a confirmar tudo com toda a solenidade que a reunião em causa o exige e entregamos a papelada da ordem e o sr. padre João Paulo perguntaou qual a data que tinhamos escolhido para a nossa boda e respondemos de novo em únissono que seria o dia do Santo Casamenteiro e após consulta a sua agenda o sr. padre João Paulo disse que não havia problema só faltando saber quem seriam os padrinhos.
Do meu lado havia madirnha certa que seria a minha mãe agora no que concerna ao padrinho eu estava dividido entre duas pessoas bastante importante para mim nesse doce idílio o nosso amigo Pedro e o meu colega Gianni: o meu amigo Gianni acompanhou esse idílio desde da sua "nascença" mas foi o nosso amigo Pedro que nos deu impulso a casar e a marcar uma data bonita como o 13 de Junho.
Pedimos licença ao padre e saimos da reunião por breves instantes e expôs o meu dilema a minha amada Cathy, e prepiscaz como smpre disse assim: O Gianni te levava para os "copos" e para as festas dele mas foste padrinho dele e pelo que contaste ele te apoiou sempre no nosso namoro, mas o nosso amigo Pedro nos deu a ideia de nos casarmos e de escolher esse belo dia para os casamentos que é o dia de Santo António e como não tenho padrinho fazemos assim : o Gianni fica teu padrinho e o Pedro meu.
Depois do dilema dos padrinhos estar resolvido retomamos a reunião e dissemos ao padre quem seriam os padrinhos da minha parte: o meu amigo Gianni e a minha mãe e da minha rainha o meu amigo Pedro e a minha futura cunhada Penélope, após as escolhas o padre João Paulo pediu os contactos dos nossos padrinhos para ser marcada a reunião com nossos futuros padrinhos de casamento e reunião foi dada como finda, nos despedimos com deferência do padre João Paulo e do sacristão Sr. Mateus .
Mas mesmo após tal reunião, o meu amor me queria dizer algo mais naquele dia de divina importânica para o nosso futuro e nem sabiamos para onde ir e mais uma vez o meu amor imperial me ajudou na escolha.
- Amor doce, tanto o Mc Donald's como os Pasteis de Belém estão cheios e confusos e para fintar a confusão fazemos assim, primeiro vamos ao Mc Donald's e depois aos Pasteis de Belém. E há algo que quero falar contigo.
- Sobre o que amor ?
- Depois no elétrico falamos, primeiro compramos o lanche para não damos trabalho a tua mãe a fazer o jantar para mim.
- Amor, era só mais um prato e ela gosta sempre de te receber lá em casa.
- Bem é algo sobre o Pedro.
- Que coisa ?
- O olhar dele me deu a impressão que algo se esconde por trás daaquele olhar melancólico, mas algo a ver com a família dele.
- Pensei o mesmo que tu amor. Pensei que ele teme algum filho pródigo na família.
- Estamos em sintonia pura, meu rei.
Com a mesma candência que o elérico se movia, comiamos os nosso menus com nossos beijos quentes como o sol da primavera ou como o zéfiro do verão que estava reservado só para ungir com o seu calor suave a nossa doce e mágica boda. Assim que chegamos ao Cais do Sodré despejamos o saco do MC Donald's e fomos para paragem do 25 e quanto esperávamos pelo 25, toca o meu telemóvel e era a sempre sábia dona Cristiana a saber se eu ia jantar a casa e além da minha confirmação eu lhe disse que ia ter uma convidada mais do que especial que seria a minha doce e imeprial Catarina, e ao dizer isso um rasgo de felicidade invadiu a minha mãe e entretanto chegou o elétrico que nos levaria ao meu recanto a beira-Amoreiras plantado.
Uma viagem cheia da luz mágica do sol de Afrodite cujos raios se transformavam em flechas de Eros cujos efeitos eram ardentes ósculos, doce, dulcíssimos que nos fez voar para fora da dimensão normal dos sentidos que quase nos esqueciámos da paragem do elétrico próxima do meu recanto a beira-Amoreiras plantado.
O jantar foi rolo de carne com batatas e a sobremesa foi gelado de frutas e a minha mãe nem se importava se ficassemos de lado a lado mas o meu amor tinha algo em mente e quis ficar de frente para mim e na tv passa um concurso de perguntas e para nossa surpresa um dos concorrentes era a sobrinha-Einstein do nosso amigo Pedro, Elizabeth.
A minha deusa imperial aumentou o volume e viamos como ela extreminava pergunta atrás de pergunta mas enquanto comia o rolo de carne já de sim bem temperado já estava ter um "tempero extra" dado pelas saborosas carícias da perna da minha rainha que me aqueceu ao ponto de ignorar por completo o desempenho da nossa amiga e todo o resto e de a possuir mesmo ali em cima da mesa do jantar com toda a força da Deusa do Amor.
E o inevitável aconteceu, Elizabeth "limpou" o concurso e a minha rainha sem eu dar por isso ligou para o nosso idosos amigo para lhe dar os parabéns pela sobrinha cujos parabéns foram recebidos com todo o agrado. no dia seguinte era dia de trabalho para nós mas não queria ficar sem a minha Cathy hoje, a queria ter pela noite toda, para todas as todas as noites e dias da minha vida; e a química existente entre nós parece que fez ligação directa e como sou sempre o último a me deitar o meu amor esperou por essa hora mágica, mas antes me me disse algo que me deixou a pensar:
- Meu amor o nosso amigo teve outra mágoa quando era novo e precisa da nossa ajuda.
- E o vamos ajudar sempre que podemos desde que não intrefira com a nossa felicidade.
- E não vai meu chocolatinho.
Mal disse isso a minha rainha soube chamar a si o sol de Afrodite e mala o silêncio desceu a minha casa começamos uma frenética troca de aredentes ósculos que mais não eram que flechadas certeiras de Eros nos nossos corações.
O mesmo sol de Afrodite docemente mágico e quente que funde os nossos corpos num fernezim de sentidos, na plenitude das delícias, na festa dos sentidos, em que os 5 sentidos se tornam em um único sentido elevando as nossas almas e nossos corpos fundios numa entidade mítica de amor e prazer para além da sétima esfera celeste, para além do sétimo céu, para o nirvana das delícias
publicado por tron às 16:08

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