Quinta-feira, 22 de Setembro de 2005

XI Capítulo " Correntes Quebradas "

Vinha eu com os meus pensamentos na minha doce Catrarina e na chave do euromilhões que tinha registado no dia anterior e a doçura tradicional do fim da Primavera e início de Verão se sentia com mais vigor e me alertava para tratar da minha boda quando reparo em duas figuras minhas conhecidas: as sobrinhas do meu amigo Pedro bem alvoraçdas num dos bancos de espera da plataforma da estação ferroviaria do Cais do Sodré.
Me aproximo sem elas darem por isso e ouvindo a conversa das mulheres com dois homens pouco mais novos que elas (pelo menos o aparentavam) a conversa estava azeda vindo a tona recordações de maus tratos sofridos por Catarina e por Elizabeth.
Só para prevenir possíveis actos de violência aos níveis da luta livre americana quase me preparei para chamar o 112 mas ao mesmo tempo que procurava ajuda policial um sentimento contraditório crescia dentro de mim e ponha a pasta metálica a jeito que uso no meu emprego a jeito para dar nos dois miliantes caso fosse preciso, ou seja, se eles tocasse nas raparigas e continuei a ouvir a conversa e a "artista da da Família de Pedro" dizia assim:
- Meu grande urso já te disse infinitas vezes que vou ao trabalho da minha prima quantas vezes eu quiser e os meus filhos (que sabes muito bem muito bem que não são teus mas sim do desgraçado do Zé Pedro que teve aquele estúpido acidente de trabalho e os miudos têm o nome dele) e nem me os tiras por que ambos são maiores de idade e ainda levas no focinho se não atinas comigo.
- Quem leva no focinho és tu minha grande vaca.
- Meu menino fala bem em primeiro lugar e se tens problemas de fertilidade te vai tratar e depois fala em filhos.
Entrementes Elizabeth tinha uma discução igulamente azeda com aquilo que suponha um namorado ou um marido e o dito homem a ameaçou que lhe batia e ai eu me levantei e a mão do dito senhor roçou o braço da "Einstein de saias" da família do meu amigo e aí ela faz uma revelação mais explosiva que as bombas nucleares desplotadas no pais do Sol Nascente na segunda guerra mundial e que me deixou mais branco que o leite que bebo ao lanche e palidez conatgiou o dito homem.
-Seu filho da mãe, o animal que me tratava assim a minha mãe e a mim está debixo do rio que vês daqui,; vê não queres ir fazer compnhia aquela besta.
E não contente Elizabeth pegou na minha pasta metálica e bateu com ela na cabeça do dito homem que deveira de ser o namorado de Catarina lhe abrindo na testa um lenho e voltou a carga:
-A frase de ir parar ao rio também se aplica a ti e fica de aviso meninos Roberto e Nelson, com nós as duas violência não pega, se paga caro. Quem nos mal tratou acabou os seus dias como alimento para as taínhas e corvinas do Tejo vejam se vocês não se querem transformar em ração . E Nelsinho vai a fazer queixa a polícia ou queres que eu diga que escondes cd's de sites asiaticos de pornografia na mala que foram proibidos ou fazes de correio de droga.
Os dois homens fugiram a toda velocidade apnhando um táxi seguindo pela Rua do Arsenal , entretanto elas colocaram a minha pasta no lugar onde ela estava pedindo desculpa sem me reconehcerem depois me virei para elas e Catarina quase desmaiava consegui as acalmar e me ofreci para testemunhar a favor delas caso fosse preciso e para as levar a casa.
Elas agradeceram-me e acabamos por ir até ao Cyberia de metro e elas me contaram algo de assutador .
- Sr. Afonso...
- Não me tratem por Sr. e depois sou mais novo que vocês as duas e somos amigos como sou amigo do vosso tio.
Começou Elizabeth a me contar algo saído do Pesadelo em Elm Street ou algo assim:
- Assim seja, Afonso. Estavmos nas alturas na semana académica de Lisboa em que ambas acabamos os nossos cursos (a minha irmã tinha acabado uma formatura em artes)
- Mas vocês têm 4 anos de diferença .
- Sim é verdade mas eu tinha feito uma pos- graduação em infromática sobre a a banda hiperlarga e adptação em máquinas antigas e nesse mesmo o nosso tio nos tinha convidado para uma festa de antigos alunos da nossa universidade.
- Aonde vocês estudaram ?
- No IST eu e a minha irmã na Escola Superor de Belas-Artes e ambas estudamos linguas nos vários instituos de linguas existentes em Lisboa com ajuda no nosso tio.
- E quando saimos da festa dos antigos alunos do IST depois de estarmos com antigos alunos a trocar expriências e impressões nos aprece um homem extremamente bébado...
Interrompe Catarina: - o monstro que queriam que fosse meu pai.
- Esta besta partiu a cabeça ao meu tio provocando o seu desmaio tentou violar a minha irmã e só não fez por que alguns dos antigos colegas do meu tio nos socorreram mas não lhe perdoei, lhe fiz uma armadilha. Me "ofereci" a ele depois ele se transformou com par de golpes de espadas de katai e alguns sacos com pedras em ração de taínhas.
- E a polícia
- Só acharam a carteira vazia e pensaram que foi briga de bébados ou ajuste de contas de chulos que houve na zona.
- E sentiu algum peso na consciência ?
- Nunca na vida , o que fiz foi baseado na raiva até o festejei com o meu tio que o odiava mas nunca o voltarei a repetir nem repetirei.
- Foi quase uma legítma defesa.
- Sim
- E mais alguem dos presentes sabe do sucedido ?
- Só o nosso tio .
- E os dois patos que sairam a voar da estção dos comboios ?
- Foram dois cromos que conhecemos no Cyberia, embora não pareça somos viuvas e estavamos solitárias melhor falando voltamos apesar de termos os nossos filhos não temos uma compnhia para o fim do nossos dias.
- Mas voltando a vaca fria me custa acreditar que....
- Sim ele ficou trnasformado em ração dos peixes do Tejo e como disse antes só encontraram a carteira dele.
- Teve o fim que mereceu. Mas vejam la se não querem compnhia para vos levar a casa .
- Sim, Afonso é melhor, como viu, não foi o prémio que saiu ao meu tio que nos salvou e quebrou as nossas grilhetas que o nos prendia aquele monstro; só foi uma tábua. O que quebrou as grilhetas foi o crime da minha irmã..
- Não pensem como crime mas como libertação.
E continuei e tomei a libertação de as tratar por meninas:
- Meninas vamos apanhar um táxi e vamos por uma pedra bem pesada sobre o assunto; falem doutras coisas como a colecção de canetas do vosso tio que por acaso tenho uma igual ou algo assim.
Elas anuiram que sim e as levei a casa delas que fica na zona da Sé mesmo junto da igreja o vivem com a mãe delas e com filhos de das duas desde que enviuvaram e segui caminho no mesmo táxi a beira-Amoreiras plantado sem deixar de pensar nas aarguras da família do meu amigo Pedro.
Mas depois de tantas coisas amargas para tão parcas horas, o meu doce amor me fez uma surpresa e quis jantar comigo e com os meu pais. Depois passaria a noite comigo no mais doce amor na festa dos sentidos mas os detalhes da noite deixo a vontade da vossa imaginação advinhar...
publicado por tron às 18:52

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