Quarta-feira, 9 de Novembro de 2005

XV Capítulo " Desleadades Passadas, Dores Sempres Presentes "

Acordamos os dois bem enroscadinhos depois da nossa dulcíssima viagem no mundo dos doces sentidos, das infinitas delícias, fui eu com pezinhos de lã prepara um leve pequeno-almoço como o meu andar antes dum banho de espuma daqueles feitos por Afrodite. E fiz um muito levezinho como uma pluma já a pensar no banho vulcânico que ja ia fervilhando na minha cabeça para amaciar e cuidar a delicada pele da minha deusa imperial, escolhi uns sais de banho com aroma de frutas e uma espuma de banho cujo o aroma emparalhava com o aroma dos sais, e enquanto a água do banho ia aquecendo lentamente, muito lentamente nas tubagens acordava a minha deusa com um doce e delicado beijo nos seus lábios de mel feitos e dividimos o nosso doce manjar que era um doce sumo de morango e umas tostas mistas no nosso ninho de Afrodite. Depois desse manjar que apesar de parco foi doce como os nossos quentes e ardentes ósculos fomos para o nosso banho que foi inundado pela luz do sol mágico de Afrodite e tão ardentes os nossos ósculos foram que a água e a espuma do banho formava ardentes tsunamis que evaporavam qual fornalha de Hefestos inundando o meu cantinho a beira-Amoreiras plantado e com a força das águas nos começamos a fundir num corpo só só fundido com a energia magicamente eterna do sol de Afrodite e como esse magico calor que entrava em nós e nos ungia com uma energia que nos fez voar para além do sétimo céu, para além da sétima esfera celeste. Após descermos a terra e termos transformado a casa de banho no rio Amazonas de água e espuma graças a nossa festa dos sentidos e só reparamos em tal rio depois de tomamos um lauto e retemperador pequeno almoço e dum grito de D. Cristiana que nos fez corar de vergonha mas não quis deixar os restos da nossa festa para minha mãe limpar. Após a limpeza e pequeno almoço levei a minha rainha imperial doce com sabor a morangos a passear pelas Amoreiras usando o nosso transporte favorito, os nossos ardentes e infintos ósculos e durante a troca de de doçuras ardentes a minha impertriz do meu coração teve a romântica ideia de darmos na recém-reconstruida carreira 25 de elétricos. E foi recntemente reconstruida porque segundos relatos do meu avô Ronaldo o 25 ja passou aqui na sua infânica sendo susbtituido por um autocarro e o elétrico movido para a zona da Lapa e do Conde Barão e no lugar do percurso da Lapa meteram uma nova carreira, a carreira 26; e como foi no caminho até ao restaurante japonês transformamos o antiquíssimo 25 no elétrico do amor como os nossos escaldantes e vulcânicos ósculos por Afrodite ateados no long percurso entre Prazeres e Cais de Sodré com passagem pela Gomes Freire, embora não entendesse o objectivo de tão longo passeio estava a ser doce demais por que eu a minha imperatriz fizemos o eletrico arder com fogo sem fim mas um fogo doce que ardia sem se ver, um fogo mais doce que o mel das abelhas da serra da Estrela. Quando chegamos ao Cais do Sodré a minha princesa me levou a uma das minhas perdições que é passar no centenário British Bar para beber um café todas as manhãs e um salgado quando volto da Microsystems e depois de beber um café no centenário café e aí a minha imperatriz me disse que queria ir a Cyberia confirmar presença do meu Pedro e da sua família na nossa mágica boda aonde estava apenas o já nosso idoso amigo que parecia ja advinhar a nossa chegada e acabamos por sentar na mesa no nosso amigo de brancas cãs e enquanto bebeiamos um sumo de morango com cenoura nos mostrou no seu computador portátil fotos das suas sobrinhas quando eram bebés. E a minha imperatirz do meu coração sempre prepiscaz e doce Catarina perguntou por que o nosso idoso amigo mostrava de novo as fotos das sobrinhas e ele relembrou o assunto do nosso segundo encontro.
- Meus amigos lhes mostrei as fotos porque me lembrei que está fazendo anos do regresso definitivo da minha irmã e das minhas sobrinhas .
- Como assim ? Perguntou a minha rainha.
- Minha cara amiga já contei ao teu rei como ela voltou mas foi o regresso definitivo porque ela saiu três vezes. E quando ganhei o prémio foi na terceira saida.
- Mas que terceira saida foi essa ?
- Aconteceu quando ela trabalhava no aeroporto conheceu um tipo meio miope e com carro mais paritdo que um concorrente do Paris-Lisboa-Dakar.
- E ele era jeitoso ? Voltou a perguntar o meu amor.
- Lindo como a estação do Largo do Rato e era um namoro de para e arranca e durante esse namoro ela foi assaltada duma forma que só os tipos do C.S.I. explicariam e e a pala disso ela foi para a casa do namorado que morava na zona de Loures.
