Segunda-feira, 25 de Abril de 2005

V Capítulo " O Grande Dia "

Eu ao mesmo tempo que estava surpreso estava feliz com o pedido da minha amada Catarina e a minha amada poderia estar certa que o iria aceitar e quando ia a caminho da paragem do autocarro onde eu apanho o autocarro que me leva todos os dias ate estação de comboios onde depois apanho o comboio até a fábrica de material informático onde trabalho a três anos e ja usufuria de contrato efectivo de trabalho na Microsytems a quase um ano e no dito caminho até a paragem existem duas joalherias e não pude deixar de admirar as montras e procurar uma aliança de compremetida cuja beleza e delicadeza se compare a minha doce Catarina.

Mas cada vez que pensava nisso pensava no sofrimento que o meu amigo Pedro passou com a cobarde da Isabel e eu estava com vontade de o convidar a ele e a esposa para o nosso churrrasco por que me lembro das palavras da minha sábia mãe que me disse para o ajudar e o ajudarei.

Voltando ao assunto das alianças, nas ditas joalharias não achei nenhuma aliança suficientemente bonita e me enfiei no autocarro que me levaria das Amoreiras até ao Cais do Sodré onde apanharia o comboio até o meu emprego, e enquanto estava no comboio chateado por não ter encontrado uma aliança igualmente bela como a minha Catarina, a minha imperatriz me liga para me dar os bons dias e para saber se eu queria ir ao cinema no Domingo ma he respondi com toda a doçura:

 - Meu amor em vez do cinema queria antes fazer o churrasco na casa dos teus avós.

 - Amor doce, queres mesmo oficializar a nossa relação. - Sim, minha princesa e ja pensei numa lista de convidados com parente e amigos.

 - Ai, amor me deixaste feliz mesmo.

 - Como assim amor ?

 - Vai ser feito perante os nossos amigos e feito em coro e repondido em coro.

 - Amor és um eterno romântico, a ideia está perfeita.

 E continuamos a trocar doçuras bem melosas ao telemóvel aí por uma boa meia hora até que cheguei a Oeiras aonde estava o transporte ate a Microsystems e na minha cabeça se estava formando a lista de convidados para o dito churrasco e ia perguntar minha princesa se aprovaria se eu convidasse o meu amigo Pedro e respectiva esposa; bem que a minha princesa iria aprovar porque além de Pedro so tinha mais dois amigos da faculdade e dois do serviço.

 E durante a semana entre idas ao cinema e trocas de doçuaras achei numa joalharia da baixa a aliança que tnato eu procurava e pedi ao funcionário da Santo Elói que me fizesse um embrulho bem bem bonito, embora 25 % das minhas economias se tenham evaporado era um gasto de dinheiro muito bem mercecido por que era para a minha imperatriz. E o grande dia chegou e como eu espera a minha doce Catraina aprovou a minha lista de convidados e eu a dadela não sabendo nem ela nem ninguem a surpresa que é a aliança de compremetida escolhida a dedo para ela e que lhe so seria dada no fim da festa.

 Entretanto tinha chegado o meu amigo Pedro e a sua esposa que trouxe para a minha deusa um ramo de flores e para mim um pack de cd's dos Queen e o churrasco foi continuando até ao grande final quando ao son de "Unchained Melody" cantada pelos Righteous Brothers digo assim :

 - Catarina Amarildo, minha rosa doce e preciosa é de tua livre vontade te tornares minha esposa na saúde e na doença, na riqueza e na miséria, na alegria e na tristeza de hoje e para todo o sempre.

 E em coro a minha doce Catarina diz assim:

 - Afonso Silvério, meu doce e eterno bombom é de tua livre vontade seres o meu eterno esposo na saúde e na doença, na riqueza e na miséria, na alegria e na tristeza de hoje para todo o sempre.

 E nós olhando nos nossos olhos azeviche brilhando feito diamantes prceiosos dissemos em uníssono:

 - Sim.

 E selamos o nosso comprimisso com um doce e longo beijo enquanto isso eu metia a mão no bolso e de la tirava um delicado embrulho, delicado como os lábios da minha doce noiva Catarina e lhe dava para suas doces mãos e ela desembrulhou e viu uma pequena caixa que tinha uma aliança preciosa como o nosso amor que era encimada com dois brilhantes talhados em forma de coração entralçados. E a minha noiva com olhos lacrimejantes aceita da minha mão o anel que ofcializa o nosso comprimisso ao mesmo tempo que os convidados do churrasco aplaudiam ruidosamente mas nós os dois não podemos deixar de reparar no nossos amigo Pedro que se juntou ao aplauso mas tinha os seus olhos castanhos lacrimejantes que até os meus pais repararam e tentamos logo o animar mas Pedro disse logo que se lembrou de duas pessoas e depois acontecimentos que foram ao mesmo tempos doces e amargos para si: de quando pediu a mão em casamento da sua doce Claúdia e do seu primeiro amor a agrilhoada Isabel.

 - Meus amigos estou bem de sáude, só que tenho este defeito de ser um terrível romântico. 

E o meu pai, sr. David respondeu ao amigo Pedro nascendo aí uma amizade entre os dois:

 - Caro amigo não fique assim, você é dos poucos sortudos que ainda é casado com a mesma mulher que sempre amou.

 - Sim sr. David , já estou casado com a minha Claudinha a 42 anos.

 - Prazer D. Claúdia.

 - Prazer Sr. David é que o meu gatinho tem esse " defeito " que é gostar das pessoas e sempre se lembra daquela cobra que o fez sofrer quando ele tinha a idade do seu filho.

 - Mas a Sra. não sente ciúmes ou não tem problemas devido a ele se relembrar dela de vez enquando ?

 - Não, porque também me fizeram sofrer e nos ajudamos um ao outro e quem nos fez sofrer para nós foi o nosso primeiro amor e o primeiro amor ninguem esquece. Mas quem nos fez sofrer não passa de recordação.

 - É preciso terem muita força de vontade para pensarem assim amigos.

 - Temos muita força de vontade e o nosso eterno amor.

 E os pais da minha doce noiva Catarina, D.Fernanda e Sr. Gabriel também repararam no meu amigo Pedro e na sua esposa D. Cláudia e se puseram em amena cavaqueria se tornando logo amigos e os pais da minha noiva ficaram admirados com a historia de vida de Pedro o convidando a ele e a esposa para almoçarem em breve. Só sei que um churrasco que tinha começado as 15:00 ja se tinha prolongado até as 22:00 e os convidados com filhos pequenos ja se tinham despedido de nós sendo os útlimos a sair os nossos pais e Pedro e sua esposa ficando nós na casa dos avós da minha doce noiva Catarina nos amando com toda doçura do mundo até o sol raiar.

publicado por tron às 15:41

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2 comentários:
De Anónimo a 27 de Abril de 2005 às 15:49
Venho retribuir a visita e dizer-lhe que apreciei o texto, até breve.Angel
(http://www.folhasoltas.com)
(mailto:romeo_angel@sapo.pt)
De Anónimo a 26 de Abril de 2005 às 22:13
E o dia feliz irá se repetir por muitos e longos anos??? Seguirei os próximos capitulos.
:)abraçogaivotadaria
(http://GaivotadaRia.blogs.sapo.pt)
(mailto:bgaivota@sapo.pt)

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