Sábado, 23 de Abril de 2005

III Capítulo " A Ajuda de Mãe "

Contei a minha mãe a conversa que tive com velho e doce Pedro e a minha mãe, a sábia dona Cristiana ficou de boca aberta com a história de vida do velhote triste. E me perguntou como eu tinha conhecido. E comecei a contar minha delicada mãe como o conheci na Fnac, e na sua sábia sensibilidade a minha angelical mãe começou a falar sobre o idoso Pedro:

 - Meu filho este velhote começou a olhar para ti quando falavas com a Catarina ?

 - Sim, mãe e não pode deixar de reparar devido ao ar trsitonho que ele tinha. - Meu filho, o que este senhor te contou é uma história triste mas uma coisa é certa ele tem mais trsiteza dentro dele e tu nele despertaste confiança nele.

 - Por lhe ter lembrado a forma amorosa como ele tratava a tal Isabel ?

 - Sim, este vellho senhor é daquelas pessoas que não confia em qualquer um e para ele ele confiar a ti as mágoas dele é por que ele confia mesmo em ti. É uma pessoa fechada como era o teu pai como quando o conheci.

 - Mas não entendo porque ele confiou em mim, querida mãe.

 - Confiou por que ele talvez visse a imagem dele em ti; contaste que ele sofreu muito não só por causa da Isabel, mas também por causa da irmã.

 - Sim foi verdade, mas gostei tanto do senhor que até fiquei com pena dele e de o fazer sofrer. É que de cada vez que ele falava na dita Isabel chorava e na irmã ou nas sobrinhas soluçava.

 - Afonso, o teu amigo Pedro precisa dum amigo que lhe dê confiança e tu és esse amigo e sempre que ele marcar uma altura arranja forma de o ouvir porque o estás a ajudar.

 - Mas que tipo de ajuda , mãe ?

 - Lhe estás a tirar um peso da alma fazendo o teu amigo desabafar, mas até tenho pena dele por que foi uma pessoa que sofreu em demasia.

 E enquanto instalava o gravador de dvd/cd-rom Blue Ray, ia pensando nas palavras que a minha mãe me disse e nas palavras do idoso e dolorido Pedro e pensava como o coitado precisava dum bom amigo que o ouvisse e que eu tinha muita sorte em ter a minha Catarina .O que os pais da Isabel fizeram foi duma baixeza terrível e igualmente baixo foi a cobardia dela por que caso os sentimentos dela por Pedro fossem igualmente fortes se teria mostrado mais corajosa e se tinha imposto aos pais e jamais se teria deixado acorrentar como ela se deixou ( segundo as palavras de Pedro).

 Bem que ainda vivo ainda com os meus pais mas é por ser solteiro e não estar na disposição de estra falar com as paredes para não falar nas razões económicas. A minha irmã está bem casada e o meu cunhado e boa pessoa e nos está visitar sempre quando pode (ele e a minha irma e desconfio que vou ser tio em breve).

 Só espero que a doce Catarina não seja para mim como foi a Isabel para o meu amigo Pedro que pensava ter achado o amor da sua vida e afinal só teve sofrimento. Ele teve sorte em encontrar a delicada Claúdia; mas como se costuma dizer "não há amor como o primeiro" e daí a sua tristeza quando fala na Isabel e vou seguir o sábio conselho de dona Cristiana, minha mãe e ajudar o vellho Pedro a se sentir melhor consigo mesmo . Depois que instalei o dito gravador fui jantar mas a minha cabeça estava longe do jantar ou do jogo de futebol que passava na tv até o meu pai sr. David reparou e me perguntou se eu estava bem de saúde e eu respondi afirmativamente.

 Depois de acabar a minha refeição por volta das 21:30 fui para o chat aonde ja estava a minha doce Catarina e começamos a trocar carinhos bem melosos e eu me comecei a sentir melhor mas ela reparou na minha preocupação com alguem e eu falei no velho Pedro, mas a minha doce Catraina disse que aquilo que aconteceu com Pedro não me haveria de acontecer por que o amor que existe entre nós é forte ao ponto de quebrar as correntes que a Isabel não quis ou não pode quebrar.

 Fiquei aliviado com as palavras das dona do meu coração mas ao mesmo tempo ansioso pela outra folga semanal por que quase com toda a certeza me iria encontrar com o meu amigo Pedro.

publicado por tron às 19:59

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