- Mas um roubo não é caso para sair de casa .
- Para ela foi, no iníco era a falta dum cartão de acesso, depois era a recusa da chefe dela a dar chave do emprego e depois levou as miudas da nossa casa para um suposto fim de semana e la ficou até eu ganhar o prémio .
- E a sua mãe, como reagiu ?
- Coitada da dona Maria entou numa depressão que quase me contagiava.
- E passado algum tempo veio o dito prémio, não foi assim Pedro ? Perguntou a minha rainha.
- Sim e veio na altura perfeita porque estava precisando de dinheiro para resolver uns problemas relativamente graves e tudo resolveu como em fracções de segundo.
- E aí a sua irmã voltou ?
- Acertaste Afonso, Estava eu resolvendo os ditos problemas económicos, melhor falando acabando de os resolver quando recebo uma sms da minha irmã a dizer que ia mesmo voltar e soube do prémio pela minha mãe . E o meu amor doce mandou uma alfenitada mesmo digna dela:
- Desculpe que lhe diga amigo Pedro a sua irmã foi uma cobra interesseira.
- Sim Cathy foi e na altura estava desempregado e por uma centelha de sorte consegui o meu emprego que mantive até ao fim da minha laboral, recomecei os meus estudos e conheci a mulher da minha vida - a minha eterna Claudinha.
- Mas essa terceira saida tem haver com a saida com o animal que a sua sobrinha mandou para o inferno ?
- Em parte tem, porque ele foi o responsável pela segunda saida e a picava durante o tempo que ela estava la em casa e se chegou a suspeitar dele como autor do assalto mas também da como da família desse namorado.
- E desde dessa altura a minha vida se endereitou mas sempre fiquei magoado com a minha irmã. Com tanta deslealdade passada debitada qual os golos da final ganha pelo glorioso ganha ao Inter de Milão na época do ajuste de contas durante a juventude do meu avô e segundo ele me contou foi ano do inusitado mundial da Alemanha em 2006 em que Portugal foi campeão do mundo e os Estados Unidos ficaram nas semi-finais e no quarto lugar, tendo sido a vitima de Portugal o temido Brasil e no terceiro lugar ficou Angola, entretanto levei mais sumos para a nossa mesa e recomeçamos a conversa.
- Mas meu amigo ela só vivia para o vil metal ? Desabafou logo a minha linda rosa.
- A minha irmã era das pessoas mais desleais que vocês possam pensar, o grande sonho dela em jovem era ser mãe a todo custo e usar o multibanco como se usa agora um leitor de mp3, e não contente exibi-lo uma vez chegaram a clonar o cartão.
- E ela deu por isso ? Perguntamos em coro.
- Só deu por isso quando foi tarde demais E o meu amor sempre curiosa perguntou a causa dessa desleadade e o porque dela .
- No iniício da amizade entre eu e o teu amantíssimo noivo ela começou a portar-se assim logo na primária porque para ela era fixe ser assim e depois ser pelo puro prazer que ela sentia em fazer sofrer a mãe.
- Belo frasco de cianeto que lhe saiu na rifa.
- É a vida leladade nem sempre existe e a deslealdade presnte ou passada dentro da família só causa duas coisas : ódio ou mágoa.
Entretanto a família de Pedro foi chegando aos poucos e os primeiros a chegar foram os sues filhos com respectiva familia e lhe perguntei quem "curou o virús" da desleadade e o meu amigo foi simples e directo: foram as miudas. Mal os filhos de Pedro chegaram só faltava a irmã de Pedro e as suas belas filhas. E enquanto esperava reflectia como as pessoas mudam e como podem ser desleais ao ponto de causar dores extremas que durem décadas, eu compreendo a situação do meu amigo Pedro mas por outro lado acho exagerado que mantenha essa mágoa durante tanto tempo, mas ao mesmo tempo dou graças aos Céus que que não tenha na minha família esses probelmas e quando entrava a irmã de Pedro com as suas filhas Elizabeth e Catarina no olhar da minha Cathy li que aquela mágoa sempre presente causada por uma desleadade passada escondia algo mais.
publicado por tron às 21:30

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2 comentários:
De Anónimo a 15 de Novembro de 2005 às 20:37
Li de uma asssentada só ;-) És inspirador meu Scriptor... sabes que já cheguei a imprimir os teus textos para os ler tranquilamente encostada no sofá... Quando te decidires publicar um livro, quero um, carinhosamente autografado por ti... Beijos carinhososPerfect Woman
(http://perfectwoman.blogs.sapo.pt/)
(mailto:perfect_woman63@sapo.pt)
De Anónimo a 11 de Novembro de 2005 às 14:05
polassssssss........ando a ler o teu blog como lia fanáticamente os caprichos de meu tempo de miuda.....és viciante estou a adorar os romances deliciosos que escreves Ana Luar
(http://aromademulher.blogs.sapo.pt/)
(mailto:luar_zita@msn.com)

